II – A IMPORTÂNCIA DA GRAÇA NA VIDA CRISTÃ


1 – A salvação vem pela graça (Rm. 3.23,24). Tão somente através da graça vem a salvação. O pecador é incapaz de ajudar-se a si próprio, quanto mais pensar em sua própria salvação. A ideia da salvação foi concebida por Deus, e do céu ele enviou Seu filho para nos salvar. Portanto, salvação, é obrar divina, completa e perfeita (Ef. 2:8,9). A graça é “Dom” de Deus, ou seja uma dádiva, um presente para a humanidade (Rm. 6:23).

2 – A vida cristã depende da Graça (Tt. 2.11-14). Ignorar a graça de Deus na vida cristã é um grave erro, pois é pela graça que somos salvos, e é através dela que vivemos. Veja o que Paulo diz em Col. 2.6: “Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele.”. Como se recebe Jesus como salvador? Pela graça. A sua salvação depende única e exclusivamente da graça e toda sua vida deve ser baseada nela.

3 – A graça é liberdade para crescer (II Pd. 3.18). Um aspecto fundamental para a compreensão da vida cristã é o de que todo mundo nasce débil, pequeno e ignorante (sem conhecimento). A graça então nos proporciona o ambiente ideal para o crescimento espiritual

4 – A graça enriquece e informa (I Co. 1:4,5,26). A vida dos coríntios é marcada pela graça de Deus. Embora os coríntios sejam, em sua maioria, materialmente pobres, pela graça de Deus, são espiritualmente ricos, porque foram enriquecidos em “toda Palavra e em todo conhecimento (compreensão espiritual)”.

5 – A graça é o poder pelo qual os cristãos realizam boas obras (II Co. 9:8,14). Paulo afirma que Deus nos propicia os meios para agirmos generosamente, corretamente com relação às outras pessoas. A lição do texto é de que só podemos dar aquilo que recebemos diretamente de Deus.


A GRAÇA DE DEUS


Um dos mais belos aspectos da fé cristã é o da graça de Deus. A palavra graça vem do grego “charis” (ocorre 156 vezes no Novo Testamento) e significa favor imerecido, referindo-se sempre ao infinito amor de Deus e a tudo que Seu amor O levou a fazer para a nossa salvação. A graça de Deus não somente abrange o imerecido favor estendido aos pecadores, mas também a dádiva de poder habilitar Seus filhos a cumprirem a Sua vontade. Sobre este assunto existem três posições teológicas, sendo que duas são extremas, e uma moderada.

1 – DOUTRINAS SOBRE A GRAÇA

1 – A doutrina da segurança eterna (Rm. 6:1,2; Jd. 4). Esta doutrina garante que, uma vez aceito o pecador como filho de Deus, nada do que ele venha fazer o pode arrebatar de Sua mãos. Se assim fosse, a graça de Deus não passaria de simples licença para pecar.

2 – A doutrina da salvação pelas obras. (Gl. 5:4). Há os que temem a graça de Deus; que suspeitam da bondade divina. Para eles a santificação é resultado de um esforço de sua própria vontade, condicionada a sua salvação na obediência à lista de proibições e regulamentos ensinados pela sua igreja.

3 – A doutrina da salvação pela graça (II Co. 8:9). em Adão todos nós herdamos o pecado e perdemos o direito da vida eterna. Porém, em Jesus Cristo veio a este mundo para atribuir-nos este direito.


II – A IMPORTÂNCIA DA GRAÇA NA VIDA CRISTÃ

1 – A salvação vem pela graça (Rm. 3.23,24). Tão somente através da graça vem a salvação. O pecador é incapaz de ajudar-se a si próprio, quanto mais pensar em sua própria salvação. A ideia da salvação foi concebida por Deus, e do céu ele enviou Seu filho para nos salvar. Portanto, salvação, é obrar divina, completa e perfeita (Ef. 2:8,9). A graça é “Dom” de Deus, ou seja uma dádiva, um presente para a humanidade (Rm. 6:23).

2 – A vida cristã depende da Graça (Tt. 2.11-14). Ignorar a graça de Deus na vida cristã é um grave erro, pois é pela graça que somos salvos, e é através dela que vivemos. Veja o que Paulo diz em Col. 2.6: “Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele.”. Como se recebe Jesus como salvador? Pela graça. A sua salvação depende única e exclusivamente da graça e toda sua vida deve ser baseada nela.

