JESUS CRISTO

A Bíblia no Antigo e Novo Testamento funciona como duas engrenagens trabalhando e encaixando-se harmoniosamente. Todos os livros do Antigo Testamento, direto ou indiretamente fazem referência a Jesus. Por tudo isso nosso objetivo é estudarmos alguns aspectos fundamentais sobre o Senhor Jesus Cristo.

1 – JESUS EXISTIA ANTES DO SEU NASCIMENTO

A existência de Jesus não teve início como a de todos nós. O seu nascimento foi diferente. Ele já existia num passado eterno. Quando Deus criou o mundo Jesus já existia e estava com Deus. Vejamos o testemunho bíblico a respeito.

1 – O evangelista João dá testemunho da preexistência de Jesus (Jo. 1:1,2)

“No princípio era o verbo...”. Jesus era o verbo, ou seja a palavra, ou ainda aquele que os homens ouviam falar nas profecias das Escrituras, mas que ainda não tinha se tornado realidade visível, mas que pela fé na palavra, no verbo, se cria que um dia haveria de nascer de uma virgem, e viria habitar no meio dos homens. “Estava no princípio com Deus”. Portanto Jesus já existia e toda criação foi feita por Ele.

2 – O próprio Jesus declarou que viveu antes de vir a este mundo (Jo. 8:57,58), “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abrão existisse, Eu Sou”. Em várias ocasiões Jesus referiu à sua existência no passado (Veja oração de Jesus – Jo 17:5).

3 - O Novo Testamento menciona claramente a preexistência de Cristo antes do seu nascimento (Cl. 1:15-17), Jesus não veio a existir quando gerado no ventre de Maria. Ele já fazia parte com Deus na criação e por Ele foram feitas todas as coisas. Paulo afirma que Jesus já existia antes de Deus criar qualquer coisa e que, nele, foram criadas todas as coisas visíveis e invisíveis.

II – JESUS VEIO EM FORMA HUMANA

Jesus, o eterno Filho de Deus, veio à terra assumindo a forma humana. “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo. 1:14). Essa afirmação da Bíblia tem dois significados fundamentais:

1 – Jesus era verdadeiramente Deus (Jo. 14:9) - “Quem me vê amim, vê o meu Pai”. Jesus não era apenas Filho do Homem, mas também Filho de Deus. Sua afirmações são categóricas nesse sentido: “Eu e o Pai somos um” (Jo. 10:30)

2 – Jesus era verdadeiramente homem (Fl. 2:6,7) - “O qual subsistindo em forma de Deus, não considerou ser igual a Deus, mas escaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens”. Mas apesar de ser homem (sentindo fome, cansaço e sono, Mt. 4:2; Jo. 4:6;). Foi diferente dos demais em seu caráter. Ele não pecou. Falou com poder. Realizou sinais extraordinários (Mc. 6:56, Io. 7:46)

JESUS É DIVINO

1 – Seu nascimento diferente (Lc. 1:26-35; Mt. 1:18-23) – Jamais houve alguém que tivesse um nascimento igual ao de Jesus. A concepção de Jesus foi diferente da de todos os homens, bem a forma como seria gerado. Na palavra profética de Isaias 750a.c. Jesus haveria de nascer de uma virgem (Is. :14). Miquéias, que profetizou nos tempos de Isaías, 780 a.c., informou o lugar onde nasceria Jesus – Belém (Mq. 5:2/ comp. Mt. 2:1). É interessante saber que José e Maria não moravam em Belém, mas em Nazaré, cerca de 128 km dali. Por causa de um recenseamento o casal viajou para Belém, para fazer o alistamento, e quando lá chegaram, completou-se o tempo de gestação e nasceu Jesus.

2 – Sua palavras e seus ensinos eram diferentes (Mt. 7:28,29; Jo. 3:10-12; 7:46). Os fariseus e a multidão notavam a vasta diferença entre a maneira de instruir que Jesus atraia a multidão para Deus. Os rabis viam que, por seus ensinos, era reduzido a nada todo o teor das instruções por ele ministradas ao povo.

3 – O testemunho de seus discípulos (jo. 20:28). Tomé compreendeu que não estava tratando com um homem terreno, que fora seu Senhor e Meste mais, antes, com aquele que unira o temporal ao eterno, o humano ao divino, em sua própria pessoa.]

