O PERDÃO


O Deus que tem prazer em nos perdoar, deseja que tenhamos também um coração perdoador. Especialmente no contexto de nossa vida cristã, a prática do perdão dever ser algo presente sempre quer se fizer necessário.

O QUE É PERDÃO?

No Novo Testamento há dois termos gregos que são traduzidos como “perdoar”; “aphiemi”, que significa “remir ou deixar de lado”, e “apoluo”, que significa “libertar, colocar em libertade”. Daí surgem duas definições básicas para o termo “perdoar”; 1) Parar de culpar alguém por alguma ofensa ou de ter ressentimento contra o ofensor; 2) Cancelar ou anular uma dívida.
A palavra “perdoar” nos traz à mente diversos conceitos como: “quitar, absolver, anistiar, isentar, desculpar e eximir”.

O ENSINO BÍBLICO SOBRE PERDÃO

O elaborado sistema de sacrifícios do Antigo Testamento estava diretamente vinculado à ideia de expiação e, consequentemente, de perdão (Rm. 3:25). O apóstolo Paulo dá a entender que o perdão divino, no Antigo testamento, estava condicionado ao futuro ministério de Cristo. Tendo isso em mente, vejamos quais são as bases do perdão outorgados por Deus.

O PERDÃO DIVINO ESTÁ ALICERÇADO SOBRE A MISERICÓRDIA DE DEUS (Êx. 34:6,7). A palavra “misericórdia” vem do hebraico “hessed” e tem seu correspondente no grego “charis”, que é traduzido por “graça”, e significa: “o Dom imerecido de Deus”. Assim, o perdão divino está alicerçado sobre a misericórdia, a bondade e a veracidade de Deus. O perdão torna-se impossível se Deus não se mostrar gracioso. E essa graciosidade divina, como é óbvio, manifesta-se exclusivamente através de Cristo e sua palavra.


O PERDÃO DOS PECADOS É UMA PRERROGATIVA DIVINA (Sl. 130:4; Dn. 9:9): O perdão e encarado como um ato de graça divina, que deve ser recebido com profundo gratidão. O pecado merece ser punida, e o perdão é uma medida da graça e da misericórdia divina. O recebimento desse benefício deve criar o senso de temor no coração dos homens.

O PERDÃO DEPENDE DIRETAMENTE DA EXPIAÇÃO DE CRISTO (I Jo. 1:9; 2:1,2). Ao aborda a questão do pecado, o apóstolo João reafirma o valor da morte de Cristo como “expiação”, Ele afirma que seu valor é pelo mundo inteiro, pelo pecado de todo e qualquer homem. A missão celestial de Cristo faz dele um advogado em favor dos pecadores. E isso assegura a plena salvação para todos quantos nEle confiam.

O PERDÃO DADO POR DEUS É COMPLETO (Sl. 103:12; Is. 38:17). Ele afasta de nós os nossos pecados tanto quanto o Oriente dista do Ocidente. Ele lança para trás de suas costas as nossas transgressões, sem mais considerá-las. Ele apaga as transgressões dos perdoados (Is. 43:25) e nunca mais relambra os seus pecados (Mq. 7:19).


O PERDÃO E A MISERICÓRDIA DE DEUS

Ao nos perdoar, Deus revela a Sua misericórdia para conosco. Não se pode falar de perdão sem antes compreender a graça do perdão divino. Esta graça é alcançada mediante os seguintes passos:

O RECONHECIMENTO DA CULPA (Dn. 9.8). o reconhecimento do pecado cometido é a condição indispensável para se experimentar a graça do perdão. Precisamos tomar cuidado com a tentação de se ignorar ou transferir para outros a nossa culpa.

ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO (Sl. 51.1-4). O reconhecimento da culpa abre caminho para o arrependimento interior e a confissão exterior. Davi descreve também no Salmo 32.1-5 a sua experiência de arrependimento e confissão. É preciso reconhecer o perdão, arrepender-se e confessá-lo ao Senhor.

O ABANDONO DO ERRO (Pv. 28.13). É preciso entender, que o recebimento do perdão, da graça misericordiosa de Deus, inclui não apenas o abandono do mesmo. Segundo as palavras do próprio Senhor, o perdão e as bênçãos dele decorrentes estão condicionados ao abandono dos “maus caminhos.”


OS MOTIVOS PARA COMPARTILHAR O PERDÃO

Visto que Deus perdoa gratuita e abundantemente, os cristãos deveriam fazer o mesmo. A Palavra de Deus oferece algumas razões pelas quais devemos compartilhar esta graça, perdoando aqueles que nos ofendem.

