COMO TER ESPERANÇA


Crendo no livramento divino (G. 1:3;4). Jesus Cristo se deu por nossos pecados, para nos livrar. Isto indica o propósito do seu sacrifício voluntário em favor da humanidade (Jo 10:17,18). Se crermos nesse livramento, Deus nos livra do pecado e da morte e nos dá esperança de uma vida diferente e abençoada.


Entrando pela única Porta da Salvação (Jo. 10:9). O privilégio do usuário da porta é a salvação, de imediato, para sempre, completamente. Isso só é alcançado pela fé pessoal em Cristo Jesus.


Reconciliando-nos com Deus (Rm. 5:1-11). A morte de Cristo espiou os pecados de todas as pessoas que já viveram (I Jo. 2.2). Cristo levou sobre si a culpa de nossos pecados e sofreu a punição que nós devíamos receber (I Pd. 2.24). A salvação é oferecida a todos, embora nem todos a aceitem.


Aceitando a Jesus como nosso Salvador (Atos 16.31; Rm. 10.9-11). Somente aceitando a Jesus com Salvador, entregando-se a Ele sem reserva é que o homem poderá tornar-se filho de Deus e participante da Sua graça.


COMO PERTENCER A FAMÍLIA DE DEUS?

Pelo processo de adoção feito por Jesus (Jo. 1:12,13). se cremos em Jesus, adquirimos o privilégio, ou direito, de nos tornarmos filhos de Deus. Esta figura sugere a comunhão da Família da fé (Ef. 2:19; 3:14,15). Implica também a noção de um novo começo. Leia Efésios 1.5; somos em Jesus filhos adotivos de Deus, mediante a fé (Gl. 3:26).

Deixando-nos guiar pelo Espírito Santo (Rm.8:14-17). Aqueles que são liderados pelo Espírito Santo são chamados de Filhos de Deus e ainda recebem o testemunho interior acerca desse fato. Os filhos adotivos de Deus são agora tanto seus filhos como seus herdeiros.

Reconhecendo a Jesus como nosso irmão (Rm. 8:29). A decisão de Deus é que, aqueles que confessam a Jesus, sejam semelhantes a Seus filho e aparência. O termo “primogênito” significa o mais alto em hierarquia ou posição. Como irmão de Cristo, todos os crentes compartilharão do seu destino (Hb. 2:10-17).


COMO SAIR DA CONDENAÇÃO DA MORTE?

Para saírmos da condenação da morte é preciso quer sigamos algus passos importantes.

Crer no sacrifício feito por Jesus na cruz (Jo. 3:16). Quando a Bíblia fala que precisamos crer, não é um simples crer, pois a Biblia diz que até os demônios crêem e tremem (Tg. 2:19) e nem por isso herdarão a salvação. Crer, no Novo Tetamento, indica mais do que simples consentimento intelectual para com um fato. A palavra grega “pistis” significa: adesão, compromisso, confiança em uma pessoa ou objeto, e isto envolve não apenas o consentimento da mente, mas um ato do coração e da vontade da pessoa. “Todo o que nele crê” é o equivalente a “todo o que nele confia ou se entrega a ele (Cristo)”.

João mesmo é quem diz: “Quem nele crê não é julgado; o que nele não crê já está julgado” (Jo 3:18; 5:24).

Observando a história do evangelista Felipe e o eunuco em Atos 8:26-39, podemos afirmar que o ato de crer culmina em uma atitude de mudança e compromisso com Deus.

Crer que Jesus veio Trazer-nos a vida (Jo. 10:10). Vida, aqui, corresponde a ser salvo. Por meio da morte e ressurreição, Jesus tomou posse das “chaves da morte” (Hb. 2:14; Ap. 1:18), anulando, assim a autoridade da morte que fora concedida a Satanás.

Crer que Jesus é o único que pode nos dar a vida eterna (Jo. 17:2,3). Conhecer a Deus é ter um compromisso existencial com Ele como um sujeito vivo, em vez de aceitar fatos a seu respeito como um objeto de contemplação.

SEPARADO DA FAMÍLIA DE DEUS

O homem quando vem a este mundo, não nasce filho de Deus. Todos nascem orfãos. Não tem Deus como Pai, é apenas criatura de Deus. Por que nascem criaturas de Deus e não filhos de Deus? Porque pelo pecado perde o direito de ser filho de Deus. Quando o homem deixou de obedecer a Deus no Jardim do Éden, obedecendo a serpente, ou seja, o diabo, tornou-se servo (escravo) do maligno (Rm. 6:16).

Nos dias de Jesus os judeus gostavam de afirmar que Deus era o “Pai” deles. Mas Jesus disse francamente a certos opositores que eles eram “filhos do diabo.” (Jo. 8:41,44,47), pois tinham prazer em fazer sua vontade. Isto mostra novamente que a filiação com Deus, por parte de qualquer dos descendentes de Adão, requer não a mera descendência carnal, natural, mas primeiramente a provisão de Deus, de uma relação espiritual com Ele, e que tal relação, por sua vez, requer que os “filhos” sejam fiéis a Deus por manifestar as qualidades Dele, por serem obedientes à Sua vontade e servirem fielmente aos Seus propósitos e interesses.

SEM ESPERANÇA NO MUNDO

O apóstolo Pedro diz que Deus “nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” , e que antes não éramos povo, sem direito à misericórdia (I Pd. 2:9,10). Paulo complementa esse pensamento dizendo que as pessoas que não têm Cristo encontram-se”... separados de Israel (o povo de Deus), e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” (Ef. 2.12). Sobre isso aprendemos quatro lições importantes sobre a condição do homem natural:

1 – Está desprovido do Messias (Salvador)

2 – Não tem o direito de cidadania dentro da nação eleita (o povo de Deus).

3 – Sofre privação espiritual, perdendo os privilégios e vantagens da aliança.

4 – Não tem esperança, pois está sem Deus no mundo.

De fato, sem Cristo, estamos nas traves, “.. e quem anda nas traves não sabe para onde vai.” (Jo. 12:35).