4 – A maneira diferente como viveu (Hb. 4:15). Jesus viveu uma vida perfeita. Ele sofreu toda espécie de tentação conhecida pelo homem e talvez até algumas que jamais conheceremos. Ele era como nós em tudo, menos em uma coisa: não conheceu o pecado, principalmente o da desobediência a Deus.

5 – Sua gloriosa ressurreição (Rm. 1:3,4). Paulo declarou que a ressurreição de Jesus foi uma prova de sua divindade. Segundo Paulo, o descendente de Davi, Jesus, era Deus. Para ele, a divindade e a humanidade combinaram-se misteriosamente, e o homem e Deus tornaram-se um Realmente e ressurreição de Jesus é mais uma prova inconfundível de sua divindade (Sl. 16:10; comp. Lc. 24:36-48).

A MORTE DE JESUS NA CRUZ

A morte de Jesus na cruz do Calvário é o a prova e a demonstração do amor de Deus, tendo em vista a nossa salvação (Rm. 5:8). fazendo uma leitura da Bíblia, percebemos que até a sua morte seria diferente dos demais seres humanos.

1 – Antes de morrer seria escarnecido (Sl. 22:7,8) comp. Mt. 27:41-43).

2 – Suas mãos e pés seriam furados (Sl. 22:16; comp. Lc. 23:33; jo. 20:25-28)

3 – Seria crucificado entre malfeitores (Is. 53:12; comp. Mt. 27:38);

4 – ele intercederia pelos seus algozes (Is. 53:12; comp. Hb. 9:24; I Jo. 2.1; Lc. 23:34).

5 – Seus amigos o comtemplariam de longe (Sl.. 38:11 comp. Lc. 23:49).

6 – Ele sentiria sede e lhe dariam vinagre e fel (sl. 69:21; 22:15; comp. Jo. 19:28,29; Mt. 27:34)

7 – Ele seria abandonado por Deus (Sl. 22:1; comp. Mt. 27:46)

8 – Seus ossos não seriam quebrados (Sl. 34:20; comp. Jo. 19:32,33)

9 - Em uma sepultura de um homem rico colocariam seu corpo (Is. 53:9; comp. Mt. 27:57-60).


A morte de Jesus na cruz foi voluntária (Jo. 10:17,18), preferindo morrer em nosso lugar para nos justificar diante de Deus (II Co, 5.21). Ele morreu de uma vez por todas para ser o único e suficiente salvador da humanidade (Hb. 9:26-28 e 10:12).

V – A RESSUIREÇÃO DE JESUS

Após sua morte na cruz do Calvário, Jesus foi sepultado no túmulo de José de Arimatéia, mas ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos (Mt. 28.1-15). Jesus morreu e ressuscitou para nos dar garantia da ressureição (Rm. 6.9), completando assim a obra redentora da cruz, reconciliando-nos com Deus. (I Co. 15.17). Dessa forma podemos dizer que a ressurreição de Cristo é também o penhor (objeto de garantia) de nossa ressurreição (Fl. 3.20,21; I Ts. 4.14-17).

VI – A ASCENSÃO DE JESUS

Após sua ressurreição Jesus esteve quarenta dias instruindo os seus discípulos. Depois ascendeu visivelmente aos céus, para estar na presença de Deus. Lá ele intercede por nós (Atos 1.9; Hb. 7.24,25).

VII – A SEGUNDA VINDA DE JESUS

A Bíblia ensina que Jesus voltará visivelmente, um dia, a fim de levar os seus (Jo. 14.2,3; Atos 1.6-11). Nada é mais claramente ensinado no Novo Testamento do que a volda de Cristo, está é a esperança de todos os cristãos verdadeiros. O fato de Jesus estar nos céus, não quer dizer que está ausente do mundo. Ele mesmo nos assegurou de sua presença em nossa vida (Mt. 28.20).

VIII – JESUS CRISTO É SENHOR

Jesus Cristo deve ser senhor de nossas vidas em todos os aspéctos:

1 – Em nossas relações comerciais e de trabalho (Ef. 6.5-9; Cl. 3.22; I Tm. 6.1,2)

2 – Em nossas relações domésticas (I Co. 6.15-20; Cl. 3.5; Hb. 13;4).