POR CAUSA DO EXEMPLO DADO PELO SENHOR (Rf. 4:32; Cl. 3:13). Como convém à nova qualidade de vida em Cristo, o cristão deve procurar ser amável, com uma disposição compassiva e perdoadora, que é baseada no fato simples, mas surpreendente, de que esta é a atitude que lhe foi demonstrada no perdão de Deus, oferecido “em Cristo”. Assim, o perdão de Cristo é tanto o modelo como motivo para perdoarmos àqueles que nos ofenderam. Se esse espírito de perdão pudesse ser conduzido a todos os lares, o egoísmo, a desconfiança e o rancor que destroem tantas famílias seriam eliminados e os homens viveriam em paz.

POR CAUSA DOS RESULTADOS QUE PROPORCIONA (Mt. 18:23-35). A parábola do servo desapiedado serve bem para tornar claros a natureza e o princípio de perdão. Ela contrasta enorme divida do homem para com Deus com a insignificância do que tendemos a considerar como os débitos dos outros para conosco. A incapacidade de perdoar demonstra falta de aceitação do princípio do perdão, gerando com isso, em nossos corações, os sentimentos de frustração, raiva e, consequentemente, vingança. Dessa forma entendemos que nosso bem-estar espiritual e emocional depende da disposição de perdoarmos àqueles que nos magoaram (os nossos devedores).

POR CAUSA DA CONDIÇÃO IMPOSTA PELO SENHOR (Mt. 6:14,15). Jesus liga o fato de sermos perdoados quando perdoamos. O perdão ao próximo não confere, porém, mérito para merecer o perdão de Deus. Mas, de acordo com Jesus, a pessoa precisar estar disposta a perdoar a fim de que seja capaz de receber o perdão. Não que Deus não esteja disposto a perdoar aquele que não perdoa, mas a condição da pessoa que não perdoa é tal que ela é incapas de receber perdão.


OS LIMITES DO PERDÃO

Perdão é reconciliação e diz respeito ao cristão, da mesma forma como a Cristo, e não conhece limites (II Co. 5.18-20). Partindo do fato de que o perdão é uma graça que desconhece limites, busquemos compreender a:

INTENSIDADE DO PERDÃO (Mt. 18.21,22). O Apóstolo Pedro estave preocupado com os limtes do perdão, quando perguntou: “Eu preciso perdoar sempre? Jesus respondeu a esta pergunta mostrando a ilimitada misericórdia de Deus para com os pecadores. Quantas vezes devemos perdoar? Jesus ensinou que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos. A preocupação deve ser quanto ao número de vezes. Sempre que houver arrependimento deve haver perdão (Lc. 17:3,4).

DIMENSÃO DO PERDÃO (Mt. 6.12). A quem devemos perdoar? Qual a dimensão do perdão? A oração do Pai Nosso nos ensina que deve se entender “a todos os nossos devedores”. Isto indica que o perdão, a prática do perdão não pode ser restrita; a sua extensão é ilimitada.

GRAVIDADE DO PERDÃO (lC. 23:34; Atos 7:58-60). O que devemos perdoar? Será que existem faltas mas amenas que devem ser perdoadas e outras mas graves, as quais é impossível perdoar? Ainda que, na prática, muitos demonstrem que sim, a verdade é que, à luz da Palavra de Deus, nunca devemos deixar de perdoar. A atitude de Jesus e de Estevão diante de seus executores comprovam isto.

Não encontramos na Escritura apoio para ficar devendo perdão, pois, além de constrangedor, e anti-bíblico, é anti-cristão. O apóstolo Paulo recomenda: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor” (Rm. 13.-10).


O PECADO


Deus conhece o que é melhor para cada um de nós. É uma atitude sábia obedecer à sua vontade. Necessitamos confiar nEle. Visand a nossa felicidade. Deus nos concedeu seus mandamentos. Eles são bons (leia Salmos 19). As cumprirmos suas leis, tornamo-nos melhores seres humanos, e mas felizes. Infelizmente, porém, o homem natural não confia em Deus como deveria. Em lugar de seguir. Seus ensinos, quer andar pelos seus próprios caminhos. Reluta em depender de Deus e, sempre que deixa de realizar a vontade de Deus, para fazer a sua própria vontade, está pecando.

O QUE SIGNIFICA PECADO?

A bíblia, tanto no Antigo Testamento como no novo Testamento, registra várias palavras que descrevem aspectos diferentes do pecado, na vida do indivíduo e na sociedade. Todas as palavras, porém, procedem de uma mesma atitude básica: a rejeição da vontade de Deus, em favor da vontade do próprio indivíduo. Mas, vejamos aspectos desintegrantes de personalidade que o pecado assume na vida diária.