O HOMEM NATURAL

Sendo criado por Deus, o homem é um ser racional. Deus lhe concedeu o livre arbítrio, ou seja a liberdade de escolher entre o bem e o mal; de obedecer-lhe ou ignorar Seus mandamentos.
A história da humanidade revela a sequência de decisões tomadas pelo homem. Este, por sua vez, tornou-se rebelde, egoísta e orgulhoso. O homem fez mau uso desta dádiva divina, escolhendo quase sempre o caminho que conduz à morte. Dessa forma, neste estudo iremos ver que todo ser humano indistintamente nasce sob três condições naturais:

Condenado à morte
Separado da família de Deus
Sem esperando (num lugar terrível)

1 – CONDENADO À MORTE

Em Adão todos nós recebemos, por herança do pecado, a morte (Rm. 5:12) A Bíblia garante que não há um justo sequer e que todos pecaram (Rm. 3:23), sendo que o salário do pecado é a morte (Rm. 6:23). Por isso a Bíblia defini a condição do ser humano que ainda não conhece o plano de Deus, como: cego, morto, nas trevas, dormindo (Ef. 5:14; 2:5). Nossa condição natural resulta em morte moral e física. O ser humano está morto espiritualmente quando se apega ao pecado e a um sistema de vida pecaminoso. O pecado separa o pecador de Cristo, o Doador da Vida.

O apóstolo Paulo descreve em Efésios 2:1-3 como é a vida da pessoa sem Cristo:

1. Todos os homens possuem uma natureza pecaminosa e cometem pecados (Sl. 51:5).
2. todos estão mortos nos delitos e pecados. Delitos significa transgressão aos princípios de Deus. Assim ambos expressam a deficiência do homem em viver como pode e deve viver.
3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado/
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestada e do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos; vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.

4. O fruto produzido por este tipo de vida é: “Imoralidade, impureza, açoes indecentes, adoração de ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, paixão partidária, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas.” (Gl. 5:19-21).

A RELAÇÃO DO HOMEM COM DEUS

1. O homem, depende de Deus (Mt. 6:26-30; Atos 17.24-30). O homem, como um todo, pertence a Deus. Sua existência, como ser livre, inteligente, responsável, deve-se única e exlusivamente a Deus.

2. A recusa do homem em reconhecer sua relação com Deus (Jo. 3:3-6; Rm. 1:18-32; I Co. 2:14); De acordo com a sua própria natureza, o homem sente necessidade de filiação com Deus e comunhão com o seu próximo, mas não consegui alcançar essa finalidade por si mesmo, devido a operação do pecado que perverte a sua natureza.

3. O homem natural está perdido (Is. 53:6; Lc. 19.10; Jo. 3.16). Quando a Bíblia fala em homem natural, significa o homem afastado de Deus e dominado pelo pecado. A necessidade de conversão encontra-se pelo fato de o homem perdido. (Ef.2:1-3)

4. Há salvação em Jesus Cristo (II co. 5:17,18). Através de Jesus Cristo o homem natural pode tornar-se parte integrante de uma nova criação. Jesus veio para salvar e reconciliar o homem perdido com Deus. Reconciliar significa remover barreiras, aproximar novamente. Jesus nos aproxima novamente de Deus. Através dele, somos feitos membros da família de Deus (Ef. 2:14-19), na categoria de filhos (Jo. 1:12).

A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

o ser humano é uma unidade dinâmica. Não podemos serpará-lo em compartimentos. Porém todos concordam que o homem tem tanto uma natureza física como uma espiritual (Gn. 2:7)

1 – A natureza física. A noção de corpo é usada para descrever o homem como um organismo constituído, como um todo, uma unidade. As funções psíquicas e espirituais estão ligadas À ideia de um organismo corporal (Sl. 104:29,30).

2 – A natureza espiritual. O homem é um ser vivo. Nesse aspecto é igual aos outros animais. Entretanto, não se confunde com eles, por causa dos atributos que recebeu de Deus por ser criado conforme à sua imagem e semelhança.

A ORIGEM DO HOMEM
A Bíblia ensina claramente a doutrina de uma criação especial, que significa que Deus fez cada criatura “segundo a a sua espécie”. Ele criou as várias espécies e então as deixou para que se desenvolvessem e progredissem segundo as leis do seu ser. A disitenção entre o homem e as criaturas inferiores implica a declaração de que “Deus criou o homem a sua imagem”.
Os dois primeiros capítulos de Gênesis fornecem a descrição bíblica, no tocante à criação do homem. Em cada capítulo há uma narrativa. A primeira é a de natureza geral. A segunda fornece alguns detalhes mais. É como se fosse um complemtento da primeira narrativa. Das duas narrativas, você pode notar o seguinte:
1 – O homem é a mas elevada de todas as criaturas de Deus (Gn. 1:26-28). Ele é chamado a “coroa da criação”. Não apenas por ter sido o último a ser criado, mas pela sua própria natureza. O homem difere de todos os outros habitantes deste mundo, e está imensuravelmente acima deles. Ele possui qualidades de Deus (Sl. 8). Esse fator explica por que o homem pode manter comunhão com Deus, o seu criador.
2 – O homem, como criado por Deus, é bom (Gn. 1:31). Depois de realizar a criação de todas as coisas, inclusive a do homem, “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom...”. O homem, como ser criado por Deus, é bom. Sua imaagem foi desfigurada pelo pecado, mas pode ser reabilitada pela regeneração e conversão ao Senhor Jesus Cristo.
3 – O homem é uma criatura (Gn. 2:7). Nesta passagem percebemos que o fato de o homem ser formado do pó da terra, por Deus, caracteriza bem a sua existência como criatura e, ao mesmo tempo, o adverte quanto à fraqueza e mortalidade do ser humano. Como criatura, o homem é dependente do seu Criador.
4 – O homeme foi criado um ser inteligente (Gn. 2:15-20). A capacidade de grandes faculdades intelectuais do homem está subentendida na ordem para “cultivar” o jardim e o “guardar”, a exercer domínio sobre a terra e todas as criaturas da terra, e na declaração de que ele dê homem a todos os animais da terra.
5 – O homeme foi criado à “imagem e semelhança de Deus” (Gn. 5:1 - 9.6). As Escrituras demonstram a condição original do homem com a frase: “á imagem e semelhança de Deus” . Os atributos essenciais de uma pessoa são razão, consciência e vontade. Ao criar o homem à Sua própria imagem, portanto, Deus o dotou com aquele atributos que pertencem à Sua própria natureza.
6 – O homem é um ser moral (Ec. 7:29; Ef. 4:24). Deus o fez como ser responsável, com liberdade de escolha. Isso é o que se pode notar da leitura de Gênesis 2:15-17 e 3:1-15. Nessas duas passagens encontram-se retratadas a glória e a tragédia do gênero humano. Criado para a comunhão com Deus, o homem afastou-se, pelo mau uso de sua liberdade do caminho que o Criados lhe traçara, visando sua felicidade.
A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM

o ser humano é uma unidade dinâmica. Não podemos serpará-lo em compartimentos. Porém todos concordam que o homem tem tanto uma natureza física como uma espiritual (Gn. 2:7)
1 – A natureza física. A noção de corpo é usada para descrever o homem como um organismo constituído, como um todo, uma unidade. As funções psíquicas e espirituais estão ligadas À ideia de um organismo corporal (Sl. 104:29,30).
2 – A natureza espiritual. O homem é um ser vivo. Nesse aspecto é igual aos outros animais. Entretanto, não se confunde com eles, por causa dos atributos que recebeu de Deus por ser criado conforme à sua imagem e semelhança.
A RELAÇÃO DO HOMEM COM DEUS
1. O homem, depende de Deus (Mt. 6:26-30; Atos 17.24-30). O homem, como um todo, pertence a Deus. Sua existência, como ser livre, inteligente, responsável, deve-se única e exlusivamente a Deus.

2. A recusa do homem em reconhecer sua relação com Deus (Jo. 3:3-6; Rm. 1:18-32; I Co. 2:14); De acordo com a sua própria natureza, o homem sente necessidade de filiação com Deus e comunhão com o seu próximo, mas não consegui alcançar essa finalidade por si mesmo, devido a operação do pecado que perverte a sua natureza.
3. O homem natural está perdido (Is. 53:6; Lc. 19.10; Jo. 3.16). Quando a Bíblia fala em homem natural, significa o homem afastado de Deus e dominado pelo pecado. A necessidade de conversão encontra-se pelo fato de o homem perdido. (Ef.2:1-3)
4. Há salvação em Jesus Cristo (II co. 5:17,18). Através de Jesus Cristo o homem natural pode tornar-se parte integrante de uma nova criação. Jesus veio para salvar e reconciliar o homem perdido com Deus. Reconciliar significa remover barreiras, aproximar novamente. Jesus nos aproxima novamente de Deus. Através dele, somos feitos membros da família de Deus (Ef. 2:14-19), na categoria de filhos (Jo. 1:12).
O HOMEM NATURAL
Sendo criado por Deus, o homem é um ser racional. Deus lhe concedeu o livre arbítrio, ou seja a liberdade de escolher entre o bem e o mal; de obedecer-lhe ou ignorar Seus mandamentos.
A história da humanidade revela a sequência de decisões tomadas pelo homem. Este, por sua vez, tornou-se rebelde, egoísta e orgulhoso. O homem fez mau uso desta dádiva divina, escolhendo quase sempre o caminho que conduz à morte. Dessa forma, neste estudo iremos ver que todo ser humano indistintamente nasce sob três condições naturais:
    • Condenado à morte
    • Separado da família de Deus
    • Sem esperando (num lugar terrível)
1 – CONDENADO À MORTE
Em Adão todos nós recebemos, por herança do pecado, a morte (Rm. 5:12) A Bíblia garante que não há um justo sequer e que todos pecaram (Rm. 3:23), sendo que o salário do pecado é a morte (Rm. 6:23). Por isso a Bíblia defini a condição do ser humano que ainda não conhece o plano de Deus, como: cego, morto, nas trevas, dormindo (Ef. 5:14; 2:5). Nossa condição natural resulta em morte moral e física. O ser humano está morto espiritualmente quando se apega ao pecado e a um sistema de vida pecaminoso. O pecado separa o pecador de Cristo, o Doador da Vida.
O apóstolo Paulo descreve em Efésios 2:1-3 como é a vida da pessoa sem Cristo:
1. Todos os homens possuem uma natureza pecaminosa e cometem pecados (Sl. 51:5).
2. todos estão mortos nos delitos e pecados. Delitos significa transgressão aos princípios de Deus. Assim ambos expressam a deficiência do homem em viver como pode e deve viver.
3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado/
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestada e do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos; vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.
4. O fruto produzido por este tipo de vida é: “Imoralidade, impureza, açoes indecentes, adoração de ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, paixão partidária, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas.” (Gl. 5:19-21).
SEPARADO DA FAMÍLIA DE DEUS
O homem quando vem a este mundo, não nasce filho de Deus. Todos nascem orfãos. Não tem Deus como Pai, é apenas criatura de Deus. Por que nascem criaturas de Deus e não filhos de Deus? Porque pelo pecado perde o direito de ser filho de Deus. Quando o homem deixou de obedecer a Deus no Jardim do Éden, obedecendo a serpente, ou seja, o diabo, tornou-se servo (escravo) do maligno (Rm. 6:16).
Nos dias de Jesus os judeus gostavam de afirmar que Deus era o “Pai” deles. Mas Jesus disse francamente a certos opositores que eles eram “filhos do diabo.” (Jo. 8:41,44,47), pois tinham prazer em fazer sua vontade. Isto mostra novamente que a filiação com Deus, por parte de qualquer dos descendentes de Adão, requer não a mera descendência carnal, natural, mas primeiramente a provisão de Deus, de uma relação espiritual com Ele, e que tal relação, por sua vez, requer que os “filhos” sejam fiéis a Deus por manifestar as qualidades Dele, por serem obedientes à Sua vontade e servirem fielmente aos Seus propósitos e interesses.
SEM ESPERANÇA NO MUNDO
O apóstolo Pedro diz que Deus “nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” , e que antes não éramos povo, sem direito à misericórdia (I Pd. 2:9,10). Paulo complementa esse pensamento dizendo que as pessoas que não têm Cristo encontram-se”... separados de Israel (o povo de Deus), e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” (Ef. 2.12). Sobre isso aprendemos quatro lições importantes sobre a condição do homem natural:
1 – Está desprovido do Messias (Salvador)2 – Não tem o direito de cidadania dentro da nação eleita (o povo de Deus).3 – Sofre privação espiritual, perdendo os privilégios e vantagens da aliança.4 – Não tem esperança, pois está sem Deus no mundo.
De fato, sem Cristo, estamos nas traves, “.. e quem anda nas traves não sabe para onde vai.” (Jo. 12:35).
COMO PERTENCER A FAMÍLIA DE DEUS?
Pelo processo de adoção feito por Jesus (Jo. 1:12,13). se cremos em Jesus, adquirimos o privilégio, ou direito, de nos tornarmos filhos de Deus. Esta figura sugere a comunhão da Família da fé (Ef. 2:19; 3:14,15). Implica também a noção de um novo começo. Leia Efésios 1.5; somos em Jesus filhos adotivos de Deus, mediante a fé (Gl. 3:26).
Deixando-nos guiar pelo Espírito Santo (Rm.8:14-17). Aqueles que são liderados pelo Espírito Santo são chamados de Filhos de Deus e ainda recebem o testemunho interior acerca desse fato. Os filhos adotivos de Deus são agora tanto seus filhos como seus herdeiros.
Reconhecendo a Jesus como nosso irmão (Rm. 8:29). A decisão de Deus é que, aqueles que confessam a Jesus, sejam semelhantes a Seus filho e aparência. O termo “primogênito” significa o mais alto em hierarquia ou posição. Como irmão de Cristo, todos os crentes compartilharão do seu destino (Hb. 2:10-17).


