Ele
opera no mundo, agindo na vida daqueles que ainda não experimentaram
o processo de conversão. a) o Espírito Santo veio ao mundo para
convencer do pecado; b) o Espírito Santo convence o mundo da
justiça; c) o Espírito Santo convence do juízo vindouro de Deus.
A obra do Espírito Santo na Igreja de Deus.
2 –
A obra do Espírito Santo na Igreja de Deus. a) Ele faz crescer
as igrejas (Atos 9:31); b) Ele dirige a Igreja (Atos 15:28); c)
concede dos espirituais aos cristãos, visando o crescimento do Reino
de Deus (I Co. 12:7-11); d) constitui pastores sobre as igrejas,
vocacionando-os e dando-lhe capacidade (Atos 20:28).
OBRA DO ESPÍRITO SANTO
1 –
A obra do Espírito Santo na vida do ser humano. a) Ele convence
o homem do pecado, levando ao conhecimento as verdades absolutas de
Deus (Jo. 16:8); b) ele regenera o ser humano, lavando-o de seus
pecados (Tt. 3:5); c) Após a conversão, o Espírito Santo passa a
habitar no cristão (Jo. 14.17; Rm.; 8:9; I Co. 6.19); b) na
regeneração o Espírito Santo efetua uma mudança radical no homem,
concedendo-lhe um novo princípio de vida, isso é o que chamamos de
santificação (I Pd. 1:2); e) o Espírito Santo também reveste o
cristão de poder, capacitando-o para um viver santo e também para o
testemunho do evangelho (Atos 1:8)
NOMES DO ESPÍRITO SANTO
O
terceiro membro da Divindade, por ordem de revelação, é conhecido
por muitos nomes, porém faremos uma análise de quatro nomes
principais, sendo eles:
1 –
Espírito de Deus (I Jo. 4:2). Por meio deste nome, chama-se
atenção à relação especial entre o Espírito Santo e Deus Pai.
Ele é o executivo da divindade, operando tanto na esfera física
como na moral. Por meio do Espírito, Deus opera na esfera
espiritual, convertendo os pecadores, sanfiicando e sustentando os
cristãos.
2 –
Espírito de Cristo (Rm. 8:9). Por que o Espírito Santo é
chamado o Espírito de Cristo? a) Porque ele é enviado em nome de
Cristo (Jo. 14.26), b) Porque ele é enviado por Cristo (Lc. 24:49;
Jo. 16:7); c) O Espírito Santo é chamado de Espírito de Cristo
porque também foi por Deus pai (Gl. 4:6).
3 –
Espírito Santo (Lc. 3:16; 12:12). Ele é chamado Espírito
Santo, porque é Deus, e porque sua obra principal é a santificação.
O Espírito Santo veio para organizar a natureza do homem e para
opor-se a todas as suas tendências más (Jo. 16:8). A Santidade,
pois, é a mais notável característica deste membro da Divindade.
4 –
Consolador (Jo. 14:16). Jesus anunciou a vinda do Espírito Santo
como sendo “o Consolador”. Esta é a única referência a Ele por
esse nome. A palava Consolador deriva do grego “Parakletos”
significa literalmente: “Aquele que vem quando é chamado para
estar ao nosso lado, como advogado, com o propósito de nos ajudar”.
Ele satisfaz todas as necessidades do cristão com a intimidade de um
companheiro fiel e compreensivo.
O ESPÍRITO SANTO
Em toda a
Bíblia encontramos referências sobre o Espírito Santo. Não
poderia ser de outra maneira, pois as Escrituras Sagradas foram
produzidas por seu intermédio (I Pd. 1:12). Logo no início, em
Gênesis 1:2, encontramos a primeira menção da pessoa do Espírito
Santo;”... O Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.”
3 – A obra do Espírito Santo no mundo (Jo. 16:9-11). Ele opera no mundo, agindo na vida daqueles que ainda não experimentaram o processo de conversão. a) o Espírito Santo veio ao mundo para convencer do pecado; b) o Espírito Santo convence o mundo da justiça; c) o Espírito Santo convence do juízo vindouro de Deus.
No
presente estudo vamos destacar apenas os aspectos mas importantes de
ensino bíblico a respeito do Espírito Santo e da Sua obra na
Igreja.
O ESPÍRITO SANTO É:
1 –
Uma pessoa (Rm. 8:26,27). As Escrituras apresentam o Espírito
Santo com uma pessoa, e não simplesmente como uma influência,
energia ou poder em ação no mundo. Como pessoa, desempenha as
mesmas funções de um indivíduo (sentimento, vontade e intelecto).
Ele dá testemunho. Ele corrige, conforta, ensina, dirige, esforça-se
e ajuda (Rm. 15:30; Jo. 14:26; 16;8; Atos 8.29; 10;19).
2 –
Deus (Atos 5:3,4); O Espírito Santo é identificado com Deus,
Possui as mesmas qualidades ou atributos de Deus; a) está em toda a
parte (Sl. 139.7); b) tem conhecimento de todas as coisas (I Co.
2:10); c) é Todo-Poderoso, reparte os Dons conforme sua vontade (I
Co. 12:11); d) ele é o Espírito eterno (Hb. 9:14).
3 –
A Ele se atribuem as obras divinas (Gn. 1:2). Ele tomou parte
ativa na criação do mundo e é responsável pela renovação do
mesmo (Sl. 104:30). Produz novas criaturas em Cristo Jesus (Jo.
3:5). A ressurreição de Cristo é obra do Espírito Santo (Rm, 1:4;
8;11). Ele mesmo procede do Pai e de Jesus Cristo, seu Filho (Jo.
15:26; 16;7). É mencionado em pé de igualdade como o Pai e o Filho
(Mt. 28:19; II co. 13;13).
NOMES
DO ESPÍRITO SANTO
O
terceiro membro da Divindade, por ordem de revelação, é conhecido
por muitos nomes, porém faremos uma análise de quatro nomes
principais, sendo eles:
1 –
Espírito de Deus (I Jo. 4:2). Por meio deste nome, chama-se
atenção à relação especial entre o Espírito Santo e Deus Pai.
Ele é o executivo da divindade, operando tanto na esfera física
como na moral. Por meio do Espírito, Deus opera na esfera
espiritual, convertendo os pecadores, sanfiicando e sustentando os
cristãos.