Pecado é transgressão da lei (Rm. 2:25; 4:15; I Jo. 3.4). É passar por cima da linha divisória, traçada por Deus, entre o bem e o mal.

Pecado é erro (Lv. 4:13,14/ Mt. 18:15). Como erro, significa desvio do caminho do bem.

Pecar é errar o alvo (Lc. 15:18,21). Na Bíblia, errar o alvo significa deixar de atingí-lo. Como tal, denota a falha do homem em alcançar o ideal divino para o caráter humano.

Pecado é uma intromissão da vontade própria na esfera da autoridade divina (Rm. 1:18-32); O homem ímpio suprime a verdade na esfera da injustiça no qual ele vive.

Pecado é iniquidade e perversidade (Mt. 7:21-23; Rm. 4:7). Uma das manifestações mais comuns do pecado é a descrença. A descrença é um insulto à verdade divina.

A ORIGEM DO PECADO

As Escrituras traçam a origem do pecado, e sua relação com Satanás, contando-nos como o pecado entrou no mundo. Também nos revelam as consequências desastrosas do pecado na história humana, e como foi necessário Jesus Cristo morrerna cruz, para libertar-nos do seu poder. A Bíblia, do principio ao fim, é um testemunho eloquente do amor de Deus por todos nós!
Em Gênesis 3.1-6 encontra-se o relato de como satanás tentou Eva, a primeira mulher. Eva foi induzida a desobedecer ao que Deus estabelecera. Observe como Satanás é sutil em sua maneira de agir. Com grande astúcia ele oferece sugestões, que, ao serem abraçadas, abrem caminhos a desejos e atos pecaminosos (Tg. 1.14,15). Compare a ordem de Deus (Gn. 2.16,17), com a interpretação da serpente (Gn. 3.1-6). Por meio desta pergunta ele lança a tríplice dúvida acerca de Deus. a) Sobre a vontade de Deus; b) Sobre a retidão de Deus, introduzindo assim a descrença quanto a Palavra de Deus; c) Sobre a santidade de Deus. Além do mais, despertou a vaidade na mulher, realçando o aspecto formoso do fruto da árvore proibida, e fazendo-lhe desejar ser igual a Deus. O desejo da independência e a busca de poder supremo domina o homem. A dúvida é a arma que Satanás utiliza com eficácia na disseminação do pecado na face da terra.

A UNIVERSALIDADE DO PECADO

O pecado não atinge apenas a determinados indivíduos. Após sua queda. Eva deu o fruto também para o marido, que ao comer também transgrediu a ordem divina. Com sua transgressão, toda a raça humana ficou contaminada. “Portando, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm. 5:12).

1 – O pecado atingiu toda a raça humana existente (Rm. 6.23). Dessa forma entendemos que as Escrituras ensinam que o pecado é universal, atingindo a todos os homens (I Re. 8.46; I Jo. 1:10). A palavra “todos” é pequena, mas engloba toda a raça, todas as gerações que o mundo já conheceu. Cruz os mares e continentes, incluindo todo ser humano já existente no mundo atual. Estende-se até o fim dos tempos, a todas as gerações futuras.

2 – O pecado atingiu todo o homem como ser (Rm. 7.14-24). A extensão do pecado é total, não simplesmente num sentido racial, mas também na vida do indivíduo. O pecado afeta o ser humano inteiro; a vontade (Jo. 8:34); a mente e o entendimento (I Co. 1:20-24; Ef. 4:17); as afeições e emoções (I Tm. 6.10); assim com nossas palavras e comportamento (Gl. 5:19-21; Tg. 3:5-9). Isto tem sido expresso tradicionalmente como “depravação total”.

3 – O pecado atingiu toda a criação de Deus (Gn. 3:17-19; Rm. 8:21,22). Aqui fica demonstrada que até natureza inanimada sofre a maldição do pecado do homem. Em vista disto, a Escritura nos diz que já está chegando a hora em que “a própria criação será redimida do cativeira da corrupção...”

AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO

O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de Deus, é um ato da vontade do homem; como separação de Deus, vem a ser um estado pecaminoso.
Ao nos dar Suas leis, desejou Deus ajudar-nos a ficarmos livres do pecado (Jo. 8:34). Quando deixamos de cumpri-las, sofremos as consequências (*sofrimento, dor, doenças e morte). O pecado produz resultados desastrosos para o presente e para o futuro.
A palavra que melhor define as consequências do pecado é “morte”. Pecado é a transgressão da lei de Deus. Na Lei, Deus estabeleceu, como castigo, a morte (Rm. 6:21-23). Há duas espécies de morte, e ambas são resultados do pecado:

1 – Morte Física (Gn. 3:22-24). A morte do corpo. A limitação da vida humana é uma parte do castigo pelo pecado. Paulo foi enfático ao afirmar que “o salário do pecado é a morte...”. Desde Adão e Eva todos os homens estão destinados a experimentar a morte física.