COMO TER ESPERANÇA

Crendo no livramento divino (G. 1:3;4). Jesus Cristo se deu por nossos pecados, para nos livrar. Isto indica o propósito do seu sacrifício voluntário em favor da humanidade (Jo 10:17,18). Se crermos nesse livramento, Deus nos livra do pecado e da morte e nos dá esperança de uma vida diferente e abençoada.

Entrando pela única Porta da Salvação (Jo. 10:9). O privilégio do usuário da porta é a salvação, de imediato, para sempre, completamente. Isso só é alcançado pela fé pessoal em Cristo Jesus.

Reconciliando-nos com Deus (Rm. 5:1-11). A morte de Cristo espiou os pecados de todas as pessoas que já viveram (I Jo. 2.2). Cristo levou sobre si a culpa de nossos pecados e sofreu a punição que nós devíamos receber (I Pd. 2.24). A salvação é oferecida a todos, embora nem todos a aceitem.

Aceitando a Jesus como nosso Salvador (Atos 16.31; Rm. 10.9-11). Somente aceitando a Jesus com Salvador, entregando-se a Ele sem reserva é que o homem poderá tornar-se filho de Deus e participante da Sua graça.





RESSURREIÇÃO DE CRISTO


Se a morte de Jesus na cruz é fundamental para a nossa salvação. Sua ressurreição também o é. A morte e ressurreição de Jesus Cristo é doutrina fundamental do Cristianismo. Todos aqueles que admitem a necessidade da morte de Cristo também admitem a importância de ressurreição física de Cristo. Vejamos alguns aspectos da ressurreição.


1 – A importância da ressurreição de Cristo (Rm. 10:9,10; I Co. 15:12-19). De acordo com as escrituras, crer na ressurreição de Cristo é essencial para salvação. Paulo mostra que tudo depende da ressurreição de Cristo: a) a pregação apostólica; b) a fé dos Coríntios; c) os apóstolos como testemunhas; d) os Coríntios e o perdão de seus pecados; e) os que dormiram em Cristo; f) e os Cristãos são os mais infelizes dos homens se Cristo não tiver ressurgido.


2 – A natureza da ressurreição de Cristo (Mt. 28:9; Lc. 24:39-45). A ressurreição de Jesus foi uma ressurreição corporal. O próprio Jesus declarou depois de sua ressurreição que tinha carne e ossos e Mateus declarou que as mulheres que encotraram a Cristo abraçaram-lhe os pés. Ele tomou refeição com os discípulos e foi reconhecido por eles depois da ressurreição (Lc. 24:34; Jo. 20:25-28). Cirsto mesmo predisse sua ressurreição corporal (Jo. 2:19-21). No entanto, Seu corpo era diferente em alguns aspectos após a ressurreição (Jo. 20:19). ele está vivo agora e para todo o sempre (Rm. 6:9-10; II Tm. 1:10; Ap. 1:18).


3 – Os resultados da ressurreição de Cristo (Rm. 1:4; 4:25). A ressurreição de Cristo atesta a Sua divindade, pois através dela Ele “foi designado Filho de Deus com Poder” (Mt. 28:18). Outro resultado adquirido é o da nossa justificação, pois Sua ressurreição é a garantia de que Deus aceitou Seu sacrifício. Através da Sua ressurreição dos mortos. Ele se tornou nosso mediador. Paulo nos diz ainda que a ressurreição de Cristo é a garantia de que nossos corpos também ressurgirão dentro os mortos. (Rm. 8:11).

A EXTENSÃO DA MORTE DE CRISTO

Morreu Cristo por todo o mundo ou somente pelos eleitos? Se foi pelo munto inteiro, então porque é que nem todos se salvam? Sr foi apenas para os eleitos, onde está a justiça de Deus? A resposta a estas perguntas está ligada ao conceito que se tem de ordem dos decretos.

1 – Cristo morreu pelos eleitos (Mt. 20:28; Jo. 17.9; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu principalmente pelos eleitos. Ele morreu pelos eleitos, não apenas no sentido de tornar a salvação possível para eles, mas também no sentido de verdadeiramente salvá-los quando crêem em Cristo.

2 – Cristo morreu pelo mundo inteiro (Jo. 1:29; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu pelo mundo inteiro. Existe uma ordem necessária na salvação do homem. Ele precisa primeiro crer que Cristo morrei por si próprio. Apesar de Cristo ter morrido por todos, no sentido de reconciliar o mundo com Deus, nem todos são salvos, por que sua salvação em si é condicionada a serem reconciliados com Deus (II co. 5:18-20).

OBRA DE CRISTO – SUA MORTE

Ao contrário do que acontece no caso de pessoas comuns, é a morte de Cristo mais do que a vida de Cristo (isto é, a vida terrena) que é de importância suprema. Isto é provado por muitas considerações.