3 – A graça é liberdade para crescer (II Pd. 3.18). Um aspecto fundamental para a compreensão da vida cristã é o de que todo mundo nasce débil, pequeno e ignorante (sem conhecimento). A graça então nos proporciona o ambiente ideal para o crescimento espiritual

4 – A graça enriquece e informa (I Co. 1:4,5,26). A vida dos coríntios é marcada pela graça de Deus. Embora os coríntios sejam, em sua maioria, materialmente pobres, pela graça de Deus, são espiritualmente ricos, porque foram enriquecidos em “toda Palavra e em todo conhecimento (compreensão espiritual)”.

5 – A graça é o poder pelo qual os cristãos realizam boas obras (II Co. 9:8,14). Paulo afirma que Deus nos propicia os meios para agirmos generosamente, corretamente com relação às outras pessoas. A lição do texto é de que só podemos dar aquilo que recebemos diretamente de Deus.



III – LEI E GRAÇA NO ANTIGO TESTAMENTO

Muitas pessoas não conseguem perceber que a lei e a graça revelam o mesmo aspecto da natureza divina. Se por um lado a lei revela a justiça~e santidade de Deus, por outro, a Graça revela o seu lado misericordioso, amoroso e benigno. A graça sempre se manifestou aos homens, mesmo no antigo testamento.

1 – A graça no jardim do Éden (Gn. 3:15; II Tm. 1:9). A graça já era plano de Deus antes mesmo da quedo do homem. No Éden encontramos a promessa de um salvador e Redentor da humanidade. Este Salvador poria fim ao poder de Satanás em enganar a humanidade, conduzindo-a ao pecado.

2 – A graça de Deus na morte do cordeiro (Gn. 3:21; Ap. 13:8). Por causa do pecado do homem um cordeiro teve de ser sacrificado. O sangue de um inocente foi derramado e a pele do animal serviu como vestimenta (justiça). Este cordeiro, de acordo com João, é a prefiguração de Jesus Cristo que morreria em nosso lugar (Jo. 1:29), manifestando dessa forma a graça de Deus (perdão, clemência, favor divino imerecido pelo homem).

3 – A graça de Deus na vida de Davi (Sl. 32:1,2; 51:1-12). Estes dois salmos foram escritos por Davi. Ao perceber o pecado que havia cometido e a iminência de perder a presença do Espírito Santo ele clama pela misericórdia de Deus. Misericórdia (hessed, no hebraico) temo seu correspondente etimológico na palavra grega “charis”. Isto é “misericórdia” no hebraico é a mesma palavra “graça” do Novo Testamento.

IV – DEBAIXO DA GRAÇA E NÃO DA LEI.

Há dois erros contra os quais os filhos de Deus devem precaver-se: O primeiro é o de tomar em consideração as sua próprias obras, confiando em qualquer coisa que possam fazer, a fim de conseguirem a salvação (Ef. 2:5-9, Rm. 11:6). O erro oposto é o de que a crença em Cristo isente o homem da observância da Lei de Deus; que, visto como só pela fé é que nos tornamos participantes da Graça de Cristo, nossas obras nada têm que ver com nossa redenção.

1 – Debaixo da lei (Rm. 6.14a). Que significa a frase “debaixo da lei”? É evidente que em certo sentido todos os homens, a raça humana toda, estão debaixo da lei de Deus, debaixo de sua jurisdição, de seu domínio, uma vez que a Terra pertence a Deus e é parte de seu universo. Certamente Paulo não queria dizer que os cristãos não estão debaixo da lei nesse sentido. Logo a frase “não estais debaixo da lei” deve significar “não debaixo da condenação da lei” já que a pessoa está em Cristo (Rm. 8:1).

2 – Debaixo da graça (Rm. 6:14b). Que significa estar “debaixo da graça”? Uma vez que a graça é definida como favor, disposição de mostrar bondade, clemência, misericórdia, perdão, favor divino imerecido pelo homem, o estar “debaixo da graça” significa estar sob o favor de Deus, sob Sua misericórdia, sob Seu perdão.