2 – Morte Espiritual (Is. 59:1,2, Ef. 2:1). A morte espiritual equivale à separação eterna de Deus. O homem sem Deus está morto como afirma o apóstolo Paulo ao dizer aos irmãos que “antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa da sua desobediência a Deus e por causa dos seus pecados. “Mas nem todas as pessoas têm que continuar vivendo neste estado espiritual. Ao aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, o indivíduo recebe o perdão de Deus para os seus pecados, é purificado de toda injustiça, e torna-se participante do novo nascimento em Jesus Cristo, cujo princípio operante é a vida abundante, e não mais a morte (I Jo. 1:9; II Co. 5:17). O salvo por Jesus tem a segurança de permanecer para sempre na presença de Deus (Jo. 6:47; I Co. 15:54).

QUAL DEVE SER A NOSSA ESPERANÇA?

A nosso única esperança está depositada em Cristo. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo. 1:29). Ele é aquele que fora prometido para esmagar a cabeça da serpente e derrotar o poder de Satanás (compare Gn. 3:15 com Ap. 12:9).
Agora, podemos dizer, como Paulo a Tito: “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deus por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tt. 2.14).









AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO


O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de Deus, é um ato da vontade do homem; como separação de Deus, vem a ser um estado pecaminoso.
Ao nos dar Suas leis, desejou Deus ajudar-nos a ficarmos livres do pecado (Jo. 8:34). Quando deixamos de cumpri-las, sofremos as consequências (*sofrimento, dor, doenças e morte). O pecado produz resultados desastrosos para o presente e para o futuro.
A palavra que melhor define as consequências do pecado é “morte”. Pecado é a transgressão da lei de Deus. Na Lei, Deus estabeleceu, como castigo, a morte (Rm. 6:21-23). Há duas espécies de morte, e ambas são resultados do pecado:

1 – Morte Física (Gn. 3:22-24). A morte do corpo. A limitação da vida humana é uma parte do castigo pelo pecado. Paulo foi enfático ao afirmar que “o salário do pecado é a morte...”. Desde Adão e Eva todos os homens estão destinados a experimentar a morte física.

2 – Morte Espiritual (Is. 59:1,2, Ef. 2:1). A morte espiritual equivale à separação eterna de Deus. O homem sem Deus está morto como afirma o apóstolo Paulo ao dizer aos irmãos que “antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa da sua desobediência a Deus e por causa dos seus pecados. “Mas nem todas as pessoas têm que continuar vivendo neste estado espiritual. Ao aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, o indivíduo recebe o perdão de Deus para os seus pecados, é purificado de toda injustiça, e torna-se participante do novo nascimento em Jesus Cristo, cujo princípio operante é a vida abundante, e não mais a morte (I Jo. 1:9; II Co. 5:17). O salvo por Jesus tem a segurança de permanecer para sempre na presença de Deus (Jo. 6:47; I Co. 15:54).


A UNIVERSALIDADE DO PECADO


O pecado não atinge apenas a determinados indivíduos. Após sua queda. Eva deu o fruto também para o marido, que ao comer também transgrediu a ordem divina. Com sua transgressão, toda a raça humana ficou contaminada. “Portando, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm. 5:12).

1 – O pecado atingiu toda a raça humana existente (Rm. 6.23). Dessa forma entendemos que as Escrituras ensinam que o pecado é universal, atingindo a todos os homens (I Re. 8.46; I Jo. 1:10). A palavra “todos” é pequena, mas engloba toda a raça, todas as gerações que o mundo já conheceu. Cruz os mares e continentes, incluindo todo ser humano já existente no mundo atual. Estende-se até o fim dos tempos, a todas as gerações futuras.

2 – O pecado atingiu todo o homem como ser (Rm. 7.14-24). A extensão do pecado é total, não simplesmente num sentido racial, mas também na vida do indivíduo. O pecado afeta o ser humano inteiro; a vontade (Jo. 8:34); a mente e o entendimento (I Co. 1:20-24; Ef. 4:17); as afeições e emoções (I Tm. 6.10); assim com nossas palavras e comportamento (Gl. 5:19-21; Tg. 3:5-9). Isto tem sido expresso tradicionalmente como “depravação total”.

3 – O pecado atingiu toda a criação de Deus (Gn. 3:17-19; Rm. 8:21,22). Aqui fica demonstrada que até natureza inanimada sofre a maldição do pecado do homem. Em vista disto, a Escritura nos diz que já está chegando a hora em que “a própria criação será redimida do cativeira da corrupção...”