Esta soberania deve ser demonstrada através da completa submissão de nossa vida. O cristão não deve ter nenhum aspecto de sua existência fora do controle de Cristo.


A TRINDADE DIVINA
Ao ensino de que há um só Deus em três pessoas distintas, separadas uma das outras, porém da mesma essência, chama-se Doutrina da Trindade. A palavra “trindade” não se encontra na Bíblia, mas o ensino encontra-se claramente ali, pois em o Novo Testamento existem 108 passagens comprobatórias. Muitos acham a doutrina de difícil compreensão. Nunca devemos imaginar que algo está errado, só porque não o compreendemos bem.

A UNIDADE DE DEUS
Deparamos com um mistério infinito ao estudar a natureza de Deus. Mesmo assim, há algumas verdades sobre este assunto que são reveladas com clareza. Daquilo que as Escrituras ensinam sobre a natureza de Deus nada contradiz a verdade de que só há um Deus.

1 – A Bíblia afirma que há um só Deus (Dt.. 6:4; Mc. 12:29). O hebraico de Deuteronômio diz literalmente: “Jeová [Yahweh] nosso Deus [Elohim] Jevoá [é] Um”. Essa passagem afirma que Eloim, é Um no sentido de que não há outro, ou seja, Ele é o único Deus (Êx. 20:3; Dt. 4:35,39). A palavra “único”, ligada a Deus, vem do hebraico “ehadh” que indica uma unidade composta. Quando esta palavra é indicada no sentido absoluto, é empregada a palavra “yahodh”. É preciso distinguir entre duas qualidades de unidade: unidade absoluta e unidade composta. A expressão”um homem” traz a ideia de unidade absoluta, porque se refere a uma só pessoa. Mas quando lemos que o homem e a mulher serão “uma só carne”. Essa é a unidade composta, visto que ser refere à união de duas pessoas.

2 – As três pessoas divinas são um (I Jo. 5:7,8). Com unidade de Deus queremos dizer que a natureza divina é uma unidade indivisível. Isto é, Deus não consiste de partes nem pode ser dividido em partes. Assim, a mesma essência. Eles são divisíveis apenas na unidade numérica e indivisível na unidade de Deus.

3 – A unidade absoluta não desfaz a sua individualidade (Mt, 3.16,17). - O Pai, o Filho e o Espírito Santo são constantemente citados como Pessoas separadas com operações específicas operadas por cada uma. Porém, os três cooperam unidos e num mesmo propósito, de maneira que no pleno sentido da palavra, são “um”.

Não há contradição ente o ensino da unidade de Deus e o ensino da Trindade. Com trindade queremos dizer que há três distinções eternas em uma essência divina. Estas três distinções são três pessoas, conhecidas respectivamente como Pai, Filho e Espírito Santo. Devemos portanto, buscar nas Escrituras a verdadeira doutrina da Trindade.

1 – A Trindade no Antigo Testamento (Gn. 1:1,26) Muito embora a doutrina da Trindade não fosse explicitamente mencionada no Antigo Testamente, sua origem pode ser vista nos textos bíblicos. A expressão “Deus” vem do hebraico “Elohim” que literalmente quer dizer “deuses”, pois a palavra é plural, e às se usa, em hebraico acompanhada do adjetivo plural e com verbo no plural. Todos os membros da Trindade são mencionados no Antigo testamente: a) Pai (Is. 63:16; Ml. 2:10); b) o Filho de Jeová (Sl. 2:6:7; Is. 9:6); c) o Espírito Santo (Gn. 1:2; Is. 61:1).

2 - A Trindade no Novo Testamento (II Co. 13:13). Dentro do Novo Testamento, a dourina da Trindade fica grandemente ampliada. Cada pessoa da divindade é declarada como sendo divina. a) Pai é Deus (Mt. 6:8; Gl. 1:1); b) o Filho é Deus (Jo. 1:1-4,14,18; Rm. 9:5, Cl. 2:8,9; Tt. 2:13; II Pd. 1.1); c) o Espírito Santo é Deus (Mc. 3:29; Ato 5:3,4; II co. 3:17,18). A Bíblia apresenta assim esta realidade singular e misteriosa um Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.

III – A TRINDADE E OS ATRIBUTOS

É um fato desafiador que os atributos da Divindade sejam atribuídos a cada uma das benditas Pessoas da Trindade.