VI – A MANEIRA CORRETA DO USO DOS DONS ESPIRITUAIS


Conforme o apóstolo Paulo, ou os dons são usados com amor, ou serão ineficazes para a Igreja (I Co. 13.1-13). O capítulo 14 de I Coríntios expõe os seguintes princípios para esse desempenho espiritual:

1 – Valor proporcional (vs. 5-10). Os coríntios haviam-se inclinado demasiadamente para o Dom de Línguas, certamente por causa da sua natureza espetacular. Paulo lembra-lhes que a interpretação e a profecia eram necessárias para que o povo pudesse ter conhecimento inteligente do que se estava dizendo.
2 – Sabedoria (v. 20). Paulo diz: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento”. E, outras palavras: “Usai o senso comum. Não sejais como crianças em vossa capacidade intelectual.”

3 – Autodomínio (v. 32). Aquele que possui o dom de línguas e profecia pode dominar sua expansão e falar unicamente a Deus, quanto tal domínio seja necessário.

4 – Suscetível de ensino (vs. 36,37). Infere-se desses versos que alguns dos coríntios haviam ficado ofendidos pela crítica construtiva de seus dirigentes.

5 – Ordem (v. 40). O Espírito Santo não inspirará aquilo que seja desordenado e vergonhoso. Quando o Espírito Santo está operando, há uma comoção e harmonia, de tal forma que todos que participam são edificados.

V – O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS


1 – Para “um fim proveitoso” (I Co. 12:7), Para unificar o Corpo – os membros da igreja (I Co. 12.11-26). Para edificar a congregação (I Co. 14:12,26). Para julgar (I co. 12:25).

2 – Edificação (I Co. 14:12,13). O propósito dos dons é a edificação da igreja para encorajar os crentes e converter os descrentes (Atos 1:8).

3 – Para que o mundo veja os sinais (Mc. 16:15-18; Hb. 2:4). Para manifestar a glória de Jesus (Jo. 2:11). Para confirmar a Escritura e aumentar a fé (Jo. 2:22,23). Para convencer e converter (I Co. 14:24,25). Para testificar de Jesus (Jo. 10:25). Para a Glória de Deus (Mt. 9:8). Para confirmação de Jesus como o Messias (Mt. 11:2-6). Para mostrar a natureza compassiva de Jesus (Mt. 14:14).

O QUE OS OLHOS VEEM O CORAÇÃO SENTE


“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” Deuteronômio 30:19.

Uma das coisas que me surpreendo cada vez que leio a Palavra de Deus é que Deus tem promessas não só para mim, mas também para a minha descendência. Outra coisa que me impressiona é que toda vez que Deus traz uma repreensão logo em seguida Ele nos traz uma proposta de vida. Deus é tremendo, que bom seria se seu povo ouvisse mais a sua voz, e se este povo seguisse seus conselhos, em Deuteronômio 30:19 afirma que Deus tem colocado diante de todos nós dois caminhos, isso prova para nós que ele quer uma decisão voluntária, desprendida, eles nos deixa totalmente à vontade para tomar nossas decisões, existe dois caminhos a vida e a morte, a benção e a maldição. A vida é um caminho Dele, proposto por Ele, a morte é do inimigo, e Eles nos dá uma dica muito importante:  Escolhe, pois a vida, quando escolhemos a vida nós vivemos  e a nossa descendência também. Porque passamos a ser um canal de vida, quem recebe vida doa vida e quem recebe morte doa morte. Qual será a tua decisão?

O que você está olhando?
“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas”! Mateus 6:22-23.
O que você tem visto traz edificação para sua vida? Ajuda você espiritualmente? Profissionalmente? Faz bem para sua mente? Para o seu coração? Para sua família? Para sua vida? Será que o que você tem visto caracteriza você como crente? Tem feito de você alguém diferente para melhor? Jesus nos fala que através dos olhos que será iluminado nosso corpo, ou seja, aquilo que eu estou vendo influencia de maneira poderosa o meu ser, os meus pensamentos e meu modo de viver. Isso significa que preciso ter uma boa visão, uma visão que me proporcione vida. Se eu olhar para tudo com olhar de crítica tudo será ruim, se eu olho para tudo tentando extrair algo de bom tudo será bom, porém há de se ter um cuidado extremo, tem coisas que são excessivamente ruins. E é ai que o inimigo trabalha, ele faz com que uma coisa ruim pareça boa para nós até ao ponto de nos convencer que aquilo não é tão ruim assim, logo quando estou convencido disso, aquilo se torna real em minha vida aí o meu corpo será tenebroso e a luz que há em mim se transformará em trevas, portanto, cuidado com o que você vê.