A ORIGEM DO PECADO


As Escrituras traçam a origem do pecado, e sua relação com Satanás, contando-nos como o pecado entrou no mundo. Também nos revelam as consequências desastrosas do pecado na história humana, e como foi necessário Jesus Cristo morrerna cruz, para libertar-nos do seu poder. A Bíblia, do principio ao fim, é um testemunho eloquente do amor de Deus por todos nós!
Em Gênesis 3.1-6 encontra-se o relato de como satanás tentou Eva, a primeira mulher. Eva foi induzida a desobedecer ao que Deus estabelecera. Observe como Satanás é sutil em sua maneira de agir. Com grande astúcia ele oferece sugestões, que, ao serem abraçadas, abrem caminhos a desejos e atos pecaminosos (Tg. 1.14,15). Compare a ordem de Deus (Gn. 2.16,17), com a interpretação da serpente (Gn. 3.1-6). Por meio desta pergunta ele lança a tríplice dúvida acerca de Deus. a) Sobre a vontade de Deus; b) Sobre a retidão de Deus, introduzindo assim a descrença quanto a Palavra de Deus; c) Sobre a santidade de Deus. Além do mais, despertou a vaidade na mulher, realçando o aspecto formoso do fruto da árvore proibida, e fazendo-lhe desejar ser igual a Deus. O desejo da independência e a busca de poder supremo domina o homem. A dúvida é a arma que Satanás utiliza com eficácia na disseminação do pecado na face da terra.

O PECADO


O PECADO

Deus conhece o que é melhor para cada um de nós. É uma atitude sábia obedecer à sua vontade. Necessitamos confiar nEle. Visand a nossa felicidade. Deus nos concedeu seus mandamentos. Eles são bons (leia Salmos 19). As cumprirmos suas leis, tornamo-nos melhores seres humanos, e mas felizes. Infelizmente, porém, o homem natural não confia em Deus como deveria. Em lugar de seguir. Seus ensinos, quer andar pelos seus próprios caminhos. Reluta em depender de Deus e, sempre que deixa de realizar a vontade de Deus, para fazer a sua própria vontade, está pecando.

O QUE SIGNIFICA PECADO?

A bíblia, tanto no Antigo Testamento como no novo Testamento, registra várias palavras que descrevem aspectos diferentes do pecado, na vida do indivíduo e na sociedade. Todas as palavras, porém, procedem de uma mesma atitude básica: a rejeição da vontade de Deus, em favor da vontade do próprio indivíduo. Mas, vejamos aspectos desintegrantes de personalidade que o pecado assume na vida diária.

Pecado é transgressão da lei (Rm. 2:25; 4:15; I Jo. 3.4). É passar por cima da linha divisória, traçada por Deus, entre o bem e o mal.

Pecado é erro (Lv. 4:13,14/ Mt. 18:15). Como erro, significa desvio do caminho do bem.

Pecar é errar o alvo (Lc. 15:18,21). Na Bíblia, errar o alvo significa deixar de atingí-lo. Como tal, denota a falha do homem em alcançar o ideal divino para o caráter humano.

Pecado é uma intromissão da vontade própria na esfera da autoridade divina (Rm. 1:18-32); O homem ímpio suprime a verdade na esfera da injustiça no qual ele vive.

Pecado é iniquidade e perversidade (Mt. 7:21-23; Rm. 4:7). Uma das manifestações mais comuns do pecado é a descrença. A descrença é um insulto à verdade divina.

A ORIGEM DO PECADO

As Escrituras traçam a origem do pecado, e sua relação com Satanás, contando-nos como o pecado entrou no mundo. Também nos revelam as consequências desastrosas do pecado na história humana, e como foi necessário Jesus Cristo morrerna cruz, para libertar-nos do seu poder. A Bíblia, do principio ao fim, é um testemunho eloquente do amor de Deus por todos nós!
Em Gênesis 3.1-6 encontra-se o relato de como satanás tentou Eva, a primeira mulher. Eva foi induzida a desobedecer ao que Deus estabelecera. Observe como Satanás é sutil em sua maneira de agir. Com grande astúcia ele oferece sugestões, que, ao serem abraçadas, abrem caminhos a desejos e atos pecaminosos (Tg. 1.14,15). Compare a ordem de Deus (Gn. 2.16,17), com a interpretação da serpente (Gn. 3.1-6). Por meio desta pergunta ele lança a tríplice dúvida acerca de Deus. a) Sobre a vontade de Deus; b) Sobre a retidão de Deus, introduzindo assim a descrença quanto a Palavra de Deus; c) Sobre a santidade de Deus. Além do mais, despertou a vaidade na mulher, realçando o aspecto formoso do fruto da árvore proibida, e fazendo-lhe desejar ser igual a Deus. O desejo da independência e a busca de poder supremo domina o homem. A dúvida é a arma que Satanás utiliza com eficácia na disseminação do pecado na face da terra.