2 –
Espírito de Cristo (Rm. 8:9). Por que o Espírito Santo é
chamado o Espírito de Cristo? a) Porque ele é enviado em nome de
Cristo (Jo. 14.26), b) Porque ele é enviado por Cristo (Lc. 24:49;
Jo. 16:7); c) O Espírito Santo é chamado de Espírito de Cristo
porque também foi por Deus pai (Gl. 4:6).
3 –
Espírito Santo (Lc. 3:16; 12:12). Ele é chamado Espírito
Santo, porque é Deus, e porque sua obra principal é a santificação.
O Espírito Santo veio para organizar a natureza do homem e para
opor-se a todas as suas tendências más (Jo. 16:8). A Santidade,
pois, é a mais notável característica deste membro da Divindade.
4 –
Consolador (Jo. 14:16). Jesus anunciou a vinda do Espírito Santo
como sendo “o Consolador”. Esta é a única referência a Ele por
esse nome. A palava Consolador deriva do grego “Parakletos”
significa literalmente: “Aquele que vem quando é chamado para
estar ao nosso lado, como advogado, com o propósito de nos ajudar”.
Ele satisfaz todas as necessidades do cristão com a intimidade de um
companheiro fiel e compreensivo.
OBRA DO ESPÍRITO SANTO
OBRA DO ESPÍRITO SANTO
1 –
A obra do Espírito Santo na vida do ser humano. a) Ele convence
o homem do pecado, levando ao conhecimento as verdades absolutas de
Deus (Jo. 16:8); b) ele regenera o ser humano, lavando-o de seus
pecados (Tt. 3:5); c) Após a conversão, o Espírito Santo passa a
habitar no cristão (Jo. 14.17; Rm.; 8:9; I Co. 6.19); b) na
regeneração o Espírito Santo efetua uma mudança radical no homem,
concedendo-lhe um novo princípio de vida, isso é o que chamamos de
santificação (I Pd. 1:2); e) o Espírito Santo também reveste o
cristão de poder, capacitando-o para um viver santo e também para o
testemunho do evangelho (Atos 1:8)
2 – A obra do Espírito Santo na Igreja de Deus. a) Ele faz crescer as igrejas (Atos 9:31); b) Ele dirige a Igreja (Atos 15:28); c) concede dos espirituais aos cristãos, visando o crescimento do Reino de Deus (I Co. 12:7-11); d) constitui pastores sobre as igrejas, vocacionando-os e dando-lhe capacidade (Atos 20:28).
3 – A obra do Espírito Santo no mundo (Jo. 16:9-11). Ele opera no mundo, agindo na vida daqueles que ainda não experimentaram o processo de conversão. a) o Espírito Santo veio ao mundo para convencer do pecado; b) o Espírito Santo convence o mundo da justiça; c) o Espírito Santo convence do juízo vindouro de Deus.
O
FRUTO DO ESPÍRITO SANTO.
Em
Gálatas 5.22,23, o apóstolo Paulo dá-nos uma lista de
características que nos permitem identificar a presença do Espírito
Santo na vida do cristão.
1 –
Em seu interior. O primeiro resultado da presença do Espírito
Santo no cristão é sentido através do que se manifesta em seu
interior; amor, gozo e paz. O amor aqui referido não é o afeto
sentimental entre duas pessoas. É algo mais profundo, vasto e nobre,
que faz parte essencial da vida, e a governa, e que só o Espírito
Santo pode dar.
2 –
Em sua vida exterior. O segundo resultado manifesta-se na vida
exterior; benignidade, bondade e longanimidade (longo + ânimo),
significa serena resignação, em face de injustiças. É a
capacidade de suportar maus tratos, sem procurar vingança. É
contender com pessoas exaltadas, sem contudo se irritar; é manter a
calma no meio de injúrias e calúnias.
3 –
Em seus relacionamentos. O terceiro resultado do Espírito Santo
manifesta-se no íntimo relacionamento da pessoa consigo e com os
outros: fidelidade, humildade, domínio próprio. Fidelidade
significa honestidade, lealdade para com os homens e para com Deus.
Humildade quer dizer modéstia, respeito e submissão. Por último,
temos o domínio próprio, que é o controle físico-emcional. O
único poder que, na terra, pode dar ao homem vitória sobre essas
coisas é o Espírito Santo de Deus.
ATITUDES
DO CRISTÃO PARA COM O ESPÍRITO SANTO
A Bíblia
nos orienta a respeito de nossa relação com o Espírito Santo de
Deus.
1 –
Devemos buscar a plenitude do Espírito (Ef. 5:18-21).
“Enchei-vos” está no presente, indicando uma experiência
continua. A plenitude do Espírito Santo deve ser a nossa constante
preocupação.
2 – Não
apagar a influência do Espírito Santo (I Ts. 5:19). “Não
extingais o Espírito Santo” é o mesmo que não apagar o seu fogo
(Mt. 3:11), nem desprezar os seus dons para o ministério da igreja.
Parece que alguns cristãos “precavidos” puseram em dúvida o uso
dos dons espirituais na igreja, sendo então corrigidos por Paulo.
3 –
Evitar entristecer o Espírito Santo (Ef. 4:29,30). O nosso
comportamento, as nossas atitudes e palavras, pensamentos e
sentimentos, podem entristecer o Espírito Santo, ferindo-o e
negando, na prática, o significado de Sua presença santificadora no
cristão, que é uma amostra da redenção final dEle (Ef., 1.13-14).
4 –
Não resistir à sua voz (Atos 7:51), quanto não damos ouvidos à
voz do Espírito Santo estamos entristecendo-o e resistindo à sua
correção para nossas vidas.
5 –
Não mentir ao Espírito Santo (Atos 5:3;4). Mentir ao Espírito
Santo é mentir a Deus, pois o Espírito Santo é Deus.
6 –
Não blasfemar contra o Espírito Santo (Mt. 12.31,32). A
blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição deliberada do
testemunho que o Espírito Santo dá de Cristo, de Sua palavra e de
Sua obra de convencer o homem do pecado. A blasfêmia também se
caracteriza pela atribuição das obras do Espírito Santo a Satanás.
Ao fazer isso, o homem afasta de si mesmo o único recurso que pode
levá-lo ao perdão.
7 –
Não ultrajar o Espírito Santo (Hb. 10.29). Ultrajar é o mesmo
que insultar o Espírito Santo e rebelar-se contra Ele, o qual
comunica a graça de Deus. É a tentativa de desfazer a obra do
Espírito Santo, ou seja: apostasia total (Is. 63.10).