- É anunciado no Antigo Testamento (Gn. 3:15; sl. 22:1,7,8,18; Is. 53:4-6). È a morte de Cristo que tratam muitos tipos de profecias no Antigo Testamento. O animal que morreu para fornecer vestimentas para Adão e Eva é um exemplo (Gn. 3.21; Ap. 13.8). Os sacrifícios dos patriarcas em geral (Gn. 8.20; 12.8; 26.5; 33.20), o cordeiro pascal no Egito (Êx. 12:1-8; I Co. 5.7), os sacrifícios levíticos (Lv. 1 a 7) e outros, todos eles apontam para a maior de todas as ofertas que seria feita por Cristo. Temo ainda as profecias da traição que seria feita a Cristo (Sl. 41:9-11; Atos 1:16), de Sua crucificação e dos eventos que a acompanharam. Vemos assim, que a morte3 de Cristo é uma parte importante do ensinamento do Antigo Testamento.

- É proeminente no Novo Testamento (Mt. 16:21-23; 20:17-19; Atos (2:22-24). A morte de Cristo ocupa lugar proeminente no Novo Testamento. Os três últimos dias da vida terrena de nosso Senhor ocupam aproximadamente um quinta das narrativas dos quatro evangelhos. A morte de Cristo é mencionada diretamente no Novo Testamento mais de 175 vezes. Evidentemente a morte e a ressurreição de nosso Senhor eram considerados de suprema importância pelo Espírito Santo.

- É a principal razão da encarnação (Hb. 2:9,14; 9:26; I Jo.3:5) – Cristo não veio principalmente paro nos dar um exemplo, ou nos ensinar uma doutrina, mas para morrer por nós. Sua morte não foi uma reflexão posterior ou um acidente, mas o cumprimento de um propósito definido ligado à encarnação. A encarnação não é uma finalidade em si, mas um meio para atingir uma finalidade, e essa finalidade é a redenção dos perdidos através da morte do Senhor na Cruz.

- É essencial para a nossa salvação (Jo. 3.14,15). O filho do homem tem que ser erguido para o homem ser salvo; o grão de trigo tem que cair no chão e morrer para produzir frutos (Jo. 12:24). Deus não poderia perdoar o pecado simplesmente com base no arrependimento do pecador. Para que Deus pudesse perdoar ao pecador e permanecer justo ao mesmo tempo. Cristo pagou a pena do pecador (veja Jo. 19:30). A palavra “consumado”, do grego “tetelestai”, significa: “Está pago. Não resta mais dívida”). Ele tinha que morrer para Deus justificar os ímpios (Rm. 3:24-26).

O SIGNIFICADO DA MORTE DE CRISTO

O profeta Isaías nos dá a verdade central sobre o significado da morte de Cristo quando declara que “Deus fará da sua alma (de Cristo) uma oferta pelo pecado” (Is. 53:10). Compreender o que essa declaração significa é compreender a expiação. Examinemos melhor os detalhes envolvidos nesta declaração.

1 – A morte d Cristo é vicária (Is. 53:5,6; I co. 15:3; II co. 5:21).

Sofrimento vicário é o sofrimento pelo qual passa uma pessoa em vez de outra, isto é, em seu lugar. Supões necessariamente a isenção da parte em cujo lugar o sofrimento é suportado. É evidente que Cristo não morreu por Seu próprio pecado (Jo. 8:46; Hb. 4.15). Lemos na Palavra que “Cristo morreu pelos nossos pecados” (Rm. 5:8; I Pc. 2:22,24; 3:18).

2 – A morte de Cristo é a expiação dos nossos pecados (Lv. 4:13-20; 6:2-7; Hb. 2:17,18). A morte de Cristo é tanto uma expiação como uma propiciação (sacrifício) pelos nossos pecados. Por estas passagens fica claro que o novilho ou carneiro tinha que morrer, e o perdão só era possível apenas através da morte de um substituto (I Ts. 5:9,10; I Jo. 4:10). Ligada à ideia de reconciliação. As duas ideias de propiciação está a ideia de reconciliação. As duas ideias parecem estar intimamente ligadas uma à outra como causa e efeito (Rm. 5:10; Ef. 2:13-16).

3 – A morte de Cristo é um resgate (Mc. 10:45; Hb. 9:12). A morte de Cristo é mostrada como sendo o pagamento de um preço ou resgate. Jesus mesmo é quem diz que Ele havia vindo para dar a Sua vida em resgate de muitos, e fala-se da obra de Cristo como sendo a de redenção (Lc. 1:68; 2:38). A palavra “redenção” vem do grego “lutron” e significa o pagamento de um preço para livrar alguém que esteja aprisionado.

A EXTENSÃO DA MORTE DE CRISTO

Morreu Cristo por todo o mundo ou somente pelos eleitos? Se foi pelo munto inteiro, então porque é que nem todos se salvam? Sr foi apenas para os eleitos, onde está a justiça de Deus? A resposta a estas perguntas está ligada ao conceito que se tem de ordem dos decretos.

1 – Cristo morreu pelos eleitos (Mt. 20:28; Jo. 17.9; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu principalmente pelos eleitos. Ele morreu pelos eleitos, não apenas no sentido de tornar a salvação possível para eles, mas também no sentido de verdadeiramente salvá-los quando crêem em Cristo.

2 – Cristo morreu pelo mundo inteiro (Jo. 1:29; I Tm. 4:10). As Escrituras também ensinam que Cristo morreu pelo mundo inteiro. Existe uma ordem necessária na salvação do homem. Ele precisa primeiro crer que Cristo morreu por si. Antes de poder apropriar os benefícios de Sua morte para si próprio. Apesar de Cristo ter morrido por todos, no sentido de reconciliar o mundo com Deus. Nem todos são salvos, porque sua salvação em si é condicionada a serem reconciliados com Deus (II Co. 5:18-20).

RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Se a morte de Jesus na cruz é fundamental para a nossa salvação. Sua ressurreição também o é. A morte e ressurreição de Jesus Cristo é doutrina fundamental do Cristianismo. Todos aqueles que admitem a necessidade da morte de Cristo também admitem a importância de ressurreição física de Cristo. Vejamos alguns aspectos da ressurreição.

1 – A importância da ressurreição de Cristo (Rm. 10:9,10; I Co. 15:12-19). De acordo com as escrituras, crer na ressurreição de Cristo é essencial para salvação. Paulo mostra que tudo depende da ressurreição de Cristo: a) a pregação apostólica; b) a fé dos Coríntios; c) os apóstolos como testemunhas; d) os Coríntios e o perdão de seus pecados; e) os que dormiram em Cristo; f) e os Cristãos são os mais infelizes dos homens se Cristo não tiver ressurgido.