A UNIVERSALIDADE DO PECADO

O pecado não atinge apenas a determinados indivíduos. Após sua queda. Eva deu o fruto também para o marido, que ao comer também transgrediu a ordem divina. Com sua transgressão, toda a raça humana ficou contaminada. “Portando, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm. 5:12).

1 – O pecado atingiu toda a raça humana existente (Rm. 6.23). Dessa forma entendemos que as Escrituras ensinam que o pecado é universal, atingindo a todos os homens (I Re. 8.46; I Jo. 1:10). A palavra “todos” é pequena, mas engloba toda a raça, todas as gerações que o mundo já conheceu. Cruz os mares e continentes, incluindo todo ser humano já existente no mundo atual. Estende-se até o fim dos tempos, a todas as gerações futuras.

2 – O pecado atingiu todo o homem como ser (Rm. 7.14-24). A extensão do pecado é total, não simplesmente num sentido racial, mas também na vida do indivíduo. O pecado afeta o ser humano inteiro; a vontade (Jo. 8:34); a mente e o entendimento (I Co. 1:20-24; Ef. 4:17); as afeições e emoções (I Tm. 6.10); assim com nossas palavras e comportamento (Gl. 5:19-21; Tg. 3:5-9). Isto tem sido expresso tradicionalmente como “depravação total”.

3 – O pecado atingiu toda a criação de Deus (Gn. 3:17-19; Rm. 8:21,22). Aqui fica demonstrada que até natureza inanimada sofre a maldição do pecado do homem. Em vista disto, a Escritura nos diz que já está chegando a hora em que “a própria criação será redimida do cativeira da corrupção...”

AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO

O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de Deus, é um ato da vontade do homem; como separação de Deus, vem a ser um estado pecaminoso.
Ao nos dar Suas leis, desejou Deus ajudar-nos a ficarmos livres do pecado (Jo. 8:34). Quando deixamos de cumpri-las, sofremos as consequências (*sofrimento, dor, doenças e morte). O pecado produz resultados desastrosos para o presente e para o futuro.
A palavra que melhor define as consequências do pecado é “morte”. Pecado é a transgressão da lei de Deus. Na Lei, Deus estabeleceu, como castigo, a morte (Rm. 6:21-23). Há duas espécies de morte, e ambas são resultados do pecado:

1 – Morte Física (Gn. 3:22-24). A morte do corpo. A limitação da vida humana é uma parte do castigo pelo pecado. Paulo foi enfático ao afirmar que “o salário do pecado é a morte...”. Desde Adão e Eva todos os homens estão destinados a experimentar a morte física.

2 – Morte Espiritual (Is. 59:1,2, Ef. 2:1). A morte espiritual equivale à separação eterna de Deus. O homem sem Deus está morto como afirma o apóstolo Paulo ao dizer aos irmãos que “antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa da sua desobediência a Deus e por causa dos seus pecados. “Mas nem todas as pessoas têm que continuar vivendo neste estado espiritual. Ao aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, o indivíduo recebe o perdão de Deus para os seus pecados, é purificado de toda injustiça, e torna-se participante do novo nascimento em Jesus Cristo, cujo princípio operante é a vida abundante, e não mais a morte (I Jo. 1:9; II Co. 5:17). O salvo por Jesus tem a segurança de permanecer para sempre na presença de Deus (Jo. 6:47; I Co. 15:54).

QUAL DEVE SER A NOSSA ESPERANÇA?

A nosso única esperança está depositada em Cristo. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo. 1:29). Ele é aquele que fora prometido para esmagar a cabeça da serpente e derrotar o poder de Satanás (compare Gn. 3:15 com Ap. 12:9).
Agora, podemos dizer, como Paulo a Tito: “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deus por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tt. 2.14).









COMO TER ESPERANÇA


Crendo no livramento divino (G. 1:3;4). Jesus Cristo se deu por nossos pecados, para nos livrar. Isto indica o propósito do seu sacrifício voluntário em favor da humanidade (Jo 10:17,18). Se crermos nesse livramento, Deus nos livra do pecado e da morte e nos dá esperança de uma vida diferente e abençoada.


Entrando pela única Porta da Salvação (Jo. 10:9). O privilégio do usuário da porta é a salvação, de imediato, para sempre, completamente. Isso só é alcançado pela fé pessoal em Cristo Jesus.