O
BATISMO NO ESPÍRITO SANTO NAS PROFECIAS.
No
Antigo Testamento, Deus falava através dos profetas, para anunciar
as coisas vindouras. Vejamos algumas profecias a respeito do Batismo
no Espírito Santo.
1 –
O profeta Joel fala desse derramamento 750 a.C. (Joel 2:28-29). O
profeta Joel é direto e refere-se aos que seriam revestido por esse
derramamento; a) toda carne: a promessa não estava limitada a um
povo; b) os filhos(as) e anciões (a promessa não estava limitada a
uma geração); c) os servos (as). Ou seja escravos (a promessa não
discrimina classe social).
2 –
O profeta Isaías também vaticinou a respeito do Espírito Santo
(Is. 44:3). A linguagem do profeta Isaías era do conhecimento do
escriba, do sacerdote, mas também poderia compreendê-lo o humilde
camponês agricultor. Assim, todos que sabiam da importância da
chuva para terra, a fim de estar preparada para a lavoura, poderiam
entender que a obra semelhante Deus faria realizar pelo Espírito
Santo na vida da igreja. O Senhor tirara a igreja de um estado de
sequidão espiritual, de desolação, para ser uma lavoura bem regada
e produtiva (Pv. 1:23).
3 –
O profeta Zacarias se referiu à promessa mencionando o tempo do
cumprimento (Zc. 10:1). Zacarias usa o símbolo da chuva serôdia
e menciona o tempo, mesmo sem determiná-lo. A chuva temporã e
serôdia cai na estação da semeadura e da colheita do grão. Quando
a Bíblia se refere a essas chuvas no símbolo do Espírito Santo,
une as duas em ação conjunta e chama: a chuva temporã e serôdia
(Jl. 2:23). Isto porque do modo como a mesma chuva pode ser serôdia
para uma espécie de lavoura, pode também ser temporã para outra
espécie.
4 –
João Batista confirmou a profecia (Mt. 3.11; Mc. 1:8), Cerca de
3 anos e meio antes do cumprimento da profecia de Joel, João Batista
profetizou também sobre este assunto. Ao ser comissionado por Deus
para uma missão especial, João iniciou sua obrar pregando o batismo
do arrependimento, porém ele já anunciava um que batizaria com o
Espírito Santo e com fogo.
5 –
Jesus testificou que ele mesmo cumpriria Sua promessa (Lc. 24:49;
Atos 1:4-8). Cerca de 8 dias antes do cumprimento da promessa do
derramamento do Espírito Santo, o próprio Jesus profetizou. Lucas
então narra com mais detalhes a profecia de Jesus a respeito do
batismo. O Senhor Jesus confirmou toda a Palavra profética
prometendo, Ele mesmo, que os seus seguidores seriam batizados no
Espírito Santo “não muito depois daqueles dias”.
II -
O CUMPRIMENTO DA PROFECIA
1 –
O Espírito Santo seria dado após a glorificação de Jesus (Jo.
7:37-39; Atos 2:33). O tempo para o cumprimento da promessa do
batismo no Espírito Santo estava condicionado à volta de Jesus ao
Pai a Sua glorificação (Jo. 16.7). Pedro conhecia muito bem esta
doutrina, porque no Pentecostes ele a confirmou.
2 –
O Batismo no Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes (Atos
2:1-4). O Pentecostes era o tempo marcado por Deus para o
cumprimento dessa profecia. Nas festas de Israel, era a 3ª delas,
começando com a Páscoa e as Primícias. Todas elas estão
relacionadas ao plano de Deus. A Páscoa cumpriu-se com a morte de
Jesus, cordeiro pascoal (I Co. 5.7). As Primícias se cumpriram com a
ressurreição de Jesus dentro os mortos (I Co. 15:20,23). O
Pentecostes acontecia 50 dias depois de contar do dia 16 de Abibe
(Lv. 23:9-16). que era um dia depois da Páscoa. Assim o Senhor Jesus
foi morto, sepultado e ressuscitou ao 3º dia. Passou 40 dias com os
discípulos e foi levado aos céus (Atos 1:1,2). Completados os 50
dias, acontecia a festa do Pentecostes em Jerusalém (Atos 2:1). Foi
exatamente nesse tempo que a promessa foi cumprida, estando os
discípulos reunidos no cenáculo.
COMO
RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
1 –
Precisamos crer em Cristo (Mc. 16:17-18). Para receber o batismo
no Espírito Santo, o indivíduo tem que crer em Jesus, pois é
impossível que uma pessoa não creia nEle e receba esse batismo (Jo.
14:16, 17); Rm. 8.16).
2 –
Devemos obedecer a Deus (Atos 5.32). O texto é enfático: Deus
só pode conceder esse dom aqueles que lhe obedecem. Se existe
qualquer elemento de rebelião no coração do indivíduo, primeiro
terá de acertar as contas por meio de uma entrega total a Deus,
confessando seus pecados e sendo purificado dos mesmos. (Is. 59.1,2;
I Jo. 1:7).
3 –
Devemos pedir o Espírito Santo (Lc. 11:13). Aqui se vê a
bondade, a generosidade, a disposição e a imparcialidade do nosso
Pai celestial. Ele pode dar o Espírito Santo a todos os que lho
pedirem (Atos 2:39).
4 –
Devemos crer (Jo. 7:39; Gl. 3:14). A fé em Deus consiste numa
total ausência de dependência de nós mesmos ou de outros, e no
conhecimento de que só Deus tem aquilo de que precisamos e
desejamos. Temos de acreditar que ele dará seus dons de graça, e
que dará livremente na medida em que satisfizermos as condições
por ele impostas e pedirmos individualmente os dons prometidos.
QUANTO ORAR?
SEMPRE (I Ts. 5:17). A oração deve ser a nossa atitude
constante, pois ela é tanto uma atitude como uma atividade. A
atitude de devoção a Deus poder ser sem cessar, mesmo que atividade
não for sem cessar.
MOMENTO ESPECÍFICOS QUE SEPARAMOS EXCLUSIVAMENTE PARA ORAÇÃO
(Mt. 6:6). Aqui Jesus fala de um tipo de ou forma de oração
individual, isto é, somente nós e Deus. Este momento de oração é
essencial para nós. A porta fechada é de extrema importância
espiritual. Pos a porta fechada tem duplo efeito: ela exlcui e
encerra.
EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA (Ne. 2:4). A oração pode ser
feita em qualquer lugar, em qualquer circunstçância e em qualquer
momento que nos vermos diante de uma dificuldade ou ao necessitarmos
de uma resposta divina.
PUBLICAMENTE (Atos 4:23-31). A oração pública é aquele que
fazemos junto com outras pessoas. É também chamada de oração
coletiva. Apesar de Jesus incentivar a oração particular (no nosso
quarto), também orava em público (Lc. 10:21,22; Jo. 11:41,42).
ELEMENTOS DA ORAÇÃO
LOUVOR E ADORAÇÃO (Atos 16:24-26; Ap. 4:11). Uma parte
importante da oração é o louvor e adoração, pois é a expressão
de puro amor a Deus, da mesma forma que as petições indicam as
necessidades de uma pessoa, o louvor e adoração refletem a atitude
de uma pessoa para com Deus.
AÇÕES DE GRAÇA (I Ts. 5:18). É o reconhecimento cheio de
gratidão de que Deus está interessado em nossas vidas. A oração
não é só para pedir, mas muita mais, para agradecer. Ao orarmos
devemos tomar tempo para expressar ao Senhor a nossa apreciação por
Sua inúmeras bênçãos, e o nosso agradecimento por elas.
CONFISSÃO (I Jo. 1:9). Apresentar o pecado específico para
Deus é um elemente fundamental para a oração eficaz. Confessar
significa literalmente “dizer amesma coisa que Deus diz com
respeito ao pecado” ou “ter a mesma visão que Deus tem”.
INTERCESSÃO (Atos 12:5-10; I Tm. 2:1). É a oração em favor
de outras pessoas. Devemos orar pela autoridades constituídas, para
que tenhamos paz e também pela ampliação do reino de Deus na
terra.
PETIÇÃO (Jr. 29.12,13; Jo.
16:24). Consiste em apresentarmos nossos pedidos pessoais
a Deus, pois a oração sempre vem de um senso de necessidade. A
necessidade unida com a fé resulta em recompensa daqueles que buscam
a Deus diligentemente. Até mesmo Deus conhece nossas necessidades
antes de lhe pedirmos e tem prazer em supri-las (Fl. 4:19).
OBSTÁCULOS À ORAÇÃO
NÃO
PEDIR COM FÉ (Tg. 1:5-8). A verdadeira oração exige fé, sem
vacilações (Hb. 11:6). Tiago não apenas encoraja-nos a orarmos,
mas também enfatiza que a oração precisa estar no contexto da
confiança em Deus. Duvidar, aqui, refere-se à indecisão e
aplica-se à pessoa que deseja tanto confiar em Deus quanto andar em
seu próprio caminho.
PEDIR
COM MOTIVOS ERRADOS (Tg. 4:3). Muito do que pedimos a Deus não é
o melhor, Pedimos muitas vezes e não recebemos porque pedimos mal.
São os deleites, os prazeres, que nos levam a pedir mal, de forma
deslocada da vontade divina. Uma condição da oração eficaz é que
nós devemos ser desinteressados. Devemos colocar em primeiro lugar o
Reino de Deus e a sua vontade.
PECADOS
NÃO CONFESSADOS (Sl. 66:18; Pv. 28:13).
Deus é um Deus santo. Não há pecado Nele e Ele não tolerará o
pecado. Estes versículos se referem a pecado na vida dos Seus
filhos. Quando Ele diz que não ouvirá ele está falando de ouvir
provavelmente os pedidos feitos em oração, pois o pecado nos afasta
de Deus (Is. 59:1,2).
DESOBEDIÊNCIA
À LEI DE DEUS (Pv. 28:9). A
oração daquele que, deliberadamente, desobedece à Palavra se torna
abominável diante de Deus, pois a transgressão da lei constitui-se
em pecado (I Jo. 3:4), e Deus, sendo Santo, não pode compactuar com
ele.
USAR
REPETIÇÕES VAZIAS E ORAR PARA AGRADAR PESSOAS (Mt. 6:5-8).
Há pessoas que ensaiam orações, que programam como vão falar.
Isto não é oração; é um desempenho. Os fariseus gostavam de orar
em pé nas esquinas das praças para serem vistos e admirados pelos
homens. Jesus não condena a oração em público, mas sim a exibição
vaidosa. I ficar repetindo uma oração era uma característica dos
pagões. Tal atitude é como se a oração fosse um esforço para
vencer a má vontade de Deus em responder, cansando-se com palavras.
Jesus usa aqui o termo grego “batologeo” (vãs repetições,
falar sem pensar), que significa emitir sons sem sentido, tal qual
fazem alguns cristãos quando oram sem saber o que realmente estão
falando com Deus.
PROBLEMAS
NA VIDA FAMILIAR (I Pd. 3:7).
Uma atitude errada do marido para com a mulher, ou vice versa, pode
ser nocivo à oração do casal. Como podem orar juntos, se atitudes
de inimizade e atos de ressentimento e desdém se lhes interpõem?
Ressentimentos que se originam da conduta egoísta no lar torna
impossível a oração eficaz. A oração eficaz tem de ser “sem
ira e rancor” (I Tm. 2:8).
SEGREDOS DA ORAÇÃO
PEDIR
E CRER (Mt. 21:22). Deus deseja atender, mas quer que nós
peçamos. Isto não significa que Deus desconheça as nossas
necessidades. Ele sabe o que precisamos antes mesmo que lho peçamos
(Mt. 6:8). Mas Deus quer que reconheçamos a nossa dependência Dele
(Atos 17:25).
PEDIR
DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS (I Jo. 5:14:25). “Se pedirmos
alguma coisa segundo a Sua palavra, ele nos ouve”. A condição é:
segundo a sua vontade. Portanto, Deus não atende uma oração
egoísta que não é feita segundo a Sua palavra, a Bíblia. (Sl.
37:4; I Jo. 3.22). A vontade de Deus deve sempre estar em primeiro
lugar em nossas orações.
ORAR
EM NOME DE JESUS (Jo. 16.23;24) Orar em nome de Jesus significa
mais do que simplesmente mencionar-lhe o nome começo e fim da
oração. Significa a aceitação do seu sacrifício, a crença nas
Sua promessas e o fazer as Suas obras.
