A UNIVERSALIDADE DO PECADO


O pecado não atinge apenas a determinados indivíduos. Após sua queda. Eva deu o fruto também para o marido, que ao comer também transgrediu a ordem divina. Com sua transgressão, toda a raça humana ficou contaminada. “Portando, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm. 5:12).

1 – O pecado atingiu toda a raça humana existente (Rm. 6.23). Dessa forma entendemos que as Escrituras ensinam que o pecado é universal, atingindo a todos os homens (I Re. 8.46; I Jo. 1:10). A palavra “todos” é pequena, mas engloba toda a raça, todas as gerações que o mundo já conheceu. Cruz os mares e continentes, incluindo todo ser humano já existente no mundo atual. Estende-se até o fim dos tempos, a todas as gerações futuras.

2 – O pecado atingiu todo o homem como ser (Rm. 7.14-24). A extensão do pecado é total, não simplesmente num sentido racial, mas também na vida do indivíduo. O pecado afeta o ser humano inteiro; a vontade (Jo. 8:34); a mente e o entendimento (I Co. 1:20-24; Ef. 4:17); as afeições e emoções (I Tm. 6.10); assim com nossas palavras e comportamento (Gl. 5:19-21; Tg. 3:5-9). Isto tem sido expresso tradicionalmente como “depravação total”.

3 – O pecado atingiu toda a criação de Deus (Gn. 3:17-19; Rm. 8:21,22). Aqui fica demonstrada que até natureza inanimada sofre a maldição do pecado do homem. Em vista disto, a Escritura nos diz que já está chegando a hora em que “a própria criação será redimida do cativeira da corrupção...”

A ORIGEM DO PECADO


As Escrituras traçam a origem do pecado, e sua relação com Satanás, contando-nos como o pecado entrou no mundo. Também nos revelam as consequências desastrosas do pecado na história humana, e como foi necessário Jesus Cristo morrerna cruz, para libertar-nos do seu poder. A Bíblia, do principio ao fim, é um testemunho eloquente do amor de Deus por todos nós!
Em Gênesis 3.1-6 encontra-se o relato de como satanás tentou Eva, a primeira mulher. Eva foi induzida a desobedecer ao que Deus estabelecera. Observe como Satanás é sutil em sua maneira de agir. Com grande astúcia ele oferece sugestões, que, ao serem abraçadas, abrem caminhos a desejos e atos pecaminosos (Tg. 1.14,15). Compare a ordem de Deus (Gn. 2.16,17), com a interpretação da serpente (Gn. 3.1-6). Por meio desta pergunta ele lança a tríplice dúvida acerca de Deus. a) Sobre a vontade de Deus; b) Sobre a retidão de Deus, introduzindo assim a descrença quanto a Palavra de Deus; c) Sobre a santidade de Deus. Além do mais, despertou a vaidade na mulher, realçando o aspecto formoso do fruto da árvore proibida, e fazendo-lhe desejar ser igual a Deus. O desejo da independência e a busca de poder supremo domina o homem. A dúvida é a arma que Satanás utiliza com eficácia na disseminação do pecado na face da terra.

O PECADO


O PECADO

Deus conhece o que é melhor para cada um de nós. É uma atitude sábia obedecer à sua vontade. Necessitamos confiar nEle. Visand a nossa felicidade. Deus nos concedeu seus mandamentos. Eles são bons (leia Salmos 19). As cumprirmos suas leis, tornamo-nos melhores seres humanos, e mas felizes. Infelizmente, porém, o homem natural não confia em Deus como deveria. Em lugar de seguir. Seus ensinos, quer andar pelos seus próprios caminhos. Reluta em depender de Deus e, sempre que deixa de realizar a vontade de Deus, para fazer a sua própria vontade, está pecando.

O QUE SIGNIFICA PECADO?

A bíblia, tanto no Antigo Testamento como no novo Testamento, registra várias palavras que descrevem aspectos diferentes do pecado, na vida do indivíduo e na sociedade. Todas as palavras, porém, procedem de uma mesma atitude básica: a rejeição da vontade de Deus, em favor da vontade do próprio indivíduo. Mas, vejamos aspectos desintegrantes de personalidade que o pecado assume na vida diária.

Pecado é transgressão da lei (Rm. 2:25; 4:15; I Jo. 3.4). É passar por cima da linha divisória, traçada por Deus, entre o bem e o mal.