Reconciliando-nos com Deus (Rm. 5:1-11). A morte de Cristo espiou os pecados de todas as pessoas que já viveram (I Jo. 2.2). Cristo levou sobre si a culpa de nossos pecados e sofreu a punição que nós devíamos receber (I Pd. 2.24). A salvação é oferecida a todos, embora nem todos a aceitem.


Aceitando a Jesus como nosso Salvador (Atos 16.31; Rm. 10.9-11). Somente aceitando a Jesus com Salvador, entregando-se a Ele sem reserva é que o homem poderá tornar-se filho de Deus e participante da Sua graça.


COMO PERTENCER A FAMÍLIA DE DEUS?

Pelo processo de adoção feito por Jesus (Jo. 1:12,13). se cremos em Jesus, adquirimos o privilégio, ou direito, de nos tornarmos filhos de Deus. Esta figura sugere a comunhão da Família da fé (Ef. 2:19; 3:14,15). Implica também a noção de um novo começo. Leia Efésios 1.5; somos em Jesus filhos adotivos de Deus, mediante a fé (Gl. 3:26).

Deixando-nos guiar pelo Espírito Santo (Rm.8:14-17). Aqueles que são liderados pelo Espírito Santo são chamados de Filhos de Deus e ainda recebem o testemunho interior acerca desse fato. Os filhos adotivos de Deus são agora tanto seus filhos como seus herdeiros.

Reconhecendo a Jesus como nosso irmão (Rm. 8:29). A decisão de Deus é que, aqueles que confessam a Jesus, sejam semelhantes a Seus filho e aparência. O termo “primogênito” significa o mais alto em hierarquia ou posição. Como irmão de Cristo, todos os crentes compartilharão do seu destino (Hb. 2:10-17).


COMO SAIR DA CONDENAÇÃO DA MORTE?

Para saírmos da condenação da morte é preciso quer sigamos algus passos importantes.

Crer no sacrifício feito por Jesus na cruz (Jo. 3:16). Quando a Bíblia fala que precisamos crer, não é um simples crer, pois a Biblia diz que até os demônios crêem e tremem (Tg. 2:19) e nem por isso herdarão a salvação. Crer, no Novo Tetamento, indica mais do que simples consentimento intelectual para com um fato. A palavra grega “pistis” significa: adesão, compromisso, confiança em uma pessoa ou objeto, e isto envolve não apenas o consentimento da mente, mas um ato do coração e da vontade da pessoa. “Todo o que nele crê” é o equivalente a “todo o que nele confia ou se entrega a ele (Cristo)”.

João mesmo é quem diz: “Quem nele crê não é julgado; o que nele não crê já está julgado” (Jo 3:18; 5:24).

Observando a história do evangelista Felipe e o eunuco em Atos 8:26-39, podemos afirmar que o ato de crer culmina em uma atitude de mudança e compromisso com Deus.

Crer que Jesus veio Trazer-nos a vida (Jo. 10:10). Vida, aqui, corresponde a ser salvo. Por meio da morte e ressurreição, Jesus tomou posse das “chaves da morte” (Hb. 2:14; Ap. 1:18), anulando, assim a autoridade da morte que fora concedida a Satanás.

Crer que Jesus é o único que pode nos dar a vida eterna (Jo. 17:2,3). Conhecer a Deus é ter um compromisso existencial com Ele como um sujeito vivo, em vez de aceitar fatos a seu respeito como um objeto de contemplação.

SEPARADO DA FAMÍLIA DE DEUS

O homem quando vem a este mundo, não nasce filho de Deus. Todos nascem orfãos. Não tem Deus como Pai, é apenas criatura de Deus. Por que nascem criaturas de Deus e não filhos de Deus? Porque pelo pecado perde o direito de ser filho de Deus. Quando o homem deixou de obedecer a Deus no Jardim do Éden, obedecendo a serpente, ou seja, o diabo, tornou-se servo (escravo) do maligno (Rm. 6:16).

Nos dias de Jesus os judeus gostavam de afirmar que Deus era o “Pai” deles. Mas Jesus disse francamente a certos opositores que eles eram “filhos do diabo.” (Jo. 8:41,44,47), pois tinham prazer em fazer sua vontade. Isto mostra novamente que a filiação com Deus, por parte de qualquer dos descendentes de Adão, requer não a mera descendência carnal, natural, mas primeiramente a provisão de Deus, de uma relação espiritual com Ele, e que tal relação, por sua vez, requer que os “filhos” sejam fiéis a Deus por manifestar as qualidades Dele, por serem obedientes à Sua vontade e servirem fielmente aos Seus propósitos e interesses.