2 – A natureza da ressurreição de Cristo (Mt. 28:9; Lc. 24:39-45). A ressurreição de Jesus foi uma ressurreição corporal. O próprio Jesus declarou depois de sua ressurreição que tinha carne e ossos e Mateus declarou que as mulheres que encotraram a Cristo abraçaram-lhe os pés. Ele tomou refeição com os discípulos e foi reconhecido por eles depois da ressurreição (Lc. 24:34; Jo. 20:25-28). Cirsto mesmo predisse sua ressurreição corporal (Jo. 2:19-21). No entanto, Seu corpo era diferente em alguns aspectos após a ressurreição (Jo. 20:19). ele está vivo agora e para todo o sempre (Rm. 6:9-10; II Tm. 1:10; Ap. 1:18).

3 – Os resultados da ressurreição de Cristo (Rm. 1:4; 4:25). A ressurreição de Cristo atesta a Sua divindade, pois através dela Ele “foi designado Filho de Deus com Poder” (Mt. 28:18). Outro resultado adquirido é o da nossa justificação, pois Sua ressurreição é a garantia de que Deus aceitou Seu sacrifício. Através da Sua ressurreição dos mortos. Ele se tornou nosso mediador. Paulo nos diz ainda que a ressurreição de Cristo é a garantia de que nossos corpos também ressurgirão dentro os mortos. (Rm. 8:11).

COMO SAIR DA CONDENAÇÃO DA MORTE?

Para saírmos da condenação da morte é preciso quer sigamos algus passos importantes.

Crer no sacrifício feito por Jesus na cruz (Jo. 3:16). Quando a Bíblia fala que precisamos crer, não é um simples crer, pois a Biblia diz que até os demônios crêem e tremem (Tg. 2:19) e nem por isso herdarão a salvação. Crer, no Novo Tetamento, indica mais do que simples consentimento intelectual para com um fato. A palavra grega “pistis” significa: adesão, compromisso, confiança em uma pessoa ou objeto, e isto envolve não apenas o consentimento da mente, mas um ato do coração e da vontade da pessoa. “Todo o que nele crê” é o equivalente a “todo o que nele confia ou se entrega a ele (Cristo)”.

João mesmo é quem diz: “Quem nele crê não é julgado; o que nele não crê já está julgado” (Jo 3:18; 5:24).

Observando a história do evangelista Felipe e o eunuco em Atos 8:26-39, podemos afirmar que o ato de crer culmina em uma atitude de mudança e compromisso com Deus.

Crer que Jesus veio Trazer-nos a vida (Jo. 10:10). Vida, aqui, corresponde a ser salvo. Por meio da morte e ressurreição, Jesus tomou posse das “chaves da morte” (Hb. 2:14; Ap. 1:18), anulando, assim a autoridade da morte que fora concedida a Satanás.

Crer que Jesus é o único que pode nos dar a vida eterna (Jo. 17:2,3). Conhecer a Deus é ter um compromisso existencial com Ele como um sujeito vivo, em vez de aceitar fatos a seu respeito como um objeto de contemplação.






JESUS CRISTO

A Bíblia no Antigo e Novo Testamento funciona como duas engrenagens trabalhando e encaixando-se harmoniosamente. Todos os livros do Antigo Testamento, direto ou indiretamente fazem referência a Jesus. Por tudo isso nosso objetivo é estudarmos alguns aspectos fundamentais sobre o Senhor Jesus Cristo.

1 – JESUS EXISTIA ANTES DO SEU NASCIMENTO

A existência de Jesus não teve início como a de todos nós. O seu nascimento foi diferente. Ele já existia num passado eterno. Quando Deus criou o mundo Jesus já existia e estava com Deus. Vejamos o testemunho bíblico a respeito.

1 – O evangelista João dá testemunho da preexistência de Jesus (Jo. 1:1,2)

No princípio era o verbo...”. Jesus era o verbo, ou seja a palavra, ou ainda aquele que os homens ouviam falar nas profecias das Escrituras, mas que ainda não tinha se tornado realidade visível, mas que pela fé na palavra, no verbo, se cria que um dia haveria de nascer de uma virgem, e viria habitar no meio dos homens. “Estava no princípio com Deus”. Portanto Jesus já existia e toda criação foi feita por Ele.

2 – O próprio Jesus declarou que viveu antes de vir a este mundo (Jo. 8:57,58), “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abrão existisse, Eu Sou”. Em várias ocasiões Jesus referiu à sua existência no passado (Veja oração de Jesus – Jo 17:5).

3 - O Novo Testamento menciona claramente a preexistência de Cristo antes do seu nascimento (Cl. 1:15-17), Jesus não veio a existir quando gerado no ventre de Maria. Ele já fazia parte com Deus na criação e por Ele foram feitas todas as coisas. Paulo afirma que Jesus já existia antes de Deus criar qualquer coisa e que, nele, foram criadas todas as coisas visíveis e invisíveis.

II – JESUS VEIO EM FORMA HUMANA

Jesus, o eterno Filho de Deus, veio à terra assumindo a forma humana. “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo. 1:14). Essa afirmação da Bíblia tem dois significados fundamentais:

1 – Jesus era verdadeiramente Deus (Jo. 14:9) - “Quem me vê amim, vê o meu Pai”. Jesus não era apenas Filho do Homem, mas também Filho de Deus. Sua afirmações são categóricas nesse sentido: “Eu e o Pai somos um” (Jo. 10:30)

2 – Jesus era verdadeiramente homem (Fl. 2:6,7) - “O qual subsistindo em forma de Deus, não considerou ser igual a Deus, mas escaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens”. Mas apesar de ser homem (sentindo fome, cansaço e sono, Mt. 4:2; Jo. 4:6;). Foi diferente dos demais em seu caráter. Ele não pecou. Falou com poder. Realizou sinais extraordinários (Mc. 6:56, Io. 7:46)

JESUS É DIVINO

1 – Seu nascimento diferente (Lc. 1:26-35; Mt. 1:18-23) – Jamais houve alguém que tivesse um nascimento igual ao de Jesus. A concepção de Jesus foi diferente da de todos os homens, bem a forma como seria gerado. Na palavra profética de Isaias 750a.c. Jesus haveria de nascer de uma virgem (Is. :14). Miquéias, que profetizou nos tempos de Isaías, 780 a.c., informou o lugar onde nasceria Jesus – Belém (Mq. 5:2/ comp. Mt. 2:1). É interessante saber que José e Maria não moravam em Belém, mas em Nazaré, cerca de 128 km dali. Por causa de um recenseamento o casal viajou para Belém, para fazer o alistamento, e quando lá chegaram, completou-se o tempo de gestação e nasceu Jesus.