O que tem dominado você?
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”. I Corintios 10:23.
Nem tudo me convêm, significa utilizar o bom senso. Em nossa vida com Cristo precisamos selecionar nossas opções, precisamos nos analisar da seguinte forma: “Será que Jesus faria o que eu estou fazendo? Será que Jesus veria o que eu estou vendo? Será que Ele falaria da mesma forma que eu falo? Será que Ele usaria as mesmas palavras que uso? Será que Ele trataria as pessoas da mesma forma que eu trato?” Estes são questionamentos que devem ter em nossa mente antes de tomarmos qualquer decisão. Quem somos nós? “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. I Pedro 2:9. Não somos mais como antes, fomos gerados novamente em Cristo e por isso temos que tomar atitudes diferentes, somos geração eleita por Deus, o sacerdócio real, somos ministros de Deus nessa terra, temos a mente de Cristo, somos uma nação exclusiva, pois fomos chamados das trevas para maravilhosa luz, portanto o nosso dever é espargir luz, é fazer a diferença.
Cada dia que passa as coisas vão piorando, pessoas não querem mais amar, todos correm atrás daquilo que satisfazem a si mesmos não se importando se para isso tem que pisar, humilhar e destruir alguns, a vida não tem mais valor, o poder, a cobiça,  a ganância, tem ocupado o coração e a mente das pessoas de tal modo que cada vez mais os seres humanos são mais egoístas não se importando com os outros, e sobre isso a Bíblia nos fala: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”. II Timóteo 4:3-4. Este texto é bem claro, não suportarão a verdade, não chama mais atenção, não tem graça, não é mais interessante, não tem mais valor, e o que tem valor é aquilo que penso que é melhor pra mim e não o que a Palavra de Deus diz. Criamos para nós doutores segundo nossa própria vontade, damos mais importância aquilo que a sociedade, a ciência, a medicina e tudo mais dizem do que a Palavra de Deus, pensamos até mesmo que somos fortes e sabemos o que estamos fazendo e muitos se desviam porque estão fracos.
O que você tem visto tem edificado você?
“Não é boa a vossa jactância (vanglória). Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?” I Corintios 5:6.
Por pensar que era forte Sansão enfrentou o pecado e morreu junto com seus inimigos, Davi enfrentou o pecado e adulterou e trouxe para si terríveis consequências, Saul pensou que podia reinar sem o comando de Deus e suicidou-se na guerra.  “Examinar tudo, retendo o bem. Abstinham da aparência do mal.”
I Tessalonicenses 5:21-23, pensando assim, José fugiu da aparência do mal e não adulterou com a esposa de Potifar e posteriormente Deus o abençoou grandemente. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. Filipenses 4:8.
Cuidado com o mau, ele pode parecer bom.
“E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.”  II Corintios 11.14
“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” I  Pedro 5:8.
“Não deis lugar ao diabo.” Efésios 4:27
A Bíblia mostra para nós com muita autenticidade o caráter de satanás, ele é mentiroso, é capaz de destruir, matar e roubar. Ele é capaz de tudo para fazer com que você saia da presença de Deus, satanás tem planos para sua vida. Não podemos dar lugar nem ouvir a voz dele, ele está falando nos rádios, televisões, nos vídeos games, na internet, ele atua nas coisas que compramos, comemos, bebemos, no que vestimos, lemos e vemos. Ele tem grande poder e não podemos subestimá-lo, nossa vida não é brincadeira, não estamos vivendo num mundo bonzinho com grande planos e projetos sociais que vão mudar nossa vida, não se iluda não há esperança para esse mundo, o único que pode transmitir esperança é Jesus. Por isso, querido irmão faça como fez o salmista “Cantarei a misericórdia e o juízo; a ti, SENHOR, cantarei. Portar-me-ei com inteligência no caminho reto. Quando virás a mim? Andarei em minha casa com um coração sincero.  Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se pegará a mim.  Um coração perverso se apartará de mim; não conhecerei o homem mau”. Salmos 101:1-3.
Por isso não se esqueça: você pode escolher hoje a benção ou a maldição, a vida ou a morte, a escolha é sua, a Palavra do Senhor é clara.
“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. Porque com alegria saireis, e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cântico diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas. Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta; o que será para o SENHOR por nome, e por sinal eterno, que nunca se apagará. “ Isaías 55:8-13.

Creia no Senhor e faça a diferença.
Muita Paz!!!