Pecado é erro (Lv. 4:13,14/ Mt. 18:15). Como erro, significa desvio do caminho do bem.

Pecar é errar o alvo (Lc. 15:18,21). Na Bíblia, errar o alvo significa deixar de atingí-lo. Como tal, denota a falha do homem em alcançar o ideal divino para o caráter humano.

Pecado é uma intromissão da vontade própria na esfera da autoridade divina (Rm. 1:18-32); O homem ímpio suprime a verdade na esfera da injustiça no qual ele vive.

Pecado é iniquidade e perversidade (Mt. 7:21-23; Rm. 4:7). Uma das manifestações mais comuns do pecado é a descrença. A descrença é um insulto à verdade divina.

A ORIGEM DO PECADO

As Escrituras traçam a origem do pecado, e sua relação com Satanás, contando-nos como o pecado entrou no mundo. Também nos revelam as consequências desastrosas do pecado na história humana, e como foi necessário Jesus Cristo morrerna cruz, para libertar-nos do seu poder. A Bíblia, do principio ao fim, é um testemunho eloquente do amor de Deus por todos nós!
Em Gênesis 3.1-6 encontra-se o relato de como satanás tentou Eva, a primeira mulher. Eva foi induzida a desobedecer ao que Deus estabelecera. Observe como Satanás é sutil em sua maneira de agir. Com grande astúcia ele oferece sugestões, que, ao serem abraçadas, abrem caminhos a desejos e atos pecaminosos (Tg. 1.14,15). Compare a ordem de Deus (Gn. 2.16,17), com a interpretação da serpente (Gn. 3.1-6). Por meio desta pergunta ele lança a tríplice dúvida acerca de Deus. a) Sobre a vontade de Deus; b) Sobre a retidão de Deus, introduzindo assim a descrença quanto a Palavra de Deus; c) Sobre a santidade de Deus. Além do mais, despertou a vaidade na mulher, realçando o aspecto formoso do fruto da árvore proibida, e fazendo-lhe desejar ser igual a Deus. O desejo da independência e a busca de poder supremo domina o homem. A dúvida é a arma que Satanás utiliza com eficácia na disseminação do pecado na face da terra.

A UNIVERSALIDADE DO PECADO

O pecado não atinge apenas a determinados indivíduos. Após sua queda. Eva deu o fruto também para o marido, que ao comer também transgrediu a ordem divina. Com sua transgressão, toda a raça humana ficou contaminada. “Portando, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm. 5:12).

1 – O pecado atingiu toda a raça humana existente (Rm. 6.23). Dessa forma entendemos que as Escrituras ensinam que o pecado é universal, atingindo a todos os homens (I Re. 8.46; I Jo. 1:10). A palavra “todos” é pequena, mas engloba toda a raça, todas as gerações que o mundo já conheceu. Cruz os mares e continentes, incluindo todo ser humano já existente no mundo atual. Estende-se até o fim dos tempos, a todas as gerações futuras.

2 – O pecado atingiu todo o homem como ser (Rm. 7.14-24). A extensão do pecado é total, não simplesmente num sentido racial, mas também na vida do indivíduo. O pecado afeta o ser humano inteiro; a vontade (Jo. 8:34); a mente e o entendimento (I Co. 1:20-24; Ef. 4:17); as afeições e emoções (I Tm. 6.10); assim com nossas palavras e comportamento (Gl. 5:19-21; Tg. 3:5-9). Isto tem sido expresso tradicionalmente como “depravação total”.

3 – O pecado atingiu toda a criação de Deus (Gn. 3:17-19; Rm. 8:21,22). Aqui fica demonstrada que até natureza inanimada sofre a maldição do pecado do homem. Em vista disto, a Escritura nos diz que já está chegando a hora em que “a própria criação será redimida do cativeira da corrupção...”

AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO

O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de Deus, é um ato da vontade do homem; como separação de Deus, vem a ser um estado pecaminoso.
Ao nos dar Suas leis, desejou Deus ajudar-nos a ficarmos livres do pecado (Jo. 8:34). Quando deixamos de cumpri-las, sofremos as consequências (*sofrimento, dor, doenças e morte). O pecado produz resultados desastrosos para o presente e para o futuro.
A palavra que melhor define as consequências do pecado é “morte”. Pecado é a transgressão da lei de Deus. Na Lei, Deus estabeleceu, como castigo, a morte (Rm. 6:21-23). Há duas espécies de morte, e ambas são resultados do pecado:

1 – Morte Física (Gn. 3:22-24). A morte do corpo. A limitação da vida humana é uma parte do castigo pelo pecado. Paulo foi enfático ao afirmar que “o salário do pecado é a morte...”. Desde Adão e Eva todos os homens estão destinados a experimentar a morte física.