2 – Sua palavras e seus ensinos eram diferentes (Mt. 7:28,29; Jo. 3:10-12; 7:46). Os fariseus e a multidão notavam a vasta diferença entre a maneira de instruir que Jesus atraia a multidão para Deus. Os rabis viam que, por seus ensinos, era reduzido a nada todo o teor das instruções por ele ministradas ao povo.

3 – O testemunho de seus discípulos (jo. 20:28). Tomé compreendeu que não estava tratando com um homem terreno, que fora seu Senhor e Meste mais, antes, com aquele que unira o temporal ao eterno, o humano ao divino, em sua própria pessoa.]

4 – A maneira diferente como viveu (Hb. 4:15). Jesus viveu uma vida perfeita. Ele sofreu toda espécie de tentação conhecida pelo homem e talvez até algumas que jamais conheceremos. Ele era como nós em tudo, menos em uma coisa: não conheceu o pecado, principalmente o da desobediência a Deus.

5 – Sua gloriosa ressurreição (Rm. 1:3,4). Paulo declarou que a ressurreição de Jesus foi uma prova de sua divindade. Segundo Paulo, o descendente de Davi, Jesus, era Deus. Para ele, a divindade e a humanidade combinaram-se misteriosamente, e o homem e Deus tornaram-se um Realmente e ressurreição de Jesus é mais uma prova inconfundível de sua divindade (Sl. 16:10; comp. Lc. 24:36-48).

A MORTE DE JESUS NA CRUZ

A morte de Jesus na cruz do Calvário é o a prova e a demonstração do amor de Deus, tendo em vista a nossa salvação (Rm. 5:8). fazendo uma leitura da Bíblia, percebemos que até a sua morte seria diferente dos demais seres humanos.

1 – Antes de morrer seria escarnecido (Sl. 22:7,8) comp. Mt. 27:41-43).

2 – Suas mãos e pés seriam furados (Sl. 22:16; comp. Lc. 23:33; jo. 20:25-28)

3 – Seria crucificado entre malfeitores (Is. 53:12; comp. Mt. 27:38);

4 – ele intercederia pelos seus algozes (Is. 53:12; comp. Hb. 9:24; I Jo. 2.1; Lc. 23:34).

5 – Seus amigos o comtemplariam de longe (Sl.. 38:11 comp. Lc. 23:49).

6 – Ele sentiria sede e lhe dariam vinagre e fel (sl. 69:21; 22:15; comp. Jo. 19:28,29; Mt. 27:34)

7 – Ele seria abandonado por Deus (Sl. 22:1; comp. Mt. 27:46)

8 – Seus ossos não seriam quebrados (Sl. 34:20; comp. Jo. 19:32,33)

9 - Em uma sepultura de um homem rico colocariam seu corpo (Is. 53:9; comp. Mt. 27:57-60).


A morte de Jesus na cruz foi voluntária (Jo. 10:17,18), preferindo morrer em nosso lugar para nos justificar diante de Deus (II Co, 5.21). Ele morreu de uma vez por todas para ser o único e suficiente salvador da humanidade (Hb. 9:26-28 e 10:12).

V – A RESSUIREÇÃO DE JESUS

Após sua morte na cruz do Calvário, Jesus foi sepultado no túmulo de José de Arimatéia, mas ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos (Mt. 28.1-15). Jesus morreu e ressuscitou para nos dar garantia da ressureição (Rm. 6.9), completando assim a obra redentora da cruz, reconciliando-nos com Deus. (I Co. 15.17). Dessa forma podemos dizer que a ressurreição de Cristo é também o penhor (objeto de garantia) de nossa ressurreição (Fl. 3.20,21; I Ts. 4.14-17).

VI – A ASCENSÃO DE JESUS

Após sua ressurreição Jesus esteve quarenta dias instruindo os seus discípulos. Depois ascendeu visivelmente aos céus, para estar na presença de Deus. Lá ele intercede por nós (Atos 1.9; Hb. 7.24,25).

VII – A SEGUNDA VINDA DE JESUS

A Bíblia ensina que Jesus voltará visivelmente, um dia, a fim de levar os seus (Jo. 14.2,3; Atos 1.6-11). Nada é mais claramente ensinado no Novo Testamento do que a volda de Cristo, está é a esperança de todos os cristãos verdadeiros. O fato de Jesus estar nos céus, não quer dizer que está ausente do mundo. Ele mesmo nos assegurou de sua presença em nossa vida (Mt. 28.20).

VIII – JESUS CRISTO É SENHOR

Jesus Cristo deve ser senhor de nossas vidas em todos os aspéctos:

1 – Em nossas relações comerciais e de trabalho (Ef. 6.5-9; Cl. 3.22; I Tm. 6.1,2)

2 – Em nossas relações domésticas (I Co. 6.15-20; Cl. 3.5; Hb. 13;4).

Esta soberania deve ser demonstrada através da completa submissão de nossa vida. O cristão não deve ter nenhum aspecto de sua existência fora do controle de Cristo.


A TRINDADE DIVINA
Ao ensino de que há um só Deus em três pessoas distintas, separadas uma das outras, porém da mesma essência, chama-se Doutrina da Trindade. A palavra “trindade” não se encontra na Bíblia, mas o ensino encontra-se claramente ali, pois em o Novo Testamento existem 108 passagens comprobatórias. Muitos acham a doutrina de difícil compreensão. Nunca devemos imaginar que algo está errado, só porque não o compreendemos bem.

A UNIDADE DE DEUS
Deparamos com um mistério infinito ao estudar a natureza de Deus. Mesmo assim, há algumas verdades sobre este assunto que são reveladas com clareza. Daquilo que as Escrituras ensinam sobre a natureza de Deus nada contradiz a verdade de que só há um Deus.