1 – Eternidade. O Pai (sl. 90:2); O Filho (Cl. 1:17); O Espírito Santo (Hb. 9:14)

2 – Onipresença. O Pai (Jr. 23:24); O Filho (Mt. 18:20); O Espírito Santo (Sl. 139:7)

3 – Onisciência. O Pai (Jr. 17:10); O Filho (Ap. 2:23); O Espírito Santo (I Co. 2:10;11)

4 – Onipotência. O Pai (I Pd. 1:5); O Filho (II Co. 12.9); O Espírto Santo (Rm. 15:19)

5 – Santidade. O Pai (I Pd. 1:16); O Filho (Atos 3.14); O Espírito Santo (Lc. 12:12).

6 – Amor. O Pai (I Jo, 4:8,16); O Filho (Ef. 3:19); O Espírito Santo (Rm. 15:30).

7 – Verdade. O Pai (Jo. 7:28); O filho (Ap. 3.7); O Espirito Santo (I Jo. 5:6)


IV - A OBRA DA TRINTADE DIVINA
Além de cada obra distinta d eDeus ser realizada por uma Pessoa da Divindade, também as obras principais de Deus são atribuídas a cada uma das Três Pessoas. Podemos observar a atuação da Trindade Divina em pelo menos quatro áreas.

Na criação do universo (Gn. 1:2; Sl. 102:25; Cl. 1:16). A criação do universo foi uma realização de cada Pessoas da Trindade. Todos igualmente participaram neste empreendimento. Os atos da criação separados, ainda que completos, da parte de cada Pessoas reúnem0se na afirmação: “No princípio criou Deus (Elohim – nome que pressagia o mistério da pluralidade na unidade e a unidade na pluralidade) os céus e a terra” (Gn. 1.1)

Na criação do homem (Gn. 1:26; 2:7; Jó 33:4/ Cl. 1:16). A criação do homem é um ato criador de Deus. Este ato criador de Deus é obra das Pessoas separadas na Trindade. Houve a participação de Jeová Elohim, do Senhor Jesus e do Espírito Santo. À vista disto, Salomão adverte: “Lembra-te do teu criador (palavra plural no hebraico) nos dias da tua mocidade” (Ec. 12.1, veja ainda Is. 54:5 onde o termo “criador” também é plural).

Na salvação do homem (Jo. 3:16). O Espirito gerou o Filho (Lc. 1:35), mas de tal maneira que o filho sempre se dirige à primeira Pessoa chamando-a de Pai (Jo. 17:1-8) Cristo, o Filho, sempre faz a vontade do Pai e, para isto, recebeu o Espírito sem medida (Jo. 15:10; Lc. 3:21,22). Na sua morte houve a participação do Pai (Sl. 22:15; Rm. 8:32), do próprio Jesus (Jo. 10:18; Gl. 2:20), e do Espírito Santo (Hb. 9:14). Também na sua ressurreição podemos perceber a atuação dos três (Ato 2:24; Jo 10:18; I Pd. 3:18).

Na ressurreição da humanidade (Jo 5:21; Rm. 8.11). Mais uma vez os três estarão atuando em favor de todos os seres humanos para o Dia da Redenção. Assim a unidade e pluralidade. Ficaram demonstradas que existem na Divindade em um plano de relacionnamento acima e além do alcance da experiência humana.

O SER E A NATUREZA DE DEUS


1 – Ele deve ser adorado (Jo. 4:23,24). Crer na existência de Deus significa reconhecê-lo e adorá-lo. De acordo com Jesus, o Deus revelado nas páginas das Escrituras Sagradas é um Deus cujo natureza requer adoração espiritual e sincera. Ele tudo sabe e tudo pode. Esse fato, além de levarnos a ter mais cuidado com aquilo que falamos e fazemos, constitui-se em motivo de alegria, pois Deus está sempre ao nosso lado para nos ajudar.

2 – Ele deve ser proclamado (Atos 17:16,22-31). Parte de nossa resposta a Deus, à medida que Ele revela seu ser e natureza a nós, é torná-lo conhecido em um mundo em que Ele é largamente ignorado ou rejeitado. O mundo não é neutro, mas cheio de ídolos, isto é, falsos objetos de adoração. Somos chamados adesafiar e a confrontar os falsos deuses em o nome do Deus vivo e verdadeiro. Isto envolve espalhar o conhecimento do Deus verdadeiro através do mundo inteiro (Mt. 28:19,20).