 

IV – DONS DE EXPRESSÃO – 1 CORÍNTIOS 12:10


1 – Profecia. Falar claramente, anunciar. A profecia, geralmente falando, é expressão vocal inspirada pelo Espírito Santo. A profecia bíblica pode ser mediante revelação da Palavra do Senhor. Pode também ser extática, uma expressão de inspiração do momento (Atos 11.27,28; 13:1,2; 21:10,11). Significa também falar numa linguagem do poder do Espírito Santo. O propósito deste dom é edificar, exortar, confortar, instruir, consolar (I Co. 14.3,4,31). As profecias devem ser julgadas (I Co. 14.29) mas não desprezadas (I Ts. 5.20).

2 – Línguas. Também conhecida como “variedade de línguas” O Dom de Línguas é o Poder de falar uma sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua feita inteligível aos ouvintes por meio do Dom igualmente sobrenatural da interpretação. Seu próposito: para sinais (Mc. 16.17), Para edificação pessoal (I Co 14.4) Para edificação, no culto público (I Co 14:12,13, 26-28,39,40).

3 – Interpretação de línguas. Explicar, tonar conhecido o sentido da língua ou a sua significação. O propósito do dom de interpretação é tornar inteligíveis as expressões do êxtase inspiradas pelo Espírito Santo que se pronunciaram em uma língua desconhecida da grada maioria presente. Repetindo-se claramente na língua comum ao povo congregado (I Co. 14:5).

III – DONS DE PODER


1 - Fé (I Co 12.9). Este Dom é uma dotação especial do poder do Espírito, Parece vir sobre alguns servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais duma maneira tão poderosa, que não deixa dúvidas de que foi a ação de Deus que se fez presente, Podemos dizer que é esse tipo de fé que nos dá a palavra da divina autoridade (Mc. 11:22,23).

2 – Milagres (I Co 12:10,28). literalmente: Poder de Deus, poder dinâmico, força divina. Um poder sobrenatural, onde o poder divino é manifestado fora do comum, extraordinariamente. Outras palavras são usadas para designar esse dom: maravilhas, sinais, prodígios. (Atos 5:12-1; 19;11,12; Rm. 15:19).

3 – Dons de Curar (I Co 12:9,28). Literalmente: Livramento das doenças, das piores enfermidades, males incuráveis. Dizer que uma pessoa tenha os dons, significa que são usados por Deus duma maneira sobrenatural para dar saúde aos enfermos por meio da oração. Não se deve entender que quem possui esse dom tenha o poder de curar a todos: deve dar-se lugar à soberania de Deus e à atitude e condição espiritual do enfermo (Mt. 8:16,17; Atos 9:32-35).

II – DONS DE REVELAÇÃO



1 - Palavra da sabedoria (I Co 12.8). Por esta expressão entende-se pronunciamento ou declaração de sabedoria. Revelação ou expressão de Deus, análoga à ocasião. Necessidade de conhecer e saber “como” (Ef. 1:17-19; 3:5; II Pd. 3:15; Tg; 3:17).

2 – Palavra do conhecimento (I Co 12.8). É um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em suma é saber algo que Deus sabe, saber acerca de Deus, ou acerca de outras pessoas, ou situações, e que vem somente por revelação divina (I Co. 1:5; II Co. 8:7; Ef. 1:17; Atos 10:19,20; 5:1-5).

3 – Discernimento de espírito (I Co 12.10). Este dom dá capacidade à pessoa para distinguir, para julgar se é o Espírito de Deus que está atuando ou não na vida de uma pessoa. Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração ou ação (Atos 16:16-18).

DONS ESPIRITUAIS


Introdução: Neste estudo, nos propomos a demonstrar a importância dos dons espirituais. Segundo alguns expoentes, os dons dividem-se em ordinários e extraordinários. Na primeira classificação incluem-se os dons de natureza comum. Na segunda encontramos aqueles dons de caráter sobrenatural. Esses dons extraordinários são aqueles nove alistados em I Coríntios 12:8-10; 1) palavra de sabedoria. 2) palavra do conhecimento, 3) fé, 4) cura, 5) operação de milagres, 6) profecia, 7) discernimento de espíritos, 8) variedade de línguas, 9) interpretação de línguas.

I – DIVERSIDADE DE DONS.