1 – A Bíblia afirma que há um só Deus (Dt.. 6:4; Mc. 12:29). O hebraico de Deuteronômio diz literalmente: “Jeová [Yahweh] nosso Deus [Elohim] Jevoá [é] Um”. Essa passagem afirma que Eloim, é Um no sentido de que não há outro, ou seja, Ele é o único Deus (Êx. 20:3; Dt. 4:35,39). A palavra “único”, ligada a Deus, vem do hebraico “ehadh” que indica uma unidade composta. Quando esta palavra é indicada no sentido absoluto, é empregada a palavra “yahodh”. É preciso distinguir entre duas qualidades de unidade: unidade absoluta e unidade composta. A expressão”um homem” traz a ideia de unidade absoluta, porque se refere a uma só pessoa. Mas quando lemos que o homem e a mulher serão “uma só carne”. Essa é a unidade composta, visto que ser refere à união de duas pessoas.

2 – As três pessoas divinas são um (I Jo. 5:7,8). Com unidade de Deus queremos dizer que a natureza divina é uma unidade indivisível. Isto é, Deus não consiste de partes nem pode ser dividido em partes. Assim, a mesma essência. Eles são divisíveis apenas na unidade numérica e indivisível na unidade de Deus.

3 – A unidade absoluta não desfaz a sua individualidade (Mt, 3.16,17). - O Pai, o Filho e o Espírito Santo são constantemente citados como Pessoas separadas com operações específicas operadas por cada uma. Porém, os três cooperam unidos e num mesmo propósito, de maneira que no pleno sentido da palavra, são “um”.

Não há contradição ente o ensino da unidade de Deus e o ensino da Trindade. Com trindade queremos dizer que há três distinções eternas em uma essência divina. Estas três distinções são três pessoas, conhecidas respectivamente como Pai, Filho e Espírito Santo. Devemos portanto, buscar nas Escrituras a verdadeira doutrina da Trindade.

1 – A Trindade no Antigo Testamento (Gn. 1:1,26) Muito embora a doutrina da Trindade não fosse explicitamente mencionada no Antigo Testamente, sua origem pode ser vista nos textos bíblicos. A expressão “Deus” vem do hebraico “Elohim” que literalmente quer dizer “deuses”, pois a palavra é plural, e às se usa, em hebraico acompanhada do adjetivo plural e com verbo no plural. Todos os membros da Trindade são mencionados no Antigo testamente: a) Pai (Is. 63:16; Ml. 2:10); b) o Filho de Jeová (Sl. 2:6:7; Is. 9:6); c) o Espírito Santo (Gn. 1:2; Is. 61:1).

2 - A Trindade no Novo Testamento (II Co. 13:13). Dentro do Novo Testamento, a dourina da Trindade fica grandemente ampliada. Cada pessoa da divindade é declarada como sendo divina. a) Pai é Deus (Mt. 6:8; Gl. 1:1); b) o Filho é Deus (Jo. 1:1-4,14,18; Rm. 9:5, Cl. 2:8,9; Tt. 2:13; II Pd. 1.1); c) o Espírito Santo é Deus (Mc. 3:29; Ato 5:3,4; II co. 3:17,18). A Bíblia apresenta assim esta realidade singular e misteriosa um Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.

III – A TRINDADE E OS ATRIBUTOS

É um fato desafiador que os atributos da Divindade sejam atribuídos a cada uma das benditas Pessoas da Trindade.

1 – Eternidade. O Pai (sl. 90:2); O Filho (Cl. 1:17); O Espírito Santo (Hb. 9:14)

2 – Onipresença. O Pai (Jr. 23:24); O Filho (Mt. 18:20); O Espírito Santo (Sl. 139:7)

3 – Onisciência. O Pai (Jr. 17:10); O Filho (Ap. 2:23); O Espírito Santo (I Co. 2:10;11)

4 – Onipotência. O Pai (I Pd. 1:5); O Filho (II Co. 12.9); O Espírto Santo (Rm. 15:19)

5 – Santidade. O Pai (I Pd. 1:16); O Filho (Atos 3.14); O Espírito Santo (Lc. 12:12).

6 – Amor. O Pai (I Jo, 4:8,16); O Filho (Ef. 3:19); O Espírito Santo (Rm. 15:30).

7 – Verdade. O Pai (Jo. 7:28); O filho (Ap. 3.7); O Espirito Santo (I Jo. 5:6)


IV - A OBRA DA TRINTADE DIVINA
Além de cada obra distinta d eDeus ser realizada por uma Pessoa da Divindade, também as obras principais de Deus são atribuídas a cada uma das Três Pessoas. Podemos observar a atuação da Trindade Divina em pelo menos quatro áreas.

Na criação do universo (Gn. 1:2; Sl. 102:25; Cl. 1:16). A criação do universo foi uma realização de cada Pessoas da Trindade. Todos igualmente participaram neste empreendimento. Os atos da criação separados, ainda que completos, da parte de cada Pessoas reúnem0se na afirmação: “No princípio criou Deus (Elohim – nome que pressagia o mistério da pluralidade na unidade e a unidade na pluralidade) os céus e a terra” (Gn. 1.1)

Na criação do homem (Gn. 1:26; 2:7; Jó 33:4/ Cl. 1:16). A criação do homem é um ato criador de Deus. Este ato criador de Deus é obra das Pessoas separadas na Trindade. Houve a participação de Jeová Elohim, do Senhor Jesus e do Espírito Santo. À vista disto, Salomão adverte: “Lembra-te do teu criador (palavra plural no hebraico) nos dias da tua mocidade” (Ec. 12.1, veja ainda Is. 54:5 onde o termo “criador” também é plural).

Na salvação do homem (Jo. 3:16). O Espirito gerou o Filho (Lc. 1:35), mas de tal maneira que o filho sempre se dirige à primeira Pessoa chamando-a de Pai (Jo. 17:1-8) Cristo, o Filho, sempre faz a vontade do Pai e, para isto, recebeu o Espírito sem medida (Jo. 15:10; Lc. 3:21,22). Na sua morte houve a participação do Pai (Sl. 22:15; Rm. 8:32), do próprio Jesus (Jo. 10:18; Gl. 2:20), e do Espírito Santo (Hb. 9:14). Também na sua ressurreição podemos perceber a atuação dos três (Ato 2:24; Jo 10:18; I Pd. 3:18).

Na ressurreição da humanidade (Jo 5:21; Rm. 8.11). Mais uma vez os três estarão atuando em favor de todos os seres humanos para o Dia da Redenção. Assim a unidade e pluralidade. Ficaram demonstradas que existem na Divindade em um plano de relacionnamento acima e além do alcance da experiência humana.