2 – Morte Espiritual (Is. 59:1,2, Ef. 2:1). A morte espiritual equivale à separação eterna de Deus. O homem sem Deus está morto como afirma o apóstolo Paulo ao dizer aos irmãos que “antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa da sua desobediência a Deus e por causa dos seus pecados. “Mas nem todas as pessoas têm que continuar vivendo neste estado espiritual. Ao aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, o indivíduo recebe o perdão de Deus para os seus pecados, é purificado de toda injustiça, e torna-se participante do novo nascimento em Jesus Cristo, cujo princípio operante é a vida abundante, e não mais a morte (I Jo. 1:9; II Co. 5:17). O salvo por Jesus tem a segurança de permanecer para sempre na presença de Deus (Jo. 6:47; I Co. 15:54).

QUAL DEVE SER A NOSSA ESPERANÇA?

A nosso única esperança está depositada em Cristo. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo. 1:29). Ele é aquele que fora prometido para esmagar a cabeça da serpente e derrotar o poder de Satanás (compare Gn. 3:15 com Ap. 12:9).
Agora, podemos dizer, como Paulo a Tito: “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deus por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tt. 2.14).









COMO TER ESPERANÇA


Crendo no livramento divino (G. 1:3;4). Jesus Cristo se deu por nossos pecados, para nos livrar. Isto indica o propósito do seu sacrifício voluntário em favor da humanidade (Jo 10:17,18). Se crermos nesse livramento, Deus nos livra do pecado e da morte e nos dá esperança de uma vida diferente e abençoada.


Entrando pela única Porta da Salvação (Jo. 10:9). O privilégio do usuário da porta é a salvação, de imediato, para sempre, completamente. Isso só é alcançado pela fé pessoal em Cristo Jesus.


Reconciliando-nos com Deus (Rm. 5:1-11). A morte de Cristo espiou os pecados de todas as pessoas que já viveram (I Jo. 2.2). Cristo levou sobre si a culpa de nossos pecados e sofreu a punição que nós devíamos receber (I Pd. 2.24). A salvação é oferecida a todos, embora nem todos a aceitem.


Aceitando a Jesus como nosso Salvador (Atos 16.31; Rm. 10.9-11). Somente aceitando a Jesus com Salvador, entregando-se a Ele sem reserva é que o homem poderá tornar-se filho de Deus e participante da Sua graça.


COMO PERTENCER A FAMÍLIA DE DEUS?

Pelo processo de adoção feito por Jesus (Jo. 1:12,13). se cremos em Jesus, adquirimos o privilégio, ou direito, de nos tornarmos filhos de Deus. Esta figura sugere a comunhão da Família da fé (Ef. 2:19; 3:14,15). Implica também a noção de um novo começo. Leia Efésios 1.5; somos em Jesus filhos adotivos de Deus, mediante a fé (Gl. 3:26).

Deixando-nos guiar pelo Espírito Santo (Rm.8:14-17). Aqueles que são liderados pelo Espírito Santo são chamados de Filhos de Deus e ainda recebem o testemunho interior acerca desse fato. Os filhos adotivos de Deus são agora tanto seus filhos como seus herdeiros.

Reconhecendo a Jesus como nosso irmão (Rm. 8:29). A decisão de Deus é que, aqueles que confessam a Jesus, sejam semelhantes a Seus filho e aparência. O termo “primogênito” significa o mais alto em hierarquia ou posição. Como irmão de Cristo, todos os crentes compartilharão do seu destino (Hb. 2:10-17).


COMO SAIR DA CONDENAÇÃO DA MORTE?

Para saírmos da condenação da morte é preciso quer sigamos algus passos importantes.

Crer no sacrifício feito por Jesus na cruz (Jo. 3:16). Quando a Bíblia fala que precisamos crer, não é um simples crer, pois a Biblia diz que até os demônios crêem e tremem (Tg. 2:19) e nem por isso herdarão a salvação. Crer, no Novo Tetamento, indica mais do que simples consentimento intelectual para com um fato. A palavra grega “pistis” significa: adesão, compromisso, confiança em uma pessoa ou objeto, e isto envolve não apenas o consentimento da mente, mas um ato do coração e da vontade da pessoa. “Todo o que nele crê” é o equivalente a “todo o que nele confia ou se entrega a ele (Cristo)”.