3 – ele deve ser servido (II Co. 5:15). A única resposta adequada a Deus é servi-lo. A adoração faz parde desse serviço, que se estende a todas as áreas da vida. O serviço a Deus implica em renunciar a todos o direito e a nós mesmos e submeter nossa vontade inteiramente à vontade dEle. A melhor maneira de sermos gratos a Deus pelo seu aor é através da entrega incondicional da nossa vida para o seu serviço.

A NATUREZA DE DEUS

A Bíblia tem muitas expressões que nos falam a respeito da natureza e do caráter de Deus. Vejamos algumas dessas expressões:

1 – Deus é eterno (Êx. 15:18; Dt. 33:27; Sl. 90:2) Em relação ao tempo. Deus é eterno. Significa que Ele não tem começo nem fim; que Ele está livre de toda a passagem de tempo, e que Ele é a causa do tempo

2 – Deus é infinito (I Re. 8:27). Deus é infinito e, por isso, não está sujeito às limitações naturais e humanas. Ele está além de ser plenamente compreendido pela mente do homem (Rm 11:33-36) Com relação ao espaço, Deus caracteriza-se pela imensidade. Deus está presente em todo o espaço infinito e em todas as suas partes.

3 – Deus é espírito (Jo. 4:24). Esta declaração define a natureza de Deus como sendo espiritual. Porém, Deus e espírito com personalidade. Ele pensa, sente e fala, pode ter comunhão direta com suas criaturas feitas à sua imagem. Como ser espiritual Deus está livre de todas as limitações do corpo, embora algumas vezes os escritores bíblicos tenham de usar a figura do corpo, para ilustrar aspectos diferentes de sua atuação com relação ao homem (Êx. 6:6, Sl. 34:15)

A EXISTÊNCIA DE DEUS


Neste estudo, vamos verificar o que a Bíblia ensina a respeito da pessoa de Deus. Numa época em que tantas ideias e conceitos a respeito de Deus são divulgados. É bom verificarmos o que o próprio Deus revelou a respeido de si mesmo.

A Bíblia é a Palavra de Deus, é o único livro que pode falar, com autoridade, sobre o assunto.
É muito importante saber que a Bíblia não procura provar a existência de Deus, mas parte ddo pressuposto de que Deus existe e que se revela aos que buscam em espírito e em verdade.

NOMES DE DEUS

A palavra “Deus” não e nome. Refere-se antes a um título que usamos para designar o Ser supremo, o criador de todas as coisas. Todavia, Deus se revelou pelo nome. Os nomes na Bíblia têm significados, os quais geralmente transmitem alguma ideia quanto ao caráter da pessoa que usa o ome. Todos os nomes pelos quais o símbolo de alguma verdade relativa a Ele. Os três principais nomes da Divindade no Antigo Testamento são:

1 – Eloim 9Gn. 1:2,26,27). A Bíblia começa com a afirmação de que “Eloim” é o Criador. Este nome é frequentemente usado no Antigo Testamento, aparecendo também com El ou Eloá. Eloim é o plural, reconhecido pelo pronome plural?: “façamos”; e Eloá é o singular, este último aparecendo geralmente na poesia sagrada.

2 – Adonai (Gn. 15>1,2,8; Dt. 3.24). O significado de Adonai é “Senhor”, e é distinguido na versão portuguesa com letras maiúsculas. Este nome da Divindade aparece no Antigo Testamento com grande frequência e expressa o domínio e a possessão soberana.

3 – Jeová (Êx. 3:14; Is. 42:8) Ao revelar-se à Israel. Deus revelou-se como encontramos a expressão: “Eu sou o SENHOR: este é o meu nome”. A pronúncia “Senhor vem do tetragrama hebraico “YHWH” traduzido em pessoal e sagrado, e por isso deve se reverenciado (Êx. 20:7).

OS LIVROS APÓCRIFOS

Dependendo da editora, a Bíblia pode conter 73 livros, ou seja, 7 livros a mais: I e II Macabeus, Judite, Baruc, Tobias, Eclesiástico, Sabedoria e um acréscimo de dois capítulos (13 e 14) no livro de Daniel.