CONFIAR
NA INTERCESSÃO DO ESPÍRITO SANTO (Rm. 8:26). O Espírito Santo
está constantemente intercedendo em favor do homem. Ele atua em
nosso coração, ocasionando orações de arrependimento, louvor e
ações de graças. A ajuda do Espírito Santo é necessária por
causa da fraqueza e ignorância humana.
SER
PERSEVERANTE (Lc. 11:5-13). Devemos perseverar orando, quanto
aparentemente a resposta demora. A benção de Deus é às vezes
retardada para que examinemos nossa condição e vejamos as falhas do
nosso caráter, ou para nos provar a fé.
ORAR
COM SINCERIDADE (Hb. 10:22). Não adiante tentarmos enganar a
Deus com orações fingidas, ou mostrarmos uma espiritualidade que
não possuímos, ou ainda usarmos palavras que nem mesmo nós
entendemos. Uma oração insincera, pretensiosa é sempre uma
abominação para Deus (Lc. 18:9-14). Nossas orações devem ser
simples, diretas e sinceras.
A ORAÇÃO
Oração
é comunicação com Deus. É um diágolo entre duas pessoas que se
amam mutuamente: Deus e o Homem”. Deus está interessado em tudo o
que você faz. Assim sendo, Ele tem prazer na oração de seus filhos
(Pv. 15.8). comunicar-se com Deus é um dos grandes privilégios
daqueles que já se tornaram filhos de Deus. A oração, dessa forma,
é um dos elementos básicos da vida cristã.
PRECISAMOS
APRENDER A ORAR – LUCAS 11:1
Pela
observação, os discípulos verificaram que na vida de Jesus a
oração era o segredo do poder, isso forneceu a ocasião para o
pedido dos discípulos. Era comum um discípulo pedir instruções do
seu rabi (mestre) quanto à oração, principalmente estes, que agora
estavam vivendo uma nova vida em Cristo, pois esta constitui o
segredo da vitória sobre a tentação e o pecado.
PROPÓSITOS
DA ORAÇÃO
GLORIFICAR
A DEUS (Jo. 14:13,14). Jesus prometeu aos discípulos que faria
tudo o que estes pedissem em seu nome, isto é, coerente com a sua
natureza reveladora por sua vida terrena. Ao atender estes pedidos,
feitos em oração, o nome do Pai poderia ser glorificado, isto é
exaltado pelos homens.
SATISFAZER
AS NOSSAS NECESSIDADES BÁSICAS (Hb. 4:16). Segundo o escritor
aos Hebreus podemos, com ousadia e confiança, nos aproximar do trono
da graça, com a plena certeza de que encontraremos ajuda para nossas
necessidades pessoais, e isso o que fazemos através da oração.
OBTER
RESPOSTAS DE DEUS PARA SITUAÇÃO ESPECÍFICAS (Mt. 7:7,8).
Pedi, buscai, batei siginifica primeiramente uma predisposição para
Deus, para sua instrução, orientação ou dádivas. Pode ser que a
pessoa não receba o que pede, não encontre o que busca, e a porta
que se está batendo pode não ser a a que se abrirá; mas a certeza
é que, onde houver pedidos, haverá resposta, onde houver busca,
haverá encontro, e onde houver batidas insistente, Deus abrirá a
porta.
OBTER
VITÓRIA SOBRE AS TENTAÇÕES (Mt. 26:41; Ef. 6:10-18). A ordem
para vigiar e orar não era somete para os discípulos, mas para
todos os cristãos, em todas as épocas, para suportarem as provas e
tentações. Nessa vigilância e oração estão os verdadeiros
armamentos para a guerra.do cristão (II Co. 10:3-5).
APRESENTAR
A DEUS AS NOSSAS PREOCUPAÇÃO (Fl. 4:6;7). Oração é mais do
que pedir, porém pode pedir. A fé pode pedir, mas nunca exigir.
Pedir e confiar no outro. Exigir é confiar em si mesmo. É preciso
que apresentemos os nossos pedidos diante de Deus, não que Deus
queira ser informado ou que roguemos a ele. É que precisamos pedir,
para nos havermos com as nossas necessidades, reconhecê-las e
procurar solucioná-las
SEGREDOS
DA ORAÇÃO
PEDIR
E CRER (Mt. 21:22). Deus deseja atender, mas quer que nós
peçamos. Isto não significa que Deus desconheça as nossas
necessidades. Ele sabe o que precisamos antes mesmo que lho peçamos
(Mt. 6:8). Mas Deus quer que reconheçamos a nossa dependência Dele
(Atos 17:25).
PEDIR
DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS (I Jo. 5:14:25). “Se pedirmos
alguma coisa segundo a Sua palavra, ele nos ouve”. A condição é:
segundo a sua vontade. Portanto, Deus não atende uma oração
egoísta que não é feita segundo a Sua palavra, a Bíblia. (Sl.
37:4; I Jo. 3.22). A vontade de Deus deve sempre estar em primeiro
lugar em nossas orações.
ORAR
EM NOME DE JESUS (Jo. 16.23;24) Orar em nome de Jesus significa
mais do que simplesmente mencionar-lhe o nome começo e fim da
oração. Significa a aceitação do seu sacrifício, a crença nas
Sua promessas e o fazer as Suas obras.
CONFIAR
NA INTERCESSÃO DO ESPÍRITO SANTO (Rm. 8:26). O Espírito Santo
está constantemente intercedendo em favor do homem. Ele atua em
nosso coração, ocasionando orações de arrependimento, louvor e
ações de graças. A ajuda do Espírito Santo é necessária por
causa da fraqueza e ignorância humana.
SER
PERSEVERANTE (Lc. 11:5-13). Devemos perseverar orando, quanto
aparentemente a resposta demora. A benção de Deus é às vezes
retardada para que examinemos nossa condição e vejamos as falhas do
nosso caráter, ou para nos provar a fé.
ORAR
COM SINCERIDADE (Hb. 10:22). Não adiante tentarmos enganar a
Deus com orações fingidas, ou mostrarmos uma espiritualidade que
não possuímos, ou ainda usarmos palavras que nem mesmo nós
entendemos. Uma oração insincera, pretensiosa é
OBSTÁCULOS
À ORAÇÃO
NÃO
PEDIR COM FÉ (Tg. 1:5-8). A verdadeira oração exige fé, sem
vacilações (Hb. 11:6). Tiago não apenas encoraja-nos a orarmos,
mas também enfatiza que a oração precisa estar no contexto da
confiança em Deus. Duvidar, aqui, refere-se à indecisão e
aplica-se à pessoa que deseja tanto confiar em Deus quanto andar em
seu próprio caminho.