João mesmo é quem diz: “Quem nele crê não é julgado; o que nele não crê já está julgado” (Jo 3:18; 5:24).

Observando a história do evangelista Felipe e o eunuco em Atos 8:26-39, podemos afirmar que o ato de crer culmina em uma atitude de mudança e compromisso com Deus.

Crer que Jesus veio Trazer-nos a vida (Jo. 10:10). Vida, aqui, corresponde a ser salvo. Por meio da morte e ressurreição, Jesus tomou posse das “chaves da morte” (Hb. 2:14; Ap. 1:18), anulando, assim a autoridade da morte que fora concedida a Satanás.

Crer que Jesus é o único que pode nos dar a vida eterna (Jo. 17:2,3). Conhecer a Deus é ter um compromisso existencial com Ele como um sujeito vivo, em vez de aceitar fatos a seu respeito como um objeto de contemplação.

SEPARADO DA FAMÍLIA DE DEUS

O homem quando vem a este mundo, não nasce filho de Deus. Todos nascem orfãos. Não tem Deus como Pai, é apenas criatura de Deus. Por que nascem criaturas de Deus e não filhos de Deus? Porque pelo pecado perde o direito de ser filho de Deus. Quando o homem deixou de obedecer a Deus no Jardim do Éden, obedecendo a serpente, ou seja, o diabo, tornou-se servo (escravo) do maligno (Rm. 6:16).

Nos dias de Jesus os judeus gostavam de afirmar que Deus era o “Pai” deles. Mas Jesus disse francamente a certos opositores que eles eram “filhos do diabo.” (Jo. 8:41,44,47), pois tinham prazer em fazer sua vontade. Isto mostra novamente que a filiação com Deus, por parte de qualquer dos descendentes de Adão, requer não a mera descendência carnal, natural, mas primeiramente a provisão de Deus, de uma relação espiritual com Ele, e que tal relação, por sua vez, requer que os “filhos” sejam fiéis a Deus por manifestar as qualidades Dele, por serem obedientes à Sua vontade e servirem fielmente aos Seus propósitos e interesses.

SEM ESPERANÇA NO MUNDO

O apóstolo Pedro diz que Deus “nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” , e que antes não éramos povo, sem direito à misericórdia (I Pd. 2:9,10). Paulo complementa esse pensamento dizendo que as pessoas que não têm Cristo encontram-se”... separados de Israel (o povo de Deus), e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” (Ef. 2.12). Sobre isso aprendemos quatro lições importantes sobre a condição do homem natural:

1 – Está desprovido do Messias (Salvador)

2 – Não tem o direito de cidadania dentro da nação eleita (o povo de Deus).

3 – Sofre privação espiritual, perdendo os privilégios e vantagens da aliança.

4 – Não tem esperança, pois está sem Deus no mundo.

De fato, sem Cristo, estamos nas traves, “.. e quem anda nas traves não sabe para onde vai.” (Jo. 12:35).



O HOMEM NATURAL

Sendo criado por Deus, o homem é um ser racional. Deus lhe concedeu o livre arbítrio, ou seja a liberdade de escolher entre o bem e o mal; de obedecer-lhe ou ignorar Seus mandamentos.
A história da humanidade revela a sequência de decisões tomadas pelo homem. Este, por sua vez, tornou-se rebelde, egoísta e orgulhoso. O homem fez mau uso desta dádiva divina, escolhendo quase sempre o caminho que conduz à morte. Dessa forma, neste estudo iremos ver que todo ser humano indistintamente nasce sob três condições naturais:

Condenado à morte
Separado da família de Deus
Sem esperando (num lugar terrível)

1 – CONDENADO À MORTE

Em Adão todos nós recebemos, por herança do pecado, a morte (Rm. 5:12) A Bíblia garante que não há um justo sequer e que todos pecaram (Rm. 3:23), sendo que o salário do pecado é a morte (Rm. 6:23). Por isso a Bíblia defini a condição do ser humano que ainda não conhece o plano de Deus, como: cego, morto, nas trevas, dormindo (Ef. 5:14; 2:5). Nossa condição natural resulta em morte moral e física. O ser humano está morto espiritualmente quando se apega ao pecado e a um sistema de vida pecaminoso. O pecado separa o pecador de Cristo, o Doador da Vida.