Estes 7 livros e mais estes dois capítulos acrescentados no livro de Daniel não são inspirados pelo Espírito Santo porque foram escritos num período em que Deus não falou com Israel (400 anos). Os próprios autores de tais escritos não reclamam inspiração para eles, mas confessam a falta do dom profético (I Macabeus 4:46; 9:27; 14:41).

Estes livros recebem o nome de Apócrifos. A palavra “apócrifo” é grega e significa “escondido” ou “secreto”, e foi dada a esses livros porque os seus autores são desconhecidos. A data de seus escritos e também matéria duvidosa, embora seja geralmente colocada ente os anos 200 e 100 a.C. Apesar de livros Apócritos não serem inspirados pelo Espírito Santo, são de grandes valores históricos.

O que nos leva a crer que estes livros não foram inspirados pelo Espírito Santos? Por que são os livros apócrifos rejeitados pelo protestantismo?

1º – Porque estes livros foram inseridos na Bíblia Sagrada em 1.546 no Concílio de Trento, 1200 anos depois da canonização da Bíblia Sagrada.

2º – Todos os livros do Antigo Testamento foram citados no Novo Testamento cerca de 453 vezes, mas os livros apócrifos nenhum vez (compare Hb. 2:6,7 co Sl. 8:4,5).

3º – O Senhor Jesus e Seus apóstolos nunca fizeram deles qualquer citação, Josefo (historiador judeu) rejeito-os, e Jerônimo, ao traduzir a Vulgata (versão da Bíblia em Latim) recusou reconhecê-los.

4º – Em II Macaceus 15:35-39, o autor se desculpa, se caso não tinha sido claro em sua narração, o que torna claro não ter sido divina sua inspiração.

5º – Há controvérsias nos escritos apócrifos, isto é, contradiz em alguns de seus ensinos em relação aos demais livros inspirados conforme Tobias 12:9, que nos garante que a esmola nos livra da morte, apaga o pecado e nos faz encontrar a vida eterna (salvação pelas obras). A Bíblia toda nos encina que o que nos livra da morte eterna é Jesus, mediante o nosso crer e aceitá-lo com Senhor e Salvador de nossa vida e vivermos como tal, e que nossos pecados somente serão perdoados mediante o nosso arrependimento, confissão e conversão.

6º – Falta ao apócrifos o planejamento progressivo e mútua interconecxão das Escrituras do Novo e Antigo Testamento. Erros históricos, inexatidões, e evidentes histórias e discursos de ficção aparecem.

Por estas razões os livro apócrifos não são aceitos como canônicos e por esses motivos não serao citados nestes estudos. Por outro lado, se a sua Bíblia contiver livros a mais não significa que ela não servirá para o estudo, pode usá-la normalmente, porém com esta observação que já mencionamos acima.

Capítulos e Versículos

A subdivisão da Bíblia em capítulos e versículos não foi feita pelos escritores originais, mas foi uma adição utilíssima, realizada séculos depois. Os massoretas dividiram as Escrituras Hebraicas em versículos; dai, no século 13 da Era Cristã, acrescentaram-se as divisões de capítulos. Por, fim, em 1553, a edição de Robert Estienne da Bíblia em francês foi publicada com a primeira Bíblia completa com as atuais divisões de capítulos e versículos.

Classificação Literária
A Bíblia está classificada em quatro tipos de literaturas: Históricos, poéticos, proféticos e epístolas. Vejamos como se classifica o Antigo Testamento.

1º Históricos: Incluem os livros: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juizes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester.

2º Poéticos: Começam no livro de Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares de Salomão (ou Cântico dos Cânticos).

3º Proféticos: Estão agrupados nos seguintes livros: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, não, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Vejamos agora a classificação do Novo Testamento

1º Históricos: Começando no Evangelho de Mateus, Marcos, Lucas, João e Atoso, achamos os livros históricos. Estes descrevem a história de Jesus Cristo, desde o nascimento, ministério, morte e ressureição, bem como a origem da igreja.

2º Epístolas: Ao todo são 21 epístolas (cartas), sendo que 13 delas foram escritas por Paulo. Estes são: Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Timóteo, Tito, Filemon e Hebreus. Estas são as cartas específicas para igrejas daquela época. Do livro de Tiago, I e II Pedro, I, II e III João e Judas estão as epístolas gerais.