PEDIR
COM MOTIVOS ERRADOS (Tg. 4:3). Muito do que pedimos a Deus não é
o melhor, Pedimos muitas vezes e não recebemos porque pedimos mal.
São os deleites, os prazeres, que nos levam a pedir mal, de forma
deslocada da vontade divina. Uma condição da oração eficaz é que
nós devemos ser desinteressados. Devemos colocar em primeiro lugar o
Reino de Deus e a sua vontade.
PECADOS
NÃO CONFESSADOS (Sl. 66:18; Pv. 28:13).
Deus é um Deus santo. Não há pecado Nele e Ele não tolerará o
pecado. Estes versículos se referem a pecado na vida dos Seus
filhos. Quando Ele diz que não ouvirá ele está falando de ouvir
provavelmente os pedidos feitos em oração, pois o pecado nos afasta
de Deus (Is. 59:1,2).
DESOBEDIÊNCIA
À LEI DE DEUS (Pv. 28:9). A
oração daquele que, deliberadamente, desobedece à Palavra se torna
abominável diante de Deus, pois a transgressão da lei constitui-se
em pecado (I Jo. 3:4), e Deus, sendo Santo, não pode compactuar com
ele.
USAR
REPETIÇÕES VAZIAS E ORAR PARA AGRADAR PESSOAS (Mt. 6:5-8).
Há pessoas que ensaiam orações, que programam como vão falar.
Isto não é oração; é um desempenho. Os fariseus gostavam de orar
em pé nas esquinas das praças para serem vistos e admirados pelos
homens. Jesus não condena a oração em público, mas sim a exibição
vaidosa. I ficar repetindo uma oração era uma característica dos
pagões. Tal atitude é como se a oração fosse um esforço para
vencer a má vontade de Deus em responder, cansando-se com palavras.
Jesus usa aqui o termo grego “batologeo” (vãs repetições,
falar sem pensar), que significa emitir sons sem sentido, tal qual
fazem alguns cristãos quando oram sem saber o que realmente estão
falando com Deus.
PROBLEMAS
NA VIDA FAMILIAR (I Pd. 3:7).
Uma atitude errada do marido para com a mulher, ou vice versa, pode
ser nocivo à oração do casal. Como podem orar juntos, se atitudes
de inimizade e atos de ressentimento e desdém se lhes interpõem?
Ressentimentos que se originam da conduta egoísta no lar torna
impossível a oração eficaz. A oração eficaz tem de ser “sem
ira e rancor” (I Tm. 2:8).
ELEMENTOS
DA ORAÇÃO
LOUVOR E ADORAÇÃO (Atos 16:24-26; Ap. 4:11). Uma parte
importante da oração é o louvor e adoração, pois é a expressão
de puro amor a Deus, da mesma forma que as petições indicam as
necessidades de uma pessoa, o louvor e adoração refletem a atitude
de uma pessoa para com Deus.
AÇÕES DE GRAÇA (I Ts. 5:18). É o reconhecimento cheio de
gratidão de que Deus está interessado em nossas vidas. A oração
não é só para pedir, mas muita mais, para agradecer. Ao orarmos
devemos tomar tempo para expressar ao Senhor a nossa apreciação por
Sua inúmeras bênçãos, e o nosso agradecimento por elas.
CONFISSÃO (I Jo. 1:9). Apresentar o pecado específico para
Deus é um elemente fundamental para a oração eficaz. Confessar
significa literalmente “dizer amesma coisa que Deus diz com
respeito ao pecado” ou “ter a mesma visão que Deus tem”.
INTERCESSÃO (Atos 12:5-10; I Tm. 2:1). É a oração em favor
de outras pessoas. Devemos orar pela autoridades constituídas, para
que tenhamos paz e também pela ampliação do reino de Deus na
terra.
PETIÇÃO (Jr. 29.12,13; Jo.
16:24). Consiste em apresentarmos nossos pedidos pessoais
a Deus, pois a oração sempre vem de um senso de necessidade. A
necessidade unida com a fé resulta em recompensa daqueles que buscam
a Deus diligentemente. Até mesmo Deus conhece nossas necessidades
antes de lhe pedirmos e tem prazer em supri-las (Fl. 4:19).
QUANTO
ORAR?
SEMPRE (I Ts. 5:17). A oração deve ser a nossa atitude
constante, pois ela é tanto uma atitude como uma atividade. A
atitude de devoção a Deus poder ser sem cessar, mesmo que atividade
não for sem cessar.
MOMENTO ESPECÍFICOS QUE SEPARAMOS EXCLUSIVAMENTE PARA ORAÇÃO
(Mt. 6:6). Aqui Jesus fala de um tipo de ou forma de oração
individual, isto é, somente nós e Deus. Este momento de oração é
essencial para nós. A porta fechada é de extrema importância
espiritual. Pos a porta fechada tem duplo efeito: ela exlcui e
encerra.
EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA (Ne. 2:4). A oração pode ser
feita em qualquer lugar, em qualquer circunstçância e em qualquer
momento que nos vermos diante de uma dificuldade ou ao necessitarmos
de uma resposta divina.
PUBLICAMENTE (Atos 4:23-31). A oração pública é aquele que
fazemos junto com outras pessoas. É também chamada de oração
coletiva. Apesar de Jesus incentivar a oração particular (no nosso
quarto), também orava em público (Lc. 10:21,22; Jo. 11:41,42).
FÉ
A
NECESSIDADE DA FÉ NA VIDA CRISTÃ
ELA
APROXIMA O HOMEM DE DEUS (Hb. 10:22,23). O Objetivo da verdadeira
religião é aproximar o homem de Deus. Aqueles que se aproximam de
Deus precisam crer em duas coisas: primeiro, que Ele existe;
segundo, que ele é galardoador dos que o buscam. Não basta apenas
crer que Deus existe, é preciso também crer que ele e se importa
conosco.
ELA
ABRE O CAMINHO DA SALVAÇÃO (Rm. 10:8-10). A fé é útil, não
significando simplesmente uma bagagem religiosa, informação ou
crença. Ela é mas que entendimento ou compreensão. Ela é algo
capaz de modificar a sua vida, pois fé é ação. Muitas pessoas que
ser consideram cristãs crêem que Jesus morreu na cruz pela salvação
do mundo, mas até hoje não confiaram nEle por um ato pessoal de fé.