O apóstolo Paulo descreve em Efésios 2:1-3 como é a vida da pessoa sem Cristo:

1. Todos os homens possuem uma natureza pecaminosa e cometem pecados (Sl. 51:5).
2. todos estão mortos nos delitos e pecados. Delitos significa transgressão aos princípios de Deus. Assim ambos expressam a deficiência do homem em viver como pode e deve viver.
3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado/
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestada e do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos; vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.

4. O fruto produzido por este tipo de vida é: “Imoralidade, impureza, açoes indecentes, adoração de ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, paixão partidária, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas.” (Gl. 5:19-21).

A RELAÇÃO DO HOMEM COM DEUS

1. O homem, depende de Deus (Mt. 6:26-30; Atos 17.24-30). O homem, como um todo, pertence a Deus. Sua existência, como ser livre, inteligente, responsável, deve-se única e exlusivamente a Deus.

2. A recusa do homem em reconhecer sua relação com Deus (Jo. 3:3-6; Rm. 1:18-32; I Co. 2:14); De acordo com a sua própria natureza, o homem sente necessidade de filiação com Deus e comunhão com o seu próximo, mas não consegui alcançar essa finalidade por si mesmo, devido a operação do pecado que perverte a sua natureza.

3. O homem natural está perdido (Is. 53:6; Lc. 19.10; Jo. 3.16). Quando a Bíblia fala em homem natural, significa o homem afastado de Deus e dominado pelo pecado. A necessidade de conversão encontra-se pelo fato de o homem perdido. (Ef.2:1-3)

4. Há salvação em Jesus Cristo (II co. 5:17,18). Através de Jesus Cristo o homem natural pode tornar-se parte integrante de uma nova criação. Jesus veio para salvar e reconciliar o homem perdido com Deus. Reconciliar significa remover barreiras, aproximar novamente. Jesus nos aproxima novamente de Deus. Através dele, somos feitos membros da família de Deus (Ef. 2:14-19), na categoria de filhos (Jo. 1:12).

A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

o ser humano é uma unidade dinâmica. Não podemos serpará-lo em compartimentos. Porém todos concordam que o homem tem tanto uma natureza física como uma espiritual (Gn. 2:7)

1 – A natureza física. A noção de corpo é usada para descrever o homem como um organismo constituído, como um todo, uma unidade. As funções psíquicas e espirituais estão ligadas À ideia de um organismo corporal (Sl. 104:29,30).

2 – A natureza espiritual. O homem é um ser vivo. Nesse aspecto é igual aos outros animais. Entretanto, não se confunde com eles, por causa dos atributos que recebeu de Deus por ser criado conforme à sua imagem e semelhança.

A ORIGEM DO HOMEM
A Bíblia ensina claramente a doutrina de uma criação especial, que significa que Deus fez cada criatura “segundo a a sua espécie”. Ele criou as várias espécies e então as deixou para que se desenvolvessem e progredissem segundo as leis do seu ser. A disitenção entre o homem e as criaturas inferiores implica a declaração de que “Deus criou o homem a sua imagem”.
Os dois primeiros capítulos de Gênesis fornecem a descrição bíblica, no tocante à criação do homem. Em cada capítulo há uma narrativa. A primeira é a de natureza geral. A segunda fornece alguns detalhes mais. É como se fosse um complemtento da primeira narrativa. Das duas narrativas, você pode notar o seguinte:
1 – O homem é a mas elevada de todas as criaturas de Deus (Gn. 1:26-28). Ele é chamado a “coroa da criação”. Não apenas por ter sido o último a ser criado, mas pela sua própria natureza. O homem difere de todos os outros habitantes deste mundo, e está imensuravelmente acima deles. Ele possui qualidades de Deus (Sl. 8). Esse fator explica por que o homem pode manter comunhão com Deus, o seu criador.
2 – O homem, como criado por Deus, é bom (Gn. 1:31). Depois de realizar a criação de todas as coisas, inclusive a do homem, “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom...”. O homem, como ser criado por Deus, é bom. Sua imaagem foi desfigurada pelo pecado, mas pode ser reabilitada pela regeneração e conversão ao Senhor Jesus Cristo.
3 – O homem é uma criatura (Gn. 2:7). Nesta passagem percebemos que o fato de o homem ser formado do pó da terra, por Deus, caracteriza bem a sua existência como criatura e, ao mesmo tempo, o adverte quanto à fraqueza e mortalidade do ser humano. Como criatura, o homem é dependente do seu Criador.
4 – O homeme foi criado um ser inteligente (Gn. 2:15-20). A capacidade de grandes faculdades intelectuais do homem está subentendida na ordem para “cultivar” o jardim e o “guardar”, a exercer domínio sobre a terra e todas as criaturas da terra, e na declaração de que ele dê homem a todos os animais da terra.
5 – O homeme foi criado à “imagem e semelhança de Deus” (Gn. 5:1 - 9.6). As Escrituras demonstram a condição original do homem com a frase: “á imagem e semelhança de Deus” . Os atributos essenciais de uma pessoa são razão, consciência e vontade. Ao criar o homem à Sua própria imagem, portanto, Deus o dotou com aquele atributos que pertencem à Sua própria natureza.
6 – O homem é um ser moral (Ec. 7:29; Ef. 4:24). Deus o fez como ser responsável, com liberdade de escolha. Isso é o que se pode notar da leitura de Gênesis 2:15-17 e 3:1-15. Nessas duas passagens encontram-se retratadas a glória e a tragédia do gênero humano. Criado para a comunhão com Deus, o homem afastou-se, pelo mau uso de sua liberdade do caminho que o Criados lhe traçara, visando sua felicidade.
A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