3º Proféticos: Por fim temos o livro de Apocalipse (Revelação). Este é um livro profético escrito por João no final do 1º século na ilha de Pátimos.


em breve continua
O ECO...

Pai e filho caminhavam por uma montanha, quando de repente o
filho cai, se machuca e grita:
- Ai!
Para sua surpresa, escuta sua própria voz se repetindo em algum lugar da
montanha:
- Ai!
Curioso, o menino pergunta:
- Quem é você?
E recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado grita:
- SEU COVARDE!!!
E escuta como resposta
- SEU COVARDE!!!
O menino olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?
O pai sorri e fala:
- Meu filho, preste atenção:
Então o pai grita em direção à montanha:
- EU ADMIRO VOCÊ!!!
A voz responde:
- EU ADMIRO VOCÊ!!!
De novo, o homem grita:
- VOCÊ É UM CAMPEÃO!!!
A voz responde:
- VOCÊ É UM CAMPEÃO!!!

O menino fica espantado. Não entende. E o pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade, isso é a VIDA.

A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ, tudo o que você
DESEJA de BEM e MAL aos outros. A VIDA lhe devolverá toda a blasfêmia, inveja, incompreensão, falta de honestidade que você desejou, praguejou às pessoas que lhe cercam.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações.
Se você quer mais AMOR, COMPREENSÃO, SUCESSO, HARMONIA,
FIDELIDADE, crie mais amor, compreensão, harmonia no seu coração.
Se agir assim, a VIDA lhe dará FELICIDADE, SUCESSO, AMOR das
pessoas que lhe cercam. REFLITA... e melhore sua vida enquanto há tempo!!!

(Extraído)

Antigo Testamenteo e Novo Testamento


A Bíblia é mais do que apenas um livro. È uma valiosa biblioteca de 66 livros agrupados em duas partes: 39 livros, escritos originalmente em hebraico e aramaico, compõem o Antigo Testamento e 27 livros, escritos originalmente em grego compõem o Novo Testamento.

Hoje em dia é comum chamar as Escrituras escritas em hebraico e aramaico de “Antigo (ou Velho) Testamento”. Isto baseia na leitura de II Coríntios 3.14, em algumas versões bíblicas. No entando, o uso de “antigo (ou velho) testamento” neste texto é incorreto. A palavra “Testamento” significa originalmente “pacto, aliança”, e este acordo se refere a uma forma de perdão dos pecados instituída por Deus ao homem. O apóstolo Paulo não se referia às Escrituras Hebraicas e Aramaixas na sua inteireza. Ele, antes, estava falando do antigo pacto da Lei, registrado por Moisés no Pentateuco e que constitui apenas uma parte das Escrituras pré-cristãs. Por este motivo ele disse no próximo versículo: “sempre que se lê Moises”.

Portando não há base válida para as Escrituras Hebraicas e Aramaicas serem chadas de “Antigo (Velho) Testamento”, e para as Escrituras Gregas serem chamadas de “Novo Testamento”. O próprio Jesus Cristo chamou a coleção dos escritos sagrados de “as Escrituras” (Mt. 21.42), Mc. 14:49; Jo. 5:39). O apóstolo Paulo chamou-as de “Sagradas Escrituras” e “Sagradas Letras” (rm. 1:2; 15:4; II Tm. 3:15).


O VALOR DA VIDA
Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu de ano;
Para você perceber o valor de um mês, pergunte a uma mãe que teve um bebê prematuro;
Para você perceber o valor de uma semana, pergunte a um editor de um jornal semanal;
Para você perceber o valor de uma hora, pergunte aos amantes, que estão esperando para se encontrar;
Para você perceber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem;
Para você perceber o valor de um segundo, pergunte a alguém que conseguiu evitar um acidente;
Para você perceber o valor de um milissegundo, pergunte a alguém que ficou com a medalha de prata em uma Olimpíada.
Valorize cada momento que você tem! Lembre-se que o tempo não espera por ninguém. Ontem é história. O amanhã é um mistério. O hoje é uma dádiva, por isso é chamado de PRESENTE !!!
MINHA MÁQUINA DE ESCREVER

Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona muito bxm, com xxcxssão dx uma txcla.
Há quarxnta x duas txclas qux funciona bxm, mxnos uma x isso faz grandx difxrxnça.
Às vxzxs parxcx qux o mxu grupo ´x como minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxvxriam.
Vocx dirá: Afinal sou apxnas uma pxça sxm xsprxssão x sxm dúvida não faria difxrxnça no mxu grupo.
Xntrxtanto, uma organização para podxr progrxdir xficixntxmxntx prxcisa da participação ativa dx todos os sxs componxntxs.
Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si próprio.
“ EU SOU UMA PEÇA IMPORTANTE NO GRUPO E MEUS SERVIÇOS SÃO NECESSÁRIOS”.