Crer em Jesus não salva ninguém. Para ser salvo de seus pecados
você precisa depositar sua fé em Jesus. A fé que salva não é fé
na doutrina da salvação; tampouco cristã. A fé é um ato de
entrega pessoal a Deus.
COMO
RECEBER A FÉ
PELA
LEITURA DA PALAVRA DE DEUS (Rm. 10.17). Quanto a isto não há
segredo: de nada serve À vida espiritual aquele fé natural que todo
mundo possui, e que nos ajuda a viver neste mundo. Para ele só
adianta a fé em Deus, fé esta que é gerada pelo fato de ouvirmos e
lermos a Palavra de Deus. É importante perceber a grande diferença
entre inspiração, entusiasmo e fe genuína. As pessoas podem ser
inspiradas por outros a fazerem certas coisas, ou ficarem
entusiasmada com o que outras fazem ou dizem, porém a fé genuína é
unicamente baseada na Palavra de Deus e tem como único propósito
fazer ou pedir coisas que agradem a Deus (I Jo. 5:4,14,15).
A FÉ
RESULTA DE UMA ACEITAÇÃO DO TESTEMUNHO OU EVIDÊNCIA (Jo. 5:46,47).
As Escrituras indicam claramente que a fé é produzida pela
aceitação da evidência concernente a Cristo. Esta passagem
demonstra claramente que a fé cristã, como toda outra fé, deve
repousar sobre o testemunho de Jesus, que é anunciada tanto nos
livros de Moisés
(o Pentateuco), nos Profetas, como também nas palavras de Jesus. (Lc. 24:27).
(o Pentateuco), nos Profetas, como também nas palavras de Jesus. (Lc. 24:27).
A FÉ
E A OBEDIÊNCIA
Muitas
pessoas estão confundidas sobre a exata relação de fé e
obediência. Alguns sentem que há um conflito entre as duas. Contudo
um estudo mais cuidadoso das Escrituras indicará que em vez da fé e
obediência sendo duas ações separadas elas são realmente duas
partes de um todo.
A
OBEDIÊNCIA DA FÉ (Rm. 1:5, At. 6:7). O que Paulo quer dizer por
“obediência da Fé”? É a obediência que a fé produz ao corpo
objetivo de ensinamentos encontrados abundantemente nas Escrituras,
Paulo está afirmando que o evangelho deve ser pregado para produzir
obediência que é produzida pela fé divina.
A
OBEDIÊNCIA É SIMPLESMENTE A FÉ EM AÇÃO (Tg. 2:14-26). Isto é
o que Tiago pretendeu dizer quando disse que a fé, se não
expressada em obediência ou ação, não é verdadeira fé. Até
mesmo os demônios crêem que Jesus existe, mas sua fé nunca resulta
em obediência. Um homem não tem a verdadeira fé a menos que ela o
guie em obediência a Deus.
OS
RESULTADOS DA FÉ
A
importância da fé não pode ser ignorada, uma vez que é o mais
alto princípio na vida cristã.
A FÉ
ASSEGURA A SALVAÇÃO PARA O HOMEM (Atos 15:9; Ef. 2:8). em todos
os tempos, Deus tem salvado o homem e o abençoado com o princípio
de ´fe. Como foi afirmado antes, quando as Escrituras falam em ser
servo pela fé, é endendido que esta fé é manifestada em
obediência.
A FÉ
AGRADA A DEUS (Hb. 11:6). Talves o maior insulto que o homem faz
a Deus, é duvidar da Sua Palavra (a Bíblia). Jesus repreendeu os
seus discípulos por causa da fraqueza muitas vezes mais do que por
causa de qualquer fala. A dúvida demonstra a nossa falda de
confiança no amor, na graça e no perdão de Deus para abençoar o
homem.
A FÉ
TRAZ PAZ E JUSTIFICAÇÃO AO CORAÇÃO DO HOMEM (Rm. 5:1). Jesus
afirmou que o conforto para as tristezas e incertezas só seria
achado na genuína fé em Deus e também nele. A fé é indispensável
a uma vida feliz, e só é feliz aquele que está em paz com Deus.
Neste contato com o Criador é fundamental demonstrar fé nEle.
DOUTRINA DA FÉ
Não
existe no mundo uma única pessoa que não tenha fé; a própria vida
o prova quando fazemos coisas que exigem uma certa dose de convicção.
Esse é o tipo de convicção que chamamos de fé natural. Mas entre
tantas demonstrações de fé, falta ainda no coração do homem
aquela fé essencial, sem a qual ele não pode viver em paz; a fé em
Deus. Neste estudo vamos aprender sobre a “fé” que é o termo
usado para identificar a verdade que o cristão dá crédito ou como
qualquer outro termo para o cristianismo (Jd. 3).
DEFINIÇÃO
DE FÉ
Em
Hebreus 11.1 encontramos a definição clássica de fé cristã:
“Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção
de fatos que não se vêem”. Assim pois:
FÉ
ESPERANÇA NO FUTURO (Rm. 4:16-21; Hb. 11:17-19). Ao contrário
do que muitos pensam, a fé não cria as coisas pela quais esperamos.
A fé não transforma a vida em um sonho com os olhos abertos. Pelo
contrário, a fé traz, para o presente, as coisas que Deus já
preparou para nós no futuro, e as torna reais agora. Ela basera-se
na mais clara luz que Deus pode dar ao homem e nas suas inabaláveis
promessas.
FÉ É
CONVICÇÃO DE FATOS. Quando o escritor aos Hebreus diz que a fé
é “a convicção de fatos que não se vêem”, está querendo nos
dizer que a fé cristã não é uma emoção caprichosa,
transitória. Ela se apoia na rocha da convicção de que as grandes
realidades da vida são as coisas que não vemos. Desta forma, a
convicção nos dá a firme certeza de que as melhores bençãos de
Deus ainda estão no futuro.
A
NECESSIDADE DA FÉ NA VIDA CRISTÃ
ELA
APROXIMA O HOMEM DE DEUS (Hb. 10:22,23). O Objetivo da verdadeira
religião é aproximar o homem de Deus. Aqueles que se aproximam de
Deus precisam crer em duas coisas: primeiro, que Ele existe;
segundo, que ele é galardoador dos que o buscam. Não basta apenas
crer que Deus existe, é preciso também crer que ele e se importa
conosco.