o ser humano é uma unidade dinâmica. Não podemos serpará-lo em compartimentos. Porém todos concordam que o homem tem tanto uma natureza física como uma espiritual (Gn. 2:7)
1 – A natureza física. A noção de corpo é usada para descrever o homem como um organismo constituído, como um todo, uma unidade. As funções psíquicas e espirituais estão ligadas À ideia de um organismo corporal (Sl. 104:29,30).
2 – A natureza espiritual. O homem é um ser vivo. Nesse aspecto é igual aos outros animais. Entretanto, não se confunde com eles, por causa dos atributos que recebeu de Deus por ser criado conforme à sua imagem e semelhança.
A RELAÇÃO DO HOMEM COM DEUS
1. O homem, depende de Deus (Mt. 6:26-30; Atos 17.24-30). O homem, como um todo, pertence a Deus. Sua existência, como ser livre, inteligente, responsável, deve-se única e exlusivamente a Deus.

2. A recusa do homem em reconhecer sua relação com Deus (Jo. 3:3-6; Rm. 1:18-32; I Co. 2:14); De acordo com a sua própria natureza, o homem sente necessidade de filiação com Deus e comunhão com o seu próximo, mas não consegui alcançar essa finalidade por si mesmo, devido a operação do pecado que perverte a sua natureza.
3. O homem natural está perdido (Is. 53:6; Lc. 19.10; Jo. 3.16). Quando a Bíblia fala em homem natural, significa o homem afastado de Deus e dominado pelo pecado. A necessidade de conversão encontra-se pelo fato de o homem perdido. (Ef.2:1-3)
4. Há salvação em Jesus Cristo (II co. 5:17,18). Através de Jesus Cristo o homem natural pode tornar-se parte integrante de uma nova criação. Jesus veio para salvar e reconciliar o homem perdido com Deus. Reconciliar significa remover barreiras, aproximar novamente. Jesus nos aproxima novamente de Deus. Através dele, somos feitos membros da família de Deus (Ef. 2:14-19), na categoria de filhos (Jo. 1:12).
O HOMEM NATURAL
Sendo criado por Deus, o homem é um ser racional. Deus lhe concedeu o livre arbítrio, ou seja a liberdade de escolher entre o bem e o mal; de obedecer-lhe ou ignorar Seus mandamentos.
A história da humanidade revela a sequência de decisões tomadas pelo homem. Este, por sua vez, tornou-se rebelde, egoísta e orgulhoso. O homem fez mau uso desta dádiva divina, escolhendo quase sempre o caminho que conduz à morte. Dessa forma, neste estudo iremos ver que todo ser humano indistintamente nasce sob três condições naturais:
    • Condenado à morte
    • Separado da família de Deus
    • Sem esperando (num lugar terrível)
1 – CONDENADO À MORTE
Em Adão todos nós recebemos, por herança do pecado, a morte (Rm. 5:12) A Bíblia garante que não há um justo sequer e que todos pecaram (Rm. 3:23), sendo que o salário do pecado é a morte (Rm. 6:23). Por isso a Bíblia defini a condição do ser humano que ainda não conhece o plano de Deus, como: cego, morto, nas trevas, dormindo (Ef. 5:14; 2:5). Nossa condição natural resulta em morte moral e física. O ser humano está morto espiritualmente quando se apega ao pecado e a um sistema de vida pecaminoso. O pecado separa o pecador de Cristo, o Doador da Vida.
O apóstolo Paulo descreve em Efésios 2:1-3 como é a vida da pessoa sem Cristo:
1. Todos os homens possuem uma natureza pecaminosa e cometem pecados (Sl. 51:5).
2. todos estão mortos nos delitos e pecados. Delitos significa transgressão aos princípios de Deus. Assim ambos expressam a deficiência do homem em viver como pode e deve viver.