O Apóstolo Paulo, comentando sobre os dons espirituais, afirmou: “Ora já diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. E ele continua dizendo: “E há diversidade de operações, mas o mesmo Deus que opera tudo em todos” (I Co. 12:4,6). Esta lista de dons, seguindo termos funcionais, podem ser divididos em três grupos, conforme segue abaixo:

1 – Dons de Revelação. Revelação. Revelar significa: Tirar o véu,; desvelar; fazer conhecer; divulgar; fazer conhecer sobrenaturalmente. Incluem a Palavra da ciência, Palavra da Sabedoria e o Discernimento de espíritos.

2 – Dons de Poder. Trata-se da virtude do Espírito; concedem poder para agir sobrenaturalmente. Incluem os Dons de Curar, Operação de Maravilhas e Fé.

3 – Dons de Expressão. Expressão, nesse caso, refere-se à capacidade para falar de maneira sobrenatural. Incluem a Variedade de Línguas, Interpretação das Línguas e Profecia.


II – DONS DE REVELAÇÃO

1 - Palavra da sabedoria (I Co 12.8). Por esta expressão entende-se pronunciamento ou declaração de sabedoria. Revelação ou expressão de Deus, análoga à ocasião. Necessidade de conhecer e saber “como” (Ef. 1:17-19; 3:5; II Pd. 3:15; Tg; 3:17).

2 – Palavra do conhecimento (I Co 12.8). É um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em suma é saber algo que Deus sabe, saber acerca de Deus, ou acerca de outras pessoas, ou situações, e que vem somente por revelação divina (I Co. 1:5; II Co. 8:7; Ef. 1:17; Atos 10:19,20; 5:1-5).

3 – Discernimento de espírito (I Co 12.10). Este dom dá capacidade à pessoa para distinguir, para julgar se é o Espírito de Deus que está atuando ou não na vida de uma pessoa. Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração ou ação (Atos 16:16-18).


III – DONS DE PODER

1 - Fé (I Co 12.9). Este Dom é uma dotação especial do poder do Espírito, Parece vir sobre alguns servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais duma maneira tão poderosa, que não deixa dúvidas de que foi a ação de Deus que se fez presente, Podemos dizer que é esse tipo de fé que nos dá a palavra da divina autoridade (Mc. 11:22,23).

2 – Milagres (I Co 12:10,28). literalmente: Poder de Deus, poder dinâmico, força divina. Um poder sobrenatural, onde o poder divino é manifestado fora do comum, extraordinariamente. Outras palavras são usadas para designar esse dom: maravilhas, sinais, prodígios. (Atos 5:12-1; 19;11,12; Rm. 15:19).

3 – Dons de Curar (I Co 12:9,28). Literalmente: Livramento das doenças, das piores enfermidades, males incuráveis. Dizer que uma pessoa tenha os dons, significa que são usados por Deus duma maneira sobrenatural para dar saúde aos enfermos por meio da oração. Não se deve entender que quem possui esse dom tenha o poder de curar a todos: deve dar-se lugar à soberania de Deus e à atitude e condição espiritual do enfermo (Mt. 8:16,17; Atos 9:32-35).


IV – DONS DE EXPRESSÃO – 1 CORÍNTIOS 12:10

1 – Profecia. Falar claramente, anunciar. A profecia, geralmente falando, é expressão vocal inspirada pelo Espírito Santo. A profecia bíblica pode ser mediante revelação da Palavra do Senhor. Pode também ser extática, uma expressão de inspiração do momento (Atos 11.27,28; 13:1,2; 21:10,11). Significa também falar numa linguagem do poder do Espírito Santo. O propósito deste dom é edificar, exortar, confortar, instruir, consolar (I Co. 14.3,4,31). As profecias devem ser julgadas (I Co. 14.29) mas não desprezadas (I Ts. 5.20).

2 – Línguas. Também conhecida como “variedade de línguas” O Dom de Línguas é o Poder de falar uma sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua feita inteligível aos ouvintes por meio do Dom igualmente sobrenatural da interpretação. Seu próposito: para sinais (Mc. 16.17), Para edificação pessoal (I Co 14.4) Para edificação, no culto público (I Co 14:12,13, 26-28,39,40).

3 – Interpretação de línguas. Explicar, tonar conhecido o sentido da língua ou a sua significação. O propósito do dom de interpretação é tornar inteligíveis as expressões do êxtase inspiradas pelo Espírito Santo que se pronunciaram em uma língua desconhecida da grada maioria presente. Repetindo-se claramente na língua comum ao povo congregado (I Co. 14:5).

V – O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS

1 – Para “um fim proveitoso” (I Co. 12:7), Para unificar o Corpo – os membros da igreja (I Co. 12.11-26). Para edificar a congregação (I Co. 14:12,26). Para julgar (I co. 12:25).

2 – Edificação (I Co. 14:12,13). O propósito dos dons é a edificação da igreja para encorajar os crentes e converter os descrentes (Atos 1:8).

3 – Para que o mundo veja os sinais (Mc. 16:15-18; Hb. 2:4). Para manifestar a glória de Jesus (Jo. 2:11). Para confirmar a Escritura e aumentar a fé (Jo. 2:22,23). Para convencer e converter (I Co. 14:24,25). Para testificar de Jesus (Jo. 10:25). Para a Glória de Deus (Mt. 9:8). Para confirmação de Jesus como o Messias (Mt. 11:2-6). Para mostrar a natureza compassiva de Jesus (Mt. 14:14).


VI – A MANEIRA CORRETA DO USO DOS DONS ESPIRITUAIS

Conforme o apóstolo Paulo, ou os dons são usados com amor, ou serão ineficazes para a Igreja (I Co. 13.1-13). O capítulo 14 de I Coríntios expõe os seguintes princípios para esse desempenho espiritual:

1 – Valor proporcional (vs. 5-10). Os coríntios haviam-se inclinado demasiadamente para o Dom de Línguas, certamente por causa da sua natureza espetacular. Paulo lembra-lhes que a interpretação e a profecia eram necessárias para que o povo pudesse ter conhecimento inteligente do que se estava dizendo.
2 – Sabedoria (v. 20). Paulo diz: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento”. E, outras palavras: “Usai o senso comum. Não sejais como crianças em vossa capacidade intelectual.”

3 – Autodomínio (v. 32). Aquele que possui o dom de línguas e profecia pode dominar sua expansão e falar unicamente a Deus, quanto tal domínio seja necessário.

4 – Suscetível de ensino (vs. 36,37). Infere-se desses versos que alguns dos coríntios haviam ficado ofendidos pela crítica construtiva de seus dirigentes.

5 – Ordem (v. 40). O Espírito Santo não inspirará aquilo que seja desordenado e vergonhoso. Quando o Espírito Santo está operando, há uma comoção e harmonia, de tal forma que todos que participam são edificados.

COMO RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO



1 – Precisamos crer em Cristo (Mc. 16:17-18). Para receber o batismo no Espírito Santo, o indivíduo tem que crer em Jesus, pois é impossível que uma pessoa não creia nEle e receba esse batismo (Jo. 14:16, 17); Rm. 8.16).

2 – Devemos obedecer a Deus (Atos 5.32). O texto é enfático: Deus só pode conceder esse dom aqueles que lhe obedecem. Se existe qualquer elemento de rebelião no coração do indivíduo, primeiro terá de acertar as contas por meio de uma entrega total a Deus, confessando seus pecados e sendo purificado dos mesmos. (Is. 59.1,2; I Jo. 1:7).

3 – Devemos pedir o Espírito Santo (Lc. 11:13). Aqui se vê a bondade, a generosidade, a disposição e a imparcialidade do nosso Pai celestial. Ele pode dar o Espírito Santo a todos os que lho pedirem (Atos 2:39).

4 – Devemos crer (Jo. 7:39; Gl. 3:14). A fé em Deus consiste numa total ausência de dependência de nós mesmos ou de outros, e no conhecimento de que só Deus tem aquilo de que precisamos e desejamos. Temos de acreditar que ele dará seus dons de graça, e que dará livremente na medida em que satisfizermos as condições por ele impostas e pedirmos individualmente os dons prometidos.

II - O CUMPRIMENTO DA PROFECIA


1 – O Espírito Santo seria dado após a glorificação de Jesus (Jo. 7:37-39; Atos 2:33). O tempo para o cumprimento da promessa do batismo no Espírito Santo estava condicionado à volta de Jesus ao Pai a Sua glorificação (Jo. 16.7). Pedro conhecia muito bem esta doutrina, porque no Pentecostes ele a confirmou.

2 – O Batismo no Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes (Atos 2:1-4). O Pentecostes era o tempo marcado por Deus para o cumprimento dessa profecia. Nas festas de Israel, era a 3ª delas, começando com a Páscoa e as Primícias. Todas elas estão relacionadas ao plano de Deus. A Páscoa cumpriu-se com a morte de Jesus, cordeiro pascoal (I Co. 5.7). As Primícias se cumpriram com a ressurreição de Jesus dentro os mortos (I Co. 15:20,23). O Pentecostes acontecia 50 dias depois de contar do dia 16 de Abibe (Lv. 23:9-16). que era um dia depois da Páscoa. Assim o Senhor Jesus foi morto, sepultado e ressuscitou ao 3º dia. Passou 40 dias com os discípulos e foi levado aos céus (Atos 1:1,2). Completados os 50 dias, acontecia a festa do Pentecostes em Jerusalém (Atos 2:1). Foi exatamente nesse tempo que a promessa foi cumprida, estando os discípulos reunidos no cenáculo.

O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO NAS PROFECIAS.


No Antigo Testamento, Deus falava através dos profetas, para anunciar as coisas vindouras. Vejamos algumas profecias a respeito do Batismo no Espírito Santo.

1 – O profeta Joel fala desse derramamento 750 a.C. (Joel 2:28-29). O profeta Joel é direto e refere-se aos que seriam revestido por esse derramamento; a) toda carne: a promessa não estava limitada a um povo; b) os filhos(as) e anciões (a promessa não estava limitada a uma geração); c) os servos (as). Ou seja escravos (a promessa não discrimina classe social).

2 – O profeta Isaías também vaticinou a respeito do Espírito Santo (Is. 44:3). A linguagem do profeta Isaías era do conhecimento do escriba, do sacerdote, mas também poderia compreendê-lo o humilde camponês agricultor. Assim, todos que sabiam da importância da chuva para terra, a fim de estar preparada para a lavoura, poderiam entender que a obra semelhante Deus faria realizar pelo Espírito Santo na vida da igreja. O Senhor tirara a igreja de um estado de sequidão espiritual, de desolação, para ser uma lavoura bem regada e produtiva (Pv. 1:23).

3 – O profeta Zacarias se referiu à promessa mencionando o tempo do cumprimento (Zc. 10:1). Zacarias usa o símbolo da chuva serôdia e menciona o tempo, mesmo sem determiná-lo. A chuva temporã e serôdia cai na estação da semeadura e da colheita do grão. Quando a Bíblia se refere a essas chuvas no símbolo do Espírito Santo, une as duas em ação conjunta e chama: a chuva temporã e serôdia (Jl. 2:23). Isto porque do modo como a mesma chuva pode ser serôdia para uma espécie de lavoura, pode também ser temporã para outra espécie.

4 – João Batista confirmou a profecia (Mt. 3.11; Mc. 1:8), Cerca de 3 anos e meio antes do cumprimento da profecia de Joel, João Batista profetizou também sobre este assunto. Ao ser comissionado por Deus para uma missão especial, João iniciou sua obrar pregando o batismo do arrependimento, porém ele já anunciava um que batizaria com o Espírito Santo e com fogo.

5 – Jesus testificou que ele mesmo cumpriria Sua promessa (Lc. 24:49; Atos 1:4-8). Cerca de 8 dias antes do cumprimento da promessa do derramamento do Espírito Santo, o próprio Jesus profetizou. Lucas então narra com mais detalhes a profecia de Jesus a respeito do batismo. O Senhor Jesus confirmou toda a Palavra profética prometendo, Ele mesmo, que os seus seguidores seriam batizados no Espírito Santo “não muito depois daqueles dias”.


Atitudes do Espírito Santo



4 – Não resistir à sua voz (Atos 7:51), quanto não damos ouvidos à voz do Espírito Santo estamos entristecendo-o e resistindo à sua correção para nossas vidas.

5 – Não mentir ao Espírito Santo (Atos 5:3;4). Mentir ao Espírito Santo é mentir a Deus, pois o Espírito Santo é Deus.

6 – Não blasfemar contra o Espírito Santo (Mt. 12.31,32). A blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição deliberada do testemunho que o Espírito Santo dá de Cristo, de Sua palavra e de Sua obra de convencer o homem do pecado. A blasfêmia também se caracteriza pela atribuição das obras do Espírito Santo a Satanás. Ao fazer isso, o homem afasta de si mesmo o único recurso que pode levá-lo ao perdão.

7 – Não ultrajar o Espírito Santo (Hb. 10.29). Ultrajar é o mesmo que insultar o Espírito Santo e rebelar-se contra Ele, o qual comunica a graça de Deus. É a tentativa de desfazer a obra do Espírito Santo, ou seja: apostasia total (Is. 63.10).