ELA
ABRE O CAMINHO DA SALVAÇÃO (Rm. 10:8-10). A fé é útil, não
significando simplesmente uma bagagem religiosa, informação ou
crença. Ela é mas que entendimento ou compreensão. Ela é algo
capaz de modificar a sua vida, pois fé é ação. Muitas pessoas que
ser consideram cristãs crêem que Jesus morreu na cruz pela salvação
do mundo, mas até hoje não confiaram nEle por um ato pessoal de fé.
Crer em Jesus não salva ninguém. Para ser salvo de seus pecados
você precisa depositar sua fé em Jesus. A fé que salva não é fé
na doutrina da salvação; tampouco cristã. A fé é um ato de
entrega pessoal a Deus.
COMO
RECEBER A FÉ
PELA
LEITURA DA PALAVRA DE DEUS (Rm. 10.17). Quanto a isto não há
segredo: de nada serve À vida espiritual aquele fé natural que todo
mundo possui, e que nos ajuda a viver neste mundo. Para ele só
adianta a fé em Deus, fé esta que é gerada pelo fato de ouvirmos e
lermos a Palavra de Deus. É importante perceber a grande diferença
entre inspiração, entusiasmo e fe genuína. As pessoas podem ser
inspiradas por outros a fazerem certas coisas, ou ficarem
entusiasmada com o que outras fazem ou dizem, porém a fé genuína é
unicamente baseada na Palavra de Deus e tem como único propósito
fazer ou pedir coisas que agradem a Deus (I Jo. 5:4,14,15).
A FÉ
RESULTA DE UMA ACEITAÇÃO DO TESTEMUNHO OU EVIDÊNCIA (Jo. 5:46,47).
As Escrituras indicam claramente que a fé é produzida pela
aceitação da evidência concernente a Cristo. Esta passagem
demonstra claramente que a fé cristã, como toda outra fé, deve
repousar sobre o testemunho de Jesus, que é anunciada tanto nos
livros de Moisés
(o Pentateuco), nos Profetas, como também nas palavras de Jesus. (Lc. 24:27).
(o Pentateuco), nos Profetas, como também nas palavras de Jesus. (Lc. 24:27).
A FÉ
E A OBEDIÊNCIA
Muitas
pessoas estão confundidas sobre a exata relação de fé e
obediência. Alguns sentem que há um conflito entre as duas. Contudo
um estudo mais cuidadoso das Escrituras indicará que em vez da fé e
obediência sendo duas ações separadas elas são realmente duas
partes de um todo.
A
OBEDIÊNCIA DA FÉ (Rm. 1:5, At. 6:7). O que Paulo quer dizer por
“obediência da Fé”? É a obediência que a fé produz ao corpo
objetivo de ensinamentos encontrados abundantemente nas Escrituras,
Paulo está afirmando que o evangelho deve ser pregado para produzir
obediência que é produzida pela fé divina.
A
OBEDIÊNCIA É SIMPLESMENTE A FÉ EM AÇÃO (Tg. 2:14-26). Isto é
o que Tiago pretendeu dizer quando disse que a fé, se não
expressada em obediência ou ação, não é verdadeira fé. Até
mesmo os demônios crêem que Jesus existe, mas sua fé nunca resulta
em obediência. Um homem não tem a verdadeira fé a menos que ela o
guie em obediência a Deus.
OS
RESULTADOS DA FÉ
A
importância da fé não pode ser ignorada, uma vez que é o mais
alto princípio na vida cristã.
A FÉ
ASSEGURA A SALVAÇÃO PARA O HOMEM (Atos 15:9; Ef. 2:8). em todos
os tempos, Deus tem salvado o homem e o abençoado com o princípio
de ´fe. Como foi afirmado antes, quando as Escrituras falam em ser
servo pela fé, é endendido que esta fé é manifestada em
obediência.
A FÉ
AGRADA A DEUS (Hb. 11:6). Talves o maior insulto que o homem faz
a Deus, é duvidar da Sua Palavra (a Bíblia). Jesus repreendeu os
seus discípulos por causa da fraqueza muitas vezes mais do que por
causa de qualquer fala. A dúvida demonstra a nossa falda de
confiança no amor, na graça e no perdão de Deus para abençoar o
homem.
A FÉ
TRAZ PAZ E JUSTIFICAÇÃO AO CORAÇÃO DO HOMEM (Rm. 5:1). Jesus
afirmou que o conforto para as tristezas e incertezas só seria
achado na genuína fé em Deus e também nele. A fé é indispensável
a uma vida feliz, e só é feliz aquele que está em paz com Deus.
Neste contato com o Criador é fundamental demonstrar fé nEle.
Arqueólogos israelentes encontraram, em Khirbet Qeiyafa, objetos que podem ter ligações com objetos dos reinados de Davi e Salomão.
Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e por Saar Ganor, da Direção Israelense de Antiguidades, são os responsáveis pela descoberta de três caixas de pedra bem talhadas, e de até 20 centímetros de altura, usadas para conservar objetos de culto divino.
Garfinkel escava há cinco anos na região, um reduto circular amuralhado de 2,3 hectares e em uma localização estratégica entre as cidades filisteias e Jerusalém, também chamado de Fortaleza Elá. "Seu meticuloso desenho responde a descrições feitas na Bíblia do palácio e do templo de Salomão", diz o professor.
Duas das caixas, de cor bege rosada, têm uma espécie de pórtico cuja descrição aparece no primeiro livro de Reis, de acordo com o pesquisador.
Foram achadas em casas da cidade e sua altura é exatamente o dobro da largura -- como em prédios achados em Jerusalém --, o que provam a conexão entre a que Garfinkel acredita que era a cidade bíblica de Shearaim e a Jerusalém de Davi e Salomão.
"Shearaim, que estava aqui no vale de Elá, significa 'Duas portas'. Esta cidade é a única da época do Primeiro Templo com duas portas, as demais tinham uma", ressalta.
O pesquisador crê que esses achados, assim como outros já revelados, reforçam o relato fidedigno encontrados na Bíblia sobre determinados eventos. Em entrevista à Agência Efe, ele disse que "quem não acredita, deverá também explicar como é possível semelhante similaridade".
Fonte: Guiame
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