3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado/
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestada e do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos; vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.
4. O fruto produzido por este tipo de vida é: “Imoralidade, impureza, açoes indecentes, adoração de ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, paixão partidária, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas.” (Gl. 5:19-21).
SEPARADO DA FAMÍLIA DE DEUS
O homem quando vem a este mundo, não nasce filho de Deus. Todos nascem orfãos. Não tem Deus como Pai, é apenas criatura de Deus. Por que nascem criaturas de Deus e não filhos de Deus? Porque pelo pecado perde o direito de ser filho de Deus. Quando o homem deixou de obedecer a Deus no Jardim do Éden, obedecendo a serpente, ou seja, o diabo, tornou-se servo (escravo) do maligno (Rm. 6:16).
Nos dias de Jesus os judeus gostavam de afirmar que Deus era o “Pai” deles. Mas Jesus disse francamente a certos opositores que eles eram “filhos do diabo.” (Jo. 8:41,44,47), pois tinham prazer em fazer sua vontade. Isto mostra novamente que a filiação com Deus, por parte de qualquer dos descendentes de Adão, requer não a mera descendência carnal, natural, mas primeiramente a provisão de Deus, de uma relação espiritual com Ele, e que tal relação, por sua vez, requer que os “filhos” sejam fiéis a Deus por manifestar as qualidades Dele, por serem obedientes à Sua vontade e servirem fielmente aos Seus propósitos e interesses.
SEM ESPERANÇA NO MUNDO
O apóstolo Pedro diz que Deus “nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” , e que antes não éramos povo, sem direito à misericórdia (I Pd. 2:9,10). Paulo complementa esse pensamento dizendo que as pessoas que não têm Cristo encontram-se”... separados de Israel (o povo de Deus), e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” (Ef. 2.12). Sobre isso aprendemos quatro lições importantes sobre a condição do homem natural:
1 – Está desprovido do Messias (Salvador)2 – Não tem o direito de cidadania dentro da nação eleita (o povo de Deus).3 – Sofre privação espiritual, perdendo os privilégios e vantagens da aliança.4 – Não tem esperança, pois está sem Deus no mundo.
De fato, sem Cristo, estamos nas traves, “.. e quem anda nas traves não sabe para onde vai.” (Jo. 12:35).
COMO PERTENCER A FAMÍLIA DE DEUS?
Pelo processo de adoção feito por Jesus (Jo. 1:12,13). se cremos em Jesus, adquirimos o privilégio, ou direito, de nos tornarmos filhos de Deus. Esta figura sugere a comunhão da Família da fé (Ef. 2:19; 3:14,15). Implica também a noção de um novo começo. Leia Efésios 1.5; somos em Jesus filhos adotivos de Deus, mediante a fé (Gl. 3:26).
Deixando-nos guiar pelo Espírito Santo (Rm.8:14-17). Aqueles que são liderados pelo Espírito Santo são chamados de Filhos de Deus e ainda recebem o testemunho interior acerca desse fato. Os filhos adotivos de Deus são agora tanto seus filhos como seus herdeiros.
Reconhecendo a Jesus como nosso irmão (Rm. 8:29). A decisão de Deus é que, aqueles que confessam a Jesus, sejam semelhantes a Seus filho e aparência. O termo “primogênito” significa o mais alto em hierarquia ou posição. Como irmão de Cristo, todos os crentes compartilharão do seu destino (Hb. 2:10-17).