Natureza da Bíblia

O escritor da carta aos Hebreus descreve algo muito interessante sobre a natureza da Palavra de Deus, dizendo: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, falou-nos neste últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo”. (Hb. 1:1,2). As duas ênfases principais nestes versículos são: 1) Deus falou no passado; 2) Deus falou nestes últimos tempos. O que Deus disse parcialmente através dos profetas,ele disse plenamente em Jesus.


1 – Palavra Eterna (Is. 40:7,8). Deus compara a duração da vida do homem tão breve como a de uma simples erva. Passamos num pedaço minúsculo da história e logo perecemos, mas a Palavra de Deus é de geração em feração, subsiste para sempre.


2 – Fonte de Vida eterna (Jo 5:39) – Os judeus tinham o hábito de examinar as Escrituras porque reconheciam que elas continham o segredo da vida eterna. Assim podemos dizer que é através do estudo, do examinar as Escrituras que encontramos a fonte da vida eterna.


3 – Fonte de Verdade (Jo. 8:32) – A verdade aqui proferida é a própria Palavra de Deus que libera o homem das amarras do pecado e de satanas. Leia também João 17.17


4 – Origem Divina (II Pd. 1:19-21; Ec. 3:14). As escrituras não vieram meramente por vontade dos homens. Elas vieram quando “os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo. A palavra que é traduzida como “movidos” significa literalmente “carregados” ou “levados”, ou “possuídos” pelo Espírito Santo, eles falaram, o que eles falaram, na verdade, era a mensagem de Deus. Assim podemos afirmar que a Bíblia não foi inventada por vontade dos homens e sim inspirada pelo Espírito Santo. È importante frisar que “toda Escritura é inspirada”, ou seja, a vontade de Deus está expressa em toda a Bíblia. E não apenas em parte dela.


5 – É viva e eficaz (Hb. 4:12-13). Este texto contém a essência de tudo o que a Palavra de Deus pode fazer nas nossas vidas. A Palavra de Deus é viva e eficaz, pois ela é capaz de fazer o que Deus pretende na vida do ser humano. Ela produz efeito e dá bons resultados (Is. 55.11). Ela é a mais penetrante do que espada de dois gumes, ela entra no homem e age de dentro para fora. Penetra na divisão de alma e do espírito, jundas e medulas, isto é, age nos nossos sentimentos, pensamentos e mexe com nossas emoções, no nosso interior.

A Palavra de Deus traz à nossa consciência o que realmente somos. Ela é apta par discernir os pensamentos (desejos) e sentimentos (intenções)


ONDE ENCONTRAR
10 Mandamentos - Exodo 20
O Filho Pródigo - Lucas 15
O Pai Nosso - Mateus 6.9-13
O Bom Samaritano - Lucas 10
As Bem Aventuranças - Mateus 5.1-12
O Bom Pastor - Salmo 23
Sermão da Montanha - Mateus 5
O QUE LER QUANDO ESTIVER...
Triste - João 14
Sentindo que a fé falhou - Hebreus 11
Em perigo - Salmos 91
Aflito - Salmos 34
Pensando que Deus está longe - Salmos 139
Sentindo-se sozinho - Salmos 23
Desanimado - Isaias 40
Preocupado - Mateus 6.19-34
Necessitando de perdão - Salmos 51
Sentindo sua vida vazia - João 15
Sentindo-se enganado - Salmos 103
Sentindo-se abandondo - Salmos 27
Com Insônia - Salmos 4.4-8
Entediado - Salmos 104.23.24-33,34
Com ciúmes - Tiago 3.13-18
Zangado - Mateus 5.9 e 22
Envelhecendo - Salmos 71