SEM ESPERANÇA NO MUNDO

O apóstolo Pedro diz que Deus “nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” , e que antes não éramos povo, sem direito à misericórdia (I Pd. 2:9,10). Paulo complementa esse pensamento dizendo que as pessoas que não têm Cristo encontram-se”... separados de Israel (o povo de Deus), e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” (Ef. 2.12). Sobre isso aprendemos quatro lições importantes sobre a condição do homem natural:

1 – Está desprovido do Messias (Salvador)

2 – Não tem o direito de cidadania dentro da nação eleita (o povo de Deus).

3 – Sofre privação espiritual, perdendo os privilégios e vantagens da aliança.

4 – Não tem esperança, pois está sem Deus no mundo.

De fato, sem Cristo, estamos nas traves, “.. e quem anda nas traves não sabe para onde vai.” (Jo. 12:35).



O HOMEM NATURAL

Sendo criado por Deus, o homem é um ser racional. Deus lhe concedeu o livre arbítrio, ou seja a liberdade de escolher entre o bem e o mal; de obedecer-lhe ou ignorar Seus mandamentos.
A história da humanidade revela a sequência de decisões tomadas pelo homem. Este, por sua vez, tornou-se rebelde, egoísta e orgulhoso. O homem fez mau uso desta dádiva divina, escolhendo quase sempre o caminho que conduz à morte. Dessa forma, neste estudo iremos ver que todo ser humano indistintamente nasce sob três condições naturais:

Condenado à morte
Separado da família de Deus
Sem esperando (num lugar terrível)

1 – CONDENADO À MORTE

Em Adão todos nós recebemos, por herança do pecado, a morte (Rm. 5:12) A Bíblia garante que não há um justo sequer e que todos pecaram (Rm. 3:23), sendo que o salário do pecado é a morte (Rm. 6:23). Por isso a Bíblia defini a condição do ser humano que ainda não conhece o plano de Deus, como: cego, morto, nas trevas, dormindo (Ef. 5:14; 2:5). Nossa condição natural resulta em morte moral e física. O ser humano está morto espiritualmente quando se apega ao pecado e a um sistema de vida pecaminoso. O pecado separa o pecador de Cristo, o Doador da Vida.

O apóstolo Paulo descreve em Efésios 2:1-3 como é a vida da pessoa sem Cristo:

1. Todos os homens possuem uma natureza pecaminosa e cometem pecados (Sl. 51:5).
2. todos estão mortos nos delitos e pecados. Delitos significa transgressão aos princípios de Deus. Assim ambos expressam a deficiência do homem em viver como pode e deve viver.
3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado/
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestada e do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos; vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.

4. O fruto produzido por este tipo de vida é: “Imoralidade, impureza, açoes indecentes, adoração de ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, paixão partidária, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas.” (Gl. 5:19-21).

A RELAÇÃO DO HOMEM COM DEUS

1. O homem, depende de Deus (Mt. 6:26-30; Atos 17.24-30). O homem, como um todo, pertence a Deus. Sua existência, como ser livre, inteligente, responsável, deve-se única e exlusivamente a Deus.

2. A recusa do homem em reconhecer sua relação com Deus (Jo. 3:3-6; Rm. 1:18-32; I Co. 2:14); De acordo com a sua própria natureza, o homem sente necessidade de filiação com Deus e comunhão com o seu próximo, mas não consegui alcançar essa finalidade por si mesmo, devido a operação do pecado que perverte a sua natureza.

3. O homem natural está perdido (Is. 53:6; Lc. 19.10; Jo. 3.16). Quando a Bíblia fala em homem natural, significa o homem afastado de Deus e dominado pelo pecado. A necessidade de conversão encontra-se pelo fato de o homem perdido. (Ef.2:1-3)

4. Há salvação em Jesus Cristo (II co. 5:17,18). Através de Jesus Cristo o homem natural pode tornar-se parte integrante de uma nova criação. Jesus veio para salvar e reconciliar o homem perdido com Deus. Reconciliar significa remover barreiras, aproximar novamente. Jesus nos aproxima novamente de Deus. Através dele, somos feitos membros da família de Deus (Ef. 2:14-19), na categoria de filhos (Jo. 1:12).

A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

o ser humano é uma unidade dinâmica. Não podemos serpará-lo em compartimentos. Porém todos concordam que o homem tem tanto uma natureza física como uma espiritual (Gn. 2:7)

1 – A natureza física. A noção de corpo é usada para descrever o homem como um organismo constituído, como um todo, uma unidade. As funções psíquicas e espirituais estão ligadas À ideia de um organismo corporal (Sl. 104:29,30).

2 – A natureza espiritual. O homem é um ser vivo. Nesse aspecto é igual aos outros animais. Entretanto, não se confunde com eles, por causa dos atributos que recebeu de Deus por ser criado conforme à sua imagem e semelhança.