COMO TER ESPERANÇA

Crendo no livramento divino (G. 1:3;4). Jesus Cristo se deu por nossos pecados, para nos livrar. Isto indica o propósito do seu sacrifício voluntário em favor da humanidade (Jo 10:17,18). Se crermos nesse livramento, Deus nos livra do pecado e da morte e nos dá esperança de uma vida diferente e abençoada.

Entrando pela única Porta da Salvação (Jo. 10:9). O privilégio do usuário da porta é a salvação, de imediato, para sempre, completamente. Isso só é alcançado pela fé pessoal em Cristo Jesus.

Reconciliando-nos com Deus (Rm. 5:1-11). A morte de Cristo espiou os pecados de todas as pessoas que já viveram (I Jo. 2.2). Cristo levou sobre si a culpa de nossos pecados e sofreu a punição que nós devíamos receber (I Pd. 2.24). A salvação é oferecida a todos, embora nem todos a aceitem.

Aceitando a Jesus como nosso Salvador (Atos 16.31; Rm. 10.9-11). Somente aceitando a Jesus com Salvador, entregando-se a Ele sem reserva é que o homem poderá tornar-se filho de Deus e participante da Sua graça.





RESSURREIÇÃO DE CRISTO


Se a morte de Jesus na cruz é fundamental para a nossa salvação. Sua ressurreição também o é. A morte e ressurreição de Jesus Cristo é doutrina fundamental do Cristianismo. Todos aqueles que admitem a necessidade da morte de Cristo também admitem a importância de ressurreição física de Cristo. Vejamos alguns aspectos da ressurreição.


1 – A importância da ressurreição de Cristo (Rm. 10:9,10; I Co. 15:12-19). De acordo com as escrituras, crer na ressurreição de Cristo é essencial para salvação. Paulo mostra que tudo depende da ressurreição de Cristo: a) a pregação apostólica; b) a fé dos Coríntios; c) os apóstolos como testemunhas; d) os Coríntios e o perdão de seus pecados; e) os que dormiram em Cristo; f) e os Cristãos são os mais infelizes dos homens se Cristo não tiver ressurgido.


2 – A natureza da ressurreição de Cristo (Mt. 28:9; Lc. 24:39-45). A ressurreição de Jesus foi uma ressurreição corporal. O próprio Jesus declarou depois de sua ressurreição que tinha carne e ossos e Mateus declarou que as mulheres que encotraram a Cristo abraçaram-lhe os pés. Ele tomou refeição com os discípulos e foi reconhecido por eles depois da ressurreição (Lc. 24:34; Jo. 20:25-28). Cirsto mesmo predisse sua ressurreição corporal (Jo. 2:19-21). No entanto, Seu corpo era diferente em alguns aspectos após a ressurreição (Jo. 20:19). ele está vivo agora e para todo o sempre (Rm. 6:9-10; II Tm. 1:10; Ap. 1:18).


3 – Os resultados da ressurreição de Cristo (Rm. 1:4; 4:25). A ressurreição de Cristo atesta a Sua divindade, pois através dela Ele “foi designado Filho de Deus com Poder” (Mt. 28:18). Outro resultado adquirido é o da nossa justificação, pois Sua ressurreição é a garantia de que Deus aceitou Seu sacrifício. Através da Sua ressurreição dos mortos. Ele se tornou nosso mediador. Paulo nos diz ainda que a ressurreição de Cristo é a garantia de que nossos corpos também ressurgirão dentro os mortos. (Rm. 8:11).

A EXTENSÃO DA MORTE DE CRISTO

Morreu Cristo por todo o mundo ou somente pelos eleitos? Se foi pelo munto inteiro, então porque é que nem todos se salvam? Sr foi apenas para os eleitos, onde está a justiça de Deus? A resposta a estas perguntas está ligada ao conceito que se tem de ordem dos decretos.

1 – Cristo morreu pelos eleitos (Mt. 20:28; Jo. 17.9; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu principalmente pelos eleitos. Ele morreu pelos eleitos, não apenas no sentido de tornar a salvação possível para eles, mas também no sentido de verdadeiramente salvá-los quando crêem em Cristo.

2 – Cristo morreu pelo mundo inteiro (Jo. 1:29; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu pelo mundo inteiro. Existe uma ordem necessária na salvação do homem. Ele precisa primeiro crer que Cristo morrei por si próprio. Apesar de Cristo ter morrido por todos, no sentido de reconciliar o mundo com Deus, nem todos são salvos, por que sua salvação em si é condicionada a serem reconciliados com Deus (II co. 5